Teste

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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Já toda a gente sabia que ...

... a Mossad iria raptar a atleta iraniana para evitar a mais que certa vitória frente à de Israel.

Esperam-se abundantes manifestações de organizações independentes à porta da embaixada dos sionistas.

Mesquita

Tenho andado bastante ocupado e assim continuarei nos próximos tempos.
Mas este assunto da já chamada "Mesquita da Vitória", merece algumas linhas, porque marca a perfeita linha divisória entre a minha visão do mundo e a dos rebanhos da correcção política que nos vão paulatinamente fazendo trilhar o trágico caminho bizantino.

Os muçulmanos têm o direito legal de construir uma mesquita no chamado "Ground Zero"?
Têm!

Da mesma forma que os alemães têm o direito de construir uma fábrica da Volkswaggen em Auschwitz, ou os turcos um monumento ao soldado turco, na capital da Arménia.

Uma coisa é a lei, outra é o respeito pelos valores e lugares que as sociedades consideram parte do seu cimento.
Uma coisa é o direito, outra é o bom senso.

Que diríamos se a IURD quisesse construir uma catedral em Fátima?
Lembram-se do Coliseu do Porto? As forças que se moveram para que a IURD não adquirisse legalmente o recinto?

Que se diria se uma multinacional quisesse construir um centro comercial no Castelo de Guimarães?
Se o Vaticano quisesse construir uma catedral junto à Caaba?
Se os americanos quisessem construir um museu de tecnologia nuclear em Hiroshima?

Queira-se ou não, os americanos foram atacados por muçulmanos que agiram em nome de Alá.
Ir construir uma Mesquita junto a um local que passou a fazer parte da História trágica de um povo é, evidentemente, espetar uma bandeira de conquista.
É jogar com a estupidez militante desta corja de tontos, reciclados do esquerdismo do séc XX.

É, de resto, seguir um padrão histórico que não engana: uma monumental Mesquita erguida junto à Hagia Sophia, outra por cima do Templo sagrado dos judeus e das Igrejas cristãs.

Chamar-lhe "projecto Córdova", explica suficientemente o espírito que anima os seus patrocinadores, o mais notável, um muçulmano que não se coibiu de "compreender" os ataques do 9/11.

Se querem incentivar a tolerância, porque não patrocinar a construção de uma Catedral em Meca?
E de reconstrução dos Budas de Bamyan?

Obama?
Mais um tonto de serviço.

Contraprestação

O "pensamento" socialista em Portugal atinge todos:
“Queremos que, em 2011, logo que acabem as chuvas e antes que comece a época dos incêndios se possa proceder à limpeza das matas, utilizando para isso as pessoas que estão a receber o rendimento mínimo e que têm capacidade activa para o trabalho”, refere o líder parlamentar centrista Pedro Mota Soares.
Em boa verdade, em qualquer socialismo que se preze toda a gente deve uma "contraprestação".

Das vacilações de um idiota-útil norte-americano


Aqui:

Within 24 hours, Mr Obama was insisting that he had not meant to indicate that he supported the building of the community centre, but was simply making a legal point.

"I was not commenting and I will not comment on the wisdom of making the decision to put a mosque there," he said. "I was commenting very specifically on the right people have that dates back to our founding."

Actualização 16/8, 19:18

Visionamento complementar: Former Muslims United Wafa Sultan

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Da nacionalização do uso do fogo


Pensamos já ter visto e/ou ouvido tudo mas este governo surpreende sempre em parvoeira.

O Ministro da Agricultura vem agora defender, nada mais nada menos, que a nacionalização dos terrenos que estejam ao abandono. Ao abandono.

As reservas ecológicas são as coisas mais abandonadas que existe, ardem como pólvora e o estado multa, a torto e a direito, quem pisar um cardo. Nas matas nacionais o cenário é idêntico, sem multas.

E se o nosso magalhónico primeiro ministro propusesse a nacionalização total do uso do fogo?

[Na imagem, Vasco Gonçalves]

Combustões

Gerês

Parece que os investimentos feitos para evitar e ou controlar os incêndios foram ao fundo.

Mais valia ter-mos comprado o terceiro submarino.

....

Entretanto, à boca fechada, ouve-se ...

... já nenhum bombeiro tem pachorra para apagar incêndios. Protejem casas e o resto, se não arder hoje arderá amanhã, se arder amanhã não arderá durante vários anos.

... os gajos não deixam roçar o mato por causa da bicharada que eles dizem estar em perigo. Bem, se estava em perigo, agora, morreu toda.

... para ir às serras é preciso meter um requerimento ao Papa. Dizem que é para não perturbar. Bom, nada há agora para perturbar.

... ali não arde há anos. Deve estar quase.

Hitler, Maomé e arte….

Um artista plástico foi recentemente abordado pela redacção do programa diário de entrevistas mais famoso da Holanda para falar de arte. Trata-se do programa Pauw & Witteman (o nome do programa é ao mesmo tempo o nome dos dois jornalistas: Jeroen Pauw e Paul Witteman).

O artista a falar sozinho: Fantástico, uma excelente oportunidade para dar a conhecer o meu trabalho. Por outro lado e apesar de eu não perder um episódio, o programa, devido à excessiva dose de correctismo político, é a maior parte do tempo uma seca. Devia mas’é recusar, mas a carne é fraca e tenho que comprar sapatos. Decidi ir.

O que vestir?

A minha nova T-shirt espanhola prá frentex De Puta Madre ou a francesa Nique Ta Mère? Não, vou vestir outra, uma que tenho com a imagem do Hitler? É isso mesmo, vai dar bronca pela certa e assim vou aproveitar para dar à entrevista um rumo completamente diferente. Abro discretamente o casaco durante o programa para melhor se ver a fronha do tio Adolfo e espero que o peixe morda o anzol. Já estou a imaginar a tromba dos entrevistadores.

Durante o programa.

Jeroen Pauw e Paul Witteman

Witteman: (franzindo o sobrolho) Será que estou mesmo a ver a fotografia do Hitler na sua T-shirt?

Artista: (com ar alegremente surpreendido) Cool não acha? Foi o inventor do Volkswagen.

Pauw: (com ar indignado) Peço desculpa, mas o homem foi um terrível ditador e responsável por milhões de mortos, e você vem-me falar do carocha!?

Artista: (contente pelo Pauw ter mordido o anzol) É verdade, o Sr. tem toda a razão, aconteceram muitas coisas más mas isso foi noutros tempos. Quando leio agora o Mein Kampf só retiro os bons ensinamentos.

Witteman: (o intelectual dos dois, mas felizmente ainda sem a mínima ideia para que lado a conversa se iria desenvolver) Esse livro está carregado de ódio contra os judeus. Essa sua vestimenta vai ofender e melindrar muita gente neste país.

Artista: (A partir de agora o artista começa a malhar) Hééé, sabe, pensei que os senhores me compreendessem melhor, tendo em conta que têm tanta compreensão com os muçulmanos, nem bebem álcool quando há convidados muçulmanos! Mas sabe, não foi o Maomé também responsável por milhões de mortos? E no livro dele, o Alcorão, que eu saiba não se morre de amores pelos judeus. Qual é então a grande diferença entre Maomé e Hitler? E porque razão se pode admirar um deles e o outro não?

Quero apenas com isto dizer que ambos tinham ódio aos judeus, e ambos queriam tomar o mundo pela força. Até sei que os muçulmanos da Croácia ajudaram Hitler a matar judeus durante a Segunda Guerra Mundial:
sob o comando do influente mufti de Jerusalém foi criada especialmente para a ocasião uma divisão SS-muçulmana. Vou escrever o link para vocês depois verem em casa sossegados.

Artista: Mas agora a falar a sério…… não vejo nenhuma diferença, importam-se de me explicar?

Witteman: Isto não foi o tema da discussão que planeamos…

O artista a falar sozinho: Já contava com esta resposta. Desvio o meu olhar falsamente atónito para o Jeroen Pauw e ele felizmente ainda faz uma última tentativa.

Pauw: O Islão é uma religião. É uma questão completamente diferente.

Artista: Essa é boa! Então nesse caso se o Hitler tivesse dito que recebeu ordem do Altíssimo para matar judeus já a coisa era aceitável?

Pauw: Não, não, claro que não…

Artista: (cortando a palavra a Pauw) Aliás, o racista de Cuba, você sabe muito bem de quem estou a falar, o criminoso de guerra Che Guevara, também não pertencia a nenhuma religião e praticamente todas as estrelas do showbiz andam com a fronha dele ao peito, e ninguém se apoquenta com o facto. Jeroen, veja aqui por favor, por acaso tenho aqui no meu iPad. É de morrer a rir, olhe aqui.

Artista: Sr. Pauw, diga-me lá então qual é a grande diferença? Ou talvez o Sr. Witteman que está tão calado tenha uma resposta…

O artista a falar sozinho: Agora quero que eles pensem que sou maluquinho.

Artista: Hé pá, eu escolhi uma imagem do Hitler apenas porque tenho uma tara pela Volkswagen – mais nada! Não tenho nada contra os Judeus. Não faço mal a uma mosca.
E agora que vocês sabem isto já não devia haver nenhum atrito entre nós, vejam-me assim como um Nazi moderado… Mas se vocês quiserem escolher uma imagem para a vossa T-shirt não escolham o Maomé. É que vos pode custar a vida: eles não gostam de imagens e muito menos de imagens do profeta – nem em desenho!

Artista: (agora com ar sério) Agora falando a sério, porque razão é que vocês acham bem quando uma pessoa é fã do Maomé e não acham nada bem quando é fã do Hitler? Digam lá a verdade, vocês tampouco vêem a diferença pois não? Mas eu percebo o vosso dilema: começam a pensar na sorte que teve o Theo van Gogh, e além disso sabem muito bem que se dizem destas coisas o vosso patrão, a VARA [canal socialista], despede-vos, e o Jeroen ainda tem que pagar o Jacht que acabou de comprar.

Witteman: (pior que estragado) Você é completamente chalado.

[Nota da red.: Para melhor compreender a resposta seguinte do artista é preciso saber que há um tempo atrás Geert Wilders afirmou no parlamento holandês que a anterior Ministra da Integração do Partido Trabalhista era ‘completamente chalada’, porque ela disse que a 'nossa cultura' no futuro iria ser judeo-cristã-muçulmana…]

Artista: (em catadupa) Ó senhor Witteman, com franqueza, onde é que isto já vai parar, o senhor agora já parece aquele político louro! Como é que ele se chama? Widders, wi……Wilders. E esse é a última pessoa com quem você se quer parecer, não é? Dia sim dia sim você deixa os seus convidados descascar à vontade encima do Sr. Wilders, e isso apenas porque ele critica o Maomé e os seus apaniguados!

Pauw: Você agora já está a passar das marcas.

Artista: (continua como se nada tivesse ouvido) Se alguém compara o Maomé com o Hitler está logo o caldo entornado: é chalado! Vocês sabiam que o Mein Kampf continua a ser um ‘bestseller’ em terras islâmicas? Sabiam que…… hé pá cabrões, já me desligaram o microfone!! Não sejam chatos pá, não tenham tanto medo da redacção…. Paul então, ainda temos que falar de arte….

Lucy in ...


... Africa with bones.

Vá!


Hoje, é para olhar para o céu!

Do ardor beato

No Diário Económico, Fernando Gabriel em O Governo dos Enuncos:
[...]

Sob a governação democrática a conduta moral foi substituída por uma corrupção sociológica, promovida por "peritos" na recomendação de "comportamentos" e na avaliação de "resultados". O projecto "democrático" assenta na negação da oposição maquiavélica entre considerações de interesse de Estado e considerações morais: não só não são incompatíveis, mas são, afirmam os defensores do projecto, complementares. A salvação do planeta, a extinção dos males da fome e da doença, a paz perpétua ou a maior felicidade do maior número são diferentes racionalizações éticas deste imperativo político. O potencial atractivo da causa atrai a simpatia geral e desperta em muitos um ardor beato que nenhuma quantidade finita de recursos centralizados sob o comando do poder político é capaz de satisfazer. A atribuição de um sentido moral ao projecto condena a dissensão política e fomenta o culto do poder. Em consequência, a participação na associação política perdeu as características da cidadania e deu lugar ao "utente" passivo, o utilitário vulgar, o "porco satisfeito" que John Mill temia mas a quem serviu de parteira ideológica. Destruída a ficção representativa e evaporada a responsabilidade política com a proliferação de aparatos de poder, infra e supra Estados, que fazem política sem qualquer vislumbre de legitimidade, a máxima de Lincoln precisa de actualização: a democracia é hoje o governo de eunucos, pelos eunucos e para os eunucos.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Avante pela paz

Vem aí a Festa do Avante e com ela, certamente, a presença da organização "libertadora" FARC.

O departamento de intercâmbio e espionagem colombiana do Fiel Inimigo em colaboração com a Mossad está em condições de anunciar a deslocação de Ingrid Betancourt à Festa do Avante para reencontro e confraternização com os seus amigalhaços das FARC por quem, afirmam ainda forças reaccionárias, se perdeu de amores (coisa notoriamente burguesa).

Caso Ingrid resolva pretender reatar negociações de paz com as FARC, desconhece-se em que qualidade sairá pelo Aeroporto da Portela: se como refém das forças libertadoras se como acusadora de Portugal pelo fraco desempenho dos seus serviços de protecção à sua pessoa.

Dos idiotas e inúteis

Os kamaradas que o cromo Bernardino Soares classifica como "democratas", voltam a torturar desportistas face a maus resultados.

Não é novo. Tem acontecido, no passado recente e mesmo mais distante, regimes ditatoriais sociais-fascistas aplicarem tortura aos seus atletas face a frouxos resultados.

Voltando à bernardínica luminária, se a entrevista tivesse tido lugar durante o consulado de Saramago ao leme da união das repúblicas do Diário de Notícias, seria interessante saber-se se o deslize seria aplacado por Saramago ou se ele, pura e simplesmente, ratificaria as declarações do nosso zenital deputado, colega, entretanto, de Rita Rato.

Entretanto desconhece-se a posição da malta do 5 Dias relativamente ao assunto. Atrevo-me a antever a convocação de mais uma manifestação "anti-sionista" à porta da Embaixada de Israel.

domingo, 8 de agosto de 2010

Enquanto...


... o Hamas e o Hezbollah ensinam os filhos como serem mártires suicidas, os talibãs matam as mulheres que querem ir à escola, os sheiks contam petrodollars e os iranianos interpretam a teocracia dos servos de Allah, o Misericordioso, os israelitas, perdão!, os sionistas vão construindo o seu jardim de Iavé.
Gautama, entretanto, ri.

Excertos de uma entrevista a Pilar del Rio...


... ao DN Artes (clicar aqui, para ler a totalidade):

(…)
Os portugueses ficaram muito espantados por ter pedido a nacionalidade. Qual foi mesmo a razão?
Emocional. Sem razão. Creio que lho devo isso, ponto.
E está a pensar viver mais tempo em Portugal?
Isso estava previsto desde que iniciámos a Fundação [José Saramago] e o nosso projecto era passar por ano, pelo menos, seis meses em Portugal. O que aconteceu é que pusemos em marcha a Fundação, mas a doença impediu--nos desse projecto.
Mas nunca pensara antes pedir a nacionalidade portuguesa?
Pensámos em vários momentos conjuntamente. Ele, pedir a espanhola, e eu, a portuguesa. Termos dupla nacionalidade os dois, mas eu recusei sempre que ele pedisse a espanhola.
Porquê?
Porque ele é um símbolo de Portugal e parecia-me que tinha de ser português a 100%, sem nenhum outro documento.

(…)

Se a questão do Panteão nunca se pôs para José Saramago, também a presença de Cavaco Silva no funeral foi uma falsa questão?
Quero deixar claro que Cavaco fez o que tinha a fazer.
Não ir foi o mais correcto?
Sim. Saramago e ele não tinham partilhado a vida e, por dignidade, muito menos teriam de partilhar esse momento final. Enviou as suas condolências e fez o que tinha a fazer. Eu não entrei nunca nessa polémica sobre se Cavaco teria de ir ou não porque me parece que aconteceu o que deveria.

(…)

Como vai acabar a disputa com o fisco em Espanha?
Não sei no que vai dar! Saramago pagava onde tinha de pagar; como tinha de pagar; no momento em que tinha que pagar e o que tinha de pagar. Sem nenhuma engenharia financeira, sem nenhuma dedução por causa da Fundação, e fê-la com o seu dinheiro. Pôs os seus direitos de autor a pagar os ordenados das pessoas porque não era para ter vantagens. Porquê? Porque acreditou que poderia partilhar dessa maneira, e o que as finanças espanholas fizeram não tem nome.
Foi uma insensibilidade a questão ser anunciada após a morte?
Não, não. A insensibilidade foi dos meios de comunicação, porque isto aconteceu em Abril. A sentença já tinha saído mas publicaram-na no dia do funeral por alguma razão. Para nós não tem nenhuma interferência, porque Saramago cumpriu civicamente com os seus deveres e, quando isto começou há dez anos, pediu auxílio ao Governo de Portugal. O primeiro-ministro de Portugal e o primeiro-ministro de Espanha disseram-lhe que estava resolvido, e creio que ambos estavam convencidos de que assim era. Por outro lado, acredito que houve alguém dentro do fisco espanhol que teve muito empenho em que isto não estivesse resolvido.
Qual terá sido a razão?
Creio que foi uma perseguição claramente política. Quando o primeiro-ministro de Portugal e o primeiro-ministro de Espanha juntos disseram a Saramago que "isto está solucionado" é porque ambos acreditavam que estava. Mas desde logo alguém lhes estava a mentir. E foi aqui de Espanha, de alguém muito concreto de Espanha. (...)

(...)

sábado, 7 de agosto de 2010

Da incapacidade em prever-se o reverso

Há uns anos pareceu ter-se percebido que, nas TVs, a orgia de imagens de incêndios estaria a incentivar uns quantos malucos a incendiar. Com a algazarra habitual e grunhidos de censura chegou-se ao acordo entre TVs que consistia em evitar-se grandes quantidades de imagens com grandes planos de chamas, aquilo a que se chamava "imagens dramáticas" ou "imagens de especial beleza".

Poucos anos passaram e tudo foi pelo cano abaixo.

Em qualquer sociedade há uma suficiente concentração de malucos ou desequilibrados capazes de incendiar porque a Katinha não deixou ir ao trazeiro ou porque o pai lhe deu um par de lostras por ele lhe ter bifado uns cobres da carteira ou, até, porque o mato ter muita bicheza.

Nestes anos investiu-se em meios de combate e, com eles, aumentou novamente o desleixo. Com mais meios já se pode dormir descansado. A floresta cresceu, aumentou em densidade geral e os malucos e irresponsáveis por aí andam e andarão ...

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Da supervisão de opinião


O governo português resolveu supervisionar a opinião que as agências de notação financeira têm de Portugal.

A medida é tão pacóvia que pouco interessa referir que as agências mais importantes nem se encontram (fisicamente) em Portugal. É tão pacóvia que nem vale a pena referir que os clientes dessas agências são aqueles a quem o estado português não só não paga o que deve como se atreve a pedir mais para pagar o juro do que não paga.

Se a medida não fosse apenas para manter feliz a esquerdalhada e tivesse real poder seria óbvio que as agências sairiam do território aplicando mais uma cabazada ao índice do caloteiro Portugal.

Não servindo para nada implica que mais uns tantos boys tenham com que se entreter sugando o contribuinte directamente ou indirectamente.

Nos meios da reacção especula-se que a próxima medida irá dar poderes à CMVM para supervisionar a própria opinião que os especuladores credores têm do nosso país ou até poderes para supervisionar a opinião dos próprios eleitores com verificação da actividade da caneta no boletim de voto.

Muito, mas mesmo muito...


quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Dos congelados


No Peru mais de 400 pessoas, a maioria crianças, morreram recentemente de frio (-24grC).

Notícias mais recentes aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
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Da incompetência da Sapo


Fiquei ontem desconfiado que a Sapo andava a maximizar a utilização de banda obrigando os seus clientes a download de vídeos sem que estes tivessem sido activados.

Quando uma pessoa depara com uma janela de um vídeo e até que clique na seta ">" (reprodução ou 'play') a transferência desse vídeo para o computador não se inicia. É assim com todos os servidores à excepção da Sapo, local onde estão alojados, por exemplo, os vídeos da SIC.

Reparei ontem que de cada vez que visitava o Fiel Inimigo se iniciava um furioso processo de transferência de ... mais de 1 gigabyte!

Investigando, tratei de transferir um par desses vídeos para outro servidor de forma a perceber se tal se confirmava. À medida que ia transferindo o material a quantidade de dados transferidos baixava radicalmente.

A coisa é tão cretina que apesar da transferência sem pedido ter lugar, se o visitante carregar no 'play' a transferência desse vídeo reinicia-se duplicando a banda consumida.

Estou na recta final desse processo, a meio desta tarde já deverá estar transferido o último vídeo.

Em especial àqueles que têm limitação de banda e em particular aos que poderão utilizar banda larga (dispositivos similares a 'pens' que usam os recursos da rede telemóvel) e apesar se ser alheio à cretina manobra da Sapo, o departamento de caça à incompetência em tecnologia do Fiel Inimigo pede desculpa aos leitores.

Não sendo possível percorrer todo o arquivo do Fiel Inimigo em busca de outros casos de gravidade equivalnte aconselho os leitores a manterem a atenção aos medidores de banda (Gestor de Tarefas do Windows) ou a tentarem a utilização deste 'gadget' que deverão configurar para o relacionar com o dispositivo de ligação em causa. Em caso de dificuldade tentarei ajudar.

Troco

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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Palin Says Obama Lacks Cojones



Mais, aqui.
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Exibição esplendorosa do estado da justiça e do país!..


Luís Villas-Boas

Mais um ataque do capitalismo sionista aos direitos dos trabalhadores





Para contrariar a medida revolucionária de estatização global da economia, o regime cubano decidiu despedir milhares de funcionários públicos implementando ainda a medida ultra-neo-liberal que permitam a formação de pequenas empresas.

A medida só pode resultar de infiltrações da CIA e do desenfreado e sionista capitalismo especulativo.

Raul Castro fala em "flexibilização", vector do pesporrento ataque aos direitos adquiridos pelos laboriosos trabalhadores.

Os Cubanos que decidirem formar empresas poderão contratar funcionários que explorarão até à medula numa escravização sem limites e sem direitos. É o retorno ao tempo em que os Estados Unidos exploravam a ilha como um bordel.

Inconscientes de uma medida equivalente ao desembarque dos marines nas praias cubanas e denotando já efeitos da vertigem do lucro, alguns cubanos dizem ser uma boa ideia porque "precisam comer".

O Ministro da Economia, ao serviço do capitalismo de casino, tenta abafar o escândalo declarando que "não se pode falar de reformas. É uma actualização do modelo económico cubano, onde vão primar as práticas económicas do socialismo e não do mercado". Alguns socialistas mais esclarecidos desconfiam que "eles nunca fazem nada para perder. Vamos ver quanto vão cobrar em impostos".

Raul Castro, inconsciente da hiper-produtividade da economia cubana e incapaz de perceber a bondade da redistribuição da riqueza decidiu ainda deixar de subsidiar quem optou por não trabalhar.

Alguns "economistas", certamente picados pelo mosquito do capitalismo das off-shores e do consumismo, pretendem "elevar o poder de compra", para contornar o "mercado negro".

Não há dúvida. Este mundo está perdido. Deverá Chavez enviar os bombardeiros russos para repor nos eixos a revolução aplicando um bloqueio aéreo, naval e até talvez terrestre a cuba?

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Do sindicalismo de bigorna

Muito embora Carvalho da Silva declare que as condições de vida dos chineses tenham melhorado substancialmente graças aos neo-liberais, ele diz que as deslocalizações não se fazem para melhorar a vida dos chineses. A Carvalho da Silva não interessa que as condições de vida dos chineses melhores. Interessa-lhe apenas as pretensas intenções do investidor.

- A prégação não resolve o problema - responde Medina Carreira

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Diz Carvalho da Silva:

"A Europa [mutatis mutandis] não tem identidade colectiva". Pois não. E porque carga de água havia de ter? A "Europa" é constituída por uma colecção de identidades colectivas chamadas países.

(Citando Bento de Jesus Caraça): "Nós não temos que nos adaptar, nós temos que viver o tempo em que estamos". Bom, temos dificuldades porque insistimos militantemente em não nos adaptarmos ao tempo em que estamos ... mas temos que viver o tempo em que estamos. E já encontrámos a solução para o dilema: pedir emprestado, pedir emprestado, pedir emprestado, pedir emprestado, pedir emprestado, pedir emprestado, pedir emprestado, ...

...

Carvalho da Silva ... ai ai ... tão ridículo que dói. Dispara frases fragmentadas e fragmentárias.

...

Diz Carvalho da Silva:

- Portugal tem que pôr os seus actores económicos a apresentar projectos ...

... saia mais um plano quinquenal para a mesa do canto.

- O dinheiro apareceu para dar aos privados.

Pois. Os estados gostam de empresários que se encostam a ele porque os boys esperam sempre ganhar influência por essa via.

- Todos querem vender ... essa lógica vai ter que ser recomposta.

- [Para investir] É preciso ir buscar dinheiro onde ele existe.

Carvalho da Silva insiste nesta ideia peregrina pela qual 'alguém' tem que ir buscar dinheiro a algum lado para investir. Mas não está interessado em captar investidores. Quer dinheiro sem investidores. Entre Março de 2009 e Março de 2010 endividá-mo-nos mais 50 mil milhões de euros e Carvalho da Silva diz que é preciso ir buscar dinheiro onde ele existe.

Carvalho da Silva culpa as multinacionais por elas procurarem melhores paragens por todo o mundo. Todo o mundo percebe que é fundamental captar essas multinacionais menos os nossos sociais governantes e Carvalho da Silva. Carvalho da Silva contenta-se em dar lições de "moral" à multinacionais mas não se preocupa em perceber que tudo no mundo tem uma relação custo-benefício e que as multi-nacionais não andam distraídas.

...

Medina Carreira para Carvalho da Silva:

- O Senhor não progrediu uma polegada nos últimos anos.

...

Carvalho da Silva não percebe de todo, que o mundo continua e continuará a girar sem as suas iluminadas tiradas de beata pacóvia. Com ou sem Portugal, com ou sem a "Europa do social", o mundo continuará a girar.


domingo, 1 de agosto de 2010

Ensinar...


... a hipocrisia será pedagógico? Ou ter-se-á, afinal, desmascarado apenas definitivamente a personificação da dissimulação de um qualquer "romance educativo" para jovens?

Árabes: todos iguais todos diferentes


Por Khaled Abu Toameh, xornalista palestino.
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O autor do seguinte artigo, refírese á case nula repercusión que recibe na prensa internacional, acerca dos distintos abusos cometidos por diferentes estados árabes contra os palestinos. "Non só aos palestinos que viven en Líbano foilles negado o dereito á propiedade, senón que ademais, non teñen dereito a seguridade social para o coidado da saúde... Pode alguén imaxinar cal sería a reacción na comunidade internacional se, mañá, Israel aprobase unha lei que prohibe aos seus cidadáns árabes traballar como taxistas, xornalistas, médicos, cociñeiros, mozos, enxeñeiros e avogados?"
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Cando foi a última vez que o Consello de Seguridade de Nacións Unidas se reuniu para condenar a un goberno árabe polos seus malos tratos cara aos palestinos? Como é que, grupos e individuos que se autodenominan "propalestinos" chegan aos campus universitarios en EEUU e Canadá, e permanecen en silencio cando Xordania revoga a cidadanía a miles de palestinos?
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A apremiante situación dos palestinos que viven en países árabes en xeral, e en Líbano en particular, é sempre ignorada pola opinión dominante da prensa en Occidente. Como é que ignoran o feito de que Exipto, Siria, Líbano, Xordania e moitos países árabes máis continúan impondo severas restricións ás viaxes de palestinos? E onde se sitúan eses grupos e individuos respecto ao actual debate libanés sobre se outorgar, aos palestinos, os dereitos básicos negados durante longo tempo, incluíndo emprego, seguridade social e asistencia médica? Ou seica non escoitaron sobre este debate? É probable que non, xa que o caso non atraeu a atención da maioría dos comentaristas e correspondentes de Medio Oriente. Unha historia de noticias de palestinos, que non inclúan un ángulo anti-Israel, raramente se sitúa nas primeiras planas dos xornais occidentais. A demolición dun edificio ilegal -de propiedade árabe- en Jerusalem é, para a maioría dos correspondentes, máis importante que centos de miles de palestinos que en Líbano, continúan sufrindo por unha serie de restricións humillantes.
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Reacción, nalgúns casos...
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Non só aos palestinos que viven en Líbano foilles negado o dereito á propiedade, senón que ademais, non cualifican para o coidado da saúde e teñen prohibido -por lei- traballar nunha gran cantidade de empregos. Pode alguén imaxinar cal sería a reacción na comunidade internacional se, mañá, Israel aprobase unha lei que prohiba aos seus cidadáns árabes traballar como taxistas, xornalistas, médicos, cociñeiros, mozos, enxeñeiros e avogados? Ou se o Ministerio de Educación de Israel implementara unha directiva que vetase aos mozos árabes matricularse en universidades e escolas? Pero quen dixo que as autoridades libanesas non fixeron nada para "mellorar" a situación? De feito, os palestinos - que viven nese país - deberían estar agradecidos ao goberno libanés. Até 2005, a Lei prohibiu aos palestinos traballar en 72 profesións. Agora, a lista de empregos reduciuse a 50. Aínda, aos palestinos non lles está autorizado traballar como médicos, xornalistas, farmacéuticos ou avogados en Líbano. Para un palestino, ironicamente, é moito máis fácil adquirir a cidadanía americana e canadense que un pasaporte dun país árabe. No pasado, os palestinos -que vivían en Cisxordania e na Franxa de Gaza- eran mesmo autorizados a recibir a cidadanía israelí se casaban cun cidadán israelí, ou se reencontraban coas súas familias dentro do país. Agora, os políticos libaneses están a debater unha nova lexislación que puidese outorgar "dereitos civís" aos palestinos, por primeira vez en 62 anos. O novo proxecto de Lei inclúe o dereito á propiedade privada, a seguridade social e asistencia de saúde. Moitos libaneses se opoñen á lexislación por medo a que puidese facilitar o camiño á integración dos palestinos dentro de a súa sociedade e puidesen constituír unha carga para a economía.
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O acalorado debate provocou que o Parlamento libanés pospuxese a votación do proxecto de lei até o próximo mes. Nadim Khoury, director do Human Rights Watch en Beirut, dixo: "Líbano colocou á marxe aos refuxiados palestinos durante décadas e, o Parlamento, debería aproveitar esta oportunidade para dar volta a páxina e pór fin á discriminación contra os palestinos". Rami Khouri, destacado xornalista libanés, escribiu en The Daily Star que "todos os países árabes maltratan a millóns de traballadores estranxeiros árabes, asiáticos e africanos, que sempre son considerados un pouco mellor que os escravos ou os traballadores contratados... Os malos tratos, as pésimas condicións de vida e o traballo limitado, a seguridade social e os dereitos á propiedade dos palestinos (en Líbano) son unha persistente mancha negra moral". Os xornalistas estranxeiros xustifican, sempre, a súa escasísima ou nula información sobre o sufrimento de palestinos no mundo árabe citando as "preocupacións de seguridade" e a dificultade en obter un visado de entrada a un país árabe. Pero esas son escusas débiles e desde logo inaceptables, dado o feito de que, a maioría, aínda poden escribir acerca destas cuestións desde os seus seguros despachos e fogares en Nova York, Londres e Paris. Non é seica o que case todos fan cando escriben acerca da situación en Cisxordania e a Franxa de Gaza?

No tempo em que havia alguns comunistas...


... que eram gente (fotografia recolhida em http://circulodepoesia.blogspot.com/2009).

Está escrito nos astros.

À medida que o "projecto" socialista de Chavez adorado e bajulado pela esquerdalha lusa se vai desintegrando em fome e miséria, aumenta a necessidade de se encontrar um culpado para o desaire. Uribe vem mesmo a calhar e Chavez trata de desempoeirar as armas.

Oxalá passe um cometa com rota para a Coreia do Norte e que dê uma boleia a Chavez. Na pátria 'do' kamarada kim Il Sung o esquerdalho Chavez poderá gozar as delícias do socialismo já bem sedimentado.

Diz que é vítima da "interpretação" errada

A nossa estratosférica Ministra da Educação é uma das mais absurdas luminárias que alguma vez morou na 5 de Outubro.

Propôs que se pensasse abolir os exames e vem agora reclamar que não propôs que se abolissem os exames, apenas que se pensasse no assunto e que é vítima da acusação de ter pensado em acabar com os exames.

Cara Ministra: nem os vendedores de banha da cobra têm tanta lata.

Abaixo a segregação de género


Que tal promover uma manifestação à porta da Embaixada de Israel exigindo aos sionistas a aprovação do casamento homossexual no Afeganistão?

sábado, 31 de julho de 2010

Pura "filosofia" em forma de bolha

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Analfabetos no governo


Conversa da greta

Didier Lockwood & Henri Texier: "Summertime" (Cascais Jazz, 1980)

Quanto mais estado mais dinheiro torrado


A saga governamental socialista de torrar dinheiro é de tal ordem que consome o Sol que era suposto banhar as alfaces.

"Jornalismo"?

... dos direitos dos ricos e dos pobres.



Há nuances neste assunto com que não estarei exactamente de acordo (o suficiente para o referir).

Não me agrada que o nome das pessoas seja trazido à praça pública porque nas situações em causa acarreta alguma espécie de condenação mesmo que eventual.

Agrada-me ainda menos a exposição da imagem das pessoas nas TVs. Ultimamente distorce-se (e bem) a imagem dos policiais mas não a imagem dos arguidos, condenados, etc. Isto constitui, quando a mim, uma pena acrescida não resultante de julgamento.

...

O videograma acima aborda ainda o livro Paradise Lost de Giles Milton, sobre a destruição de Smyrna em 1922.

...

Ainda relativamente às alcunhas, estou-me absolutamente nas tintas para o nome real dos comentadores ou articulistas dos blogs. Se eles entenderem (para o bem e para o mal) usá-lo, é com eles. Mas até para efeitos da minha liberdade no contra-comentário prefiro que usem 'nicks' ou alcunhas. Interessa-me o argumento e não a pessoa e, quando a pessoa por detrás da alcunha exercita a estupidez ao ponto em que se torne difícil não o referir, resisto muito mais se se trata de uma nome mesmo que aparentemente real que duma alcunha.

Resumindo, quem avança para o comentário corre o risco de se sair bem ou de se sair mal (e deve ter disso consciência) mas torna mais difícil a resposta pois não permite meter a pessoa e o argumento no mesmo saco. No caso dos 'nicks' ou alcunhas esbate-se a distância entra a pessoa e o argumento. Também disso devem ter consciência quem escolhe essa via (e por essa razão me estou nas tintas se me chamam comunista ou nazi, sinónimos, aliás). Para o bem e para o mal não pretendo qualquer tipo do coroas, de espinhos ou de louro.

Da derrocada da imprensa ...

... e da novilíngua que tudo vai empestando.




Actualização (10:40):

Ao minuto 10, Pacheco Pereira mostra, aparentemente, estranheza pela escolha de Eduardo Pita. Será a escolha função de uma qualquer comissão para o género?

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Agenda para amanhã


Mas pode ser já hoje...!!!

Horrrrrrrrror


"Asesino Castro" ???



Ariel Sigler, preso político (???) cubano, foi libertado e chegou ao território controlado pelo capitalismo sssssionista.

Diz que está feliz por estar num território onde se respeitam os direitos humanos!!! Tendo vindo do paraíso socialista onde corre o leite e o mel que quererá ele dizer com isso?

Diz que espera tratar da sua saúde. Da sua saúde? Mas não veio ele da ilha onde reina o mais perfeito serviço nacional de saúde de toda a galáxia? Não veio ele da ilha onde há mais médicos que mosquitos e onde a produção de medicamentos é de tal forma excedentária que é necessário dinamitar os laboratórios onde são produzidos sob pena de ocorrer o afundamento da ilha?

Diz que há presos políticos nas masmorras cubanas. Referir-se-á a Guantânamo, já desmantelada pelo profeta Hussein?

Finalmente proclama "Abaixo a [???] dentadura" ??? ... "asesino Castro" ??? Valha-nos São Anacleto. Já se lhe nota a falta de medicamentos.

Plano Inclinado

António Feio

1954-2010

quinta-feira, 29 de julho de 2010


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Será possível conciliar estas duas coisas?
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Será possível que estas duas coisas co-existam num estado de direito particularmente após 6 anos de investigações?
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O verdadeiro artista - II


O primeiro ministro de Portugal, José Sócrates, declarou a 4 de Julho que ...
Um primeiro ministro não pode deixar-se encurralar. Nenhum governo gosta que lhe dobrem o braço. Um primeiro ministro não pode deixar-se encurralar.
Tratava-se de espernear face à sua incapacidade em evitar ficar encurralado. Foi incurralado e sentindo-se em tal posição disparou a bomba atómica, a golden-share, tentando desenvencilhar-se. De facto desenvencilhou-se temporariamente da posição de encurralado.

Parece, entretanto, que a empresa brasileira Vivo era propriedade de uma outra, holandesa, que por sua vez era propriedade da PT e da Telefónica. Deslocado o negócio para a Holanda não havia forma de usar de novo a bomba atómica e o negócio foi feito a valores similares ao anteriormente acertado e sabotado por José Sócrates, desta vez com a sua e efusiva aceitação.

Sócrates deixou-se encurralar, esperneou, e finalmente aquela coisa impensável por que ele tanto barafustou, aconteceu. Da segunda vez já não se deixou encurralar. Ficou quietinho tanto quanto devia ter ficado da vez inicial. No cômputo geral torceram-lhe o braço o outro braço e a famosa penca.