terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Presidente do outro mundo toma posse neste

Na Venezuela, o presidente eleito vai ser empossado sem a sua própria presença.
El Gobierno confirma que Chávez no asistirá a la toma de posesión

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8 comentários:

Lura do Grilo disse...

Esta malta do socialismo chavista não destoa do esperado: é surrealista.

O Mugica já ouve vozes: não sei se será do além.

A Dilma diz que é um assunto interno da Venezuela (uma colónia de um ilhéu miserável): mudança incrível de "políticas". Nas Honduras e no Paraguai a terrorista meteu o bedelho e os seus sequazes da América Latina também latiram.

Manuel disse...

Sabem se algum político chaviano esteve a estagiar em Portugal nos anos 60/70?
É que cá nunca disseram ao nosso Presidente do Conselho que já não era e faziam reuniões fictícias com ele para lhe dar a ideia de que ainda ocupava o cargo.
O que os ditadores são capazes de fazer.

RioD'oiro disse...

Mas o nosso Presidente do Conselho alardeava ser democrata?

Manuel Silva disse...

Tanto que alardeava que até estava na sua Constituição de 1933, plebiscitada com as abstenções a contarem a favor.
Chamava-se Democracia Orgânica.
E considerava-se um Estado de Direito.
Em matéria de pergaminhos «democráticos» tomara o Chavez chegar aos calcanhares do Salazar.

RioD'oiro disse...

Já naquela altura a constituição dizia o que lhe dava na gana.

Nunca o botas nem o que se lhe seguiu elogiou a democracia, quanto mais declarar que era democrata. Nunca.

Manuel Silva disse...

O que o «democrata» Salazar não elogiava era a democracia liberal, com os partidos em guerra fratricida, como aconteceu no Liberalismo e, especialmente, na República.
Mas «democrata orgânico», sim, considerava-se.
Porque há muitos tipos de democracia, uns melhores outros execráveis, pois o conceito parte de dentro, dos próprios que o estabelecem, e de fora, dos que o caucionam.
Portanto, o seu post é sectário, tal como o entendia o «democrata» Salazar, manchado pelo sectarismo ideológico-partidário.
Não se pode condenar o Chavismo e elogiar ou esquecer o Fascismo ou o Nazismo.
Assim como não se pode condenar estes e defender o Comunismo.
No ponto dos sectarismos o «democrata» Salazar tinha razão mas apontava a pior solução: a tutela paternalista que nunca prepara nuinguém para a Democracia, a verdadeira, plural, não sectária, segundo as regras do Direito.

RioD'oiro disse...

"Mas «democrata orgânico», sim, considerava-se."

Treta. Odiava a democracia e declarava-o sem rodeios. Democracia orgânica existe tanto quanto conquistas civilizacionais com dinheiro alheio.

"Não se pode condenar o Chavismo e elogiar ou esquecer o Fascismo ou o Nazismo."

Pois. De facto pode meter todos no mesmo saco. São todos socialismo porque o fascismo é socialismo por entrepostas empresas espantalho. A esse respeito, embora Salazar também desconfiasse da iniciativa privada, era um dos regimes totalitários que mais se afastava tanto da vertente socialista de controlo directo como de controlo indirecto, o socialismo nazi.

As propostas socialista de hoje são cripto-nazi-socialistas até que as condições permitam que se instale um regime cripto-socialista e, novamente a seu tempo, socialismo puro e duro de ditadura do proletariado, leia-se. 'two legs bad four legs good'.


RioD'oiro disse...

Obama, outro cripto-fascista-socialista, quer agora igualmente ter acesso a um terceiro mandato.