terça-feira, 26 de maio de 2009

Quanto mais estado ... mais chamuscado

O Estado, o dos socialismos doirados mete-se em tudo, e assuntos de sexo não escaparam. Preservativos distribuam-se, faça-se “educação sexual” (que nunca se faz), aborte-se livremente. Em caso de dúvida esfarele-se e afinfe-se-lhe com a pílula do dia seguinte.

De há uns tempos para cá que ando às voltas com uma estatística de caserna tendo como base umas quantas observações aqui do ‘je’, umas quantas dicas em locais dispersos pelo país e ainda em algumas abordagens de papás.

Espiolhei um pouco a Internet e nada de substancial consegui apurar. Apenas um artigo que me vai servir de lançamento a um novo e excelente “desígnio de pós-modernidade” em matéria de sexo: esfarelar catraios.

Diz CR aqui:
Se há coisa que os "miúdos" das gerações mais novas precisam de ter consciência é que do sexo sem preservativo vêm as dst (doenças sexualmente transmissíveis) e os bebés. Escrevo com ar de quem dá uma novidade, porque se houve coisa que vi nos anos em que fiz voluntariado com mães adolescentes foi dezenas de miúdas, muitas delas com 11 e 12 anos, que não tinham percebido o que podia acontecer sem métodos contraceptivos.
Este parágrafo aponta duas consequências para um comportamento que eu acho anómalo. Em minha opinião, miúdas com 11 e 12 anos não devem ter relações sexuais.

Mas parece-me haver um outro comportamento relacionado com o que CR escreve. Miúdas de 13 ... 15 anos escolhem catraios de à volta de 11 anos para se iniciarem sexualmente.

A justificação parece encontrar-se nas palavras de CR. O risco de engravidarem diminui substancialmente se tiverem relações com catraios, diminuindo também o risco de contraírem DSTs. Claro que há excepções, e já não é a primeira vez que um catraio dispara munições que fará a adolescente gritar 9 meses depois o que não gritou 9 meses antes.

É a velha história pela qual os idiotas defensores das mais amplas “liberdades” em matéria de sexo pensam que “boas ideias” só podem ser entendidas pela forma como foram pensadas.

A verdade é que, nos últimos tempos, fui abordado uma 3 vezes por quem de direito sendo-me confidenciado estado de pânico de pais a quem os pimpolhos dizem: “Oh pai. Hoje uma colega minha perguntou-me se estava numa de curtir com ela”.

A observação atenta (difícil) da conversa entre adolescentes e catraios sugere o mesmo. E o mesmo é sugerido em conversa com funcionárias (elas, mais atentas) de algumas escolas: “Elas já estavam malucas, agora atiram-se aos pequeninos”.

Entre outras coisas, gostaria de saber: se fossem catraios de 13 .. 15 anos a esfarelar catraias de 11, que diria a femininagem de serviço?

#RoD, esquerda, estúpidos, pós-modernismo em matéria de interacção social e sexual

2 comentários:

Carmo da Rosa disse...

Não percebi a ponta dum corno, mas de qualquer maneira vou perguntar ao meu filho se a nova namorada dele, de 17 aninhos, tem uma mãe boa para dar umas trolitadas - sem engravidar claro...

José Gonsalo disse...

Carmo da Rosa:
Veja lá isso, homem! É que, a mim, ainda me restam os ideais do cooperativismo...