quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Mas afinal não se ia poupar nas importações de combustível?

[Via RamiroMarques]
Já mais que uma vez referi que de há um ano para cá se entrou num período em que se assiste ao desfecho de tudo o que acertadamente foi denunciado aqui no FI. É uma tristeza quando nos apercebemos que vamos ser vítimas de disparate e que a sua denúncia resulta na aparição dos optimistas ao serviço do social-regime negando as evidências.


Não sei se é possível demolir o embuste eólicas porque há contractos firmados que suponho (espero estar errado) estarem blindados com a chancela do estado. Mesmo que seja possível receio que eleitos secundários venham a estoirar na banca. 

Entretanto, gasto já o dinheiro que permitiria continuar a usufruir-se de energia barata, resta atenuar o efeito do monstro adquirindo centrais nucleares e pagado esta tecnologia ao valor que (já) se despendeu na que nos enterrou. Tudo negócios estatisticamente bem fundamentados.

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Renováveis, Socrates, energia

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