sábado, 2 de julho de 2011

Dos mastúrbios XVII - Carne para canhão de indignácaro

Nuno Crato tem coisas destas pela frente:

DOMÍNIO DOS ASSUNTOS/REALIZAÇÃO
Aplicar os conhecimentos adquiridos por intermédio de exercícios, análise de casos reais ou por simulação.
É pedido ao professor para avaliar se o marmelo sabe aplicar o que aprendeu. Não se pretende uma avaliação ao que aprendeu relativamente ao que devia ter aprendido. Pretende-se apenas saber se sabe fazer algo com o que aprendeu, quer tenha aprendido pouco quer tenha aprendido um pouco mais. Naturalmente que quanto menos aprender menos risco corre de aplicar mal.

GENERALIZAÇÃO DOS SABERES
Transfere ou generaliza os saberes adquiridos a outras situações, através da realização de
conexões.
"Transfere ou generaliza": cavacas ou pinguins. "Realizações de conexões": tanto aperta a mão a um preto como o pescoço a um polícia.

PARTICIPAÇÃO
Mostra interesse e intervém a propósito, colaborando nas actividades de aprendizagem, numa dinâmica de actualização.
Mostra interesse e despropositadamente intervém a propósito de tudo e nada. Colabora nas actividades sem lhe passar pela cabeça aprender. Mete-se em tudo e com todos e opina por opinar sobre tudo e todos espalhando a confusão por todo o lado.

RESPONSABILIDADE
Demonstra sentido de responsabilidade, em termos de cumprimento dos tempos e empenho na execução das actividades propostas.
Se for daqueles que não falta tem que ser aturado enquanto dedica todo o tempo ajudando à destruição do que todos simulam esforçar-se por fazer. Se executa bem ou mal não interessa, aliás é bom que saiba pouco porque talvez consiga executar esse nada. Se chegar tarde ou não aparecer de todo, tanto melhor.

COMPORTAMENTO RELACIONAL
Comunica com os outros membros do grupo e com o(a) formador(a), demonstrando capacidades de comunicação e de fomento de relações interpessoais.
É fala-barato demonstrando ser capaz de intrometer a berro na conversa alheia nunca respeitando quem tem a palavra. O fomento das relações interpessoais pode ser avaliado consoante o 'ranking' na cadeia hierárquica da tribo dentro da sala de aula ou do gang quando assalta o comércio vizinho.

É assim que o estado pretende assegurar a existência de imbecilidade generalizada que hordas de voluntaristas indignácaros de propõem "enquadrar", vivendo como carraças.

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