Teste

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sábado, 14 de janeiro de 2012

Tariq Ramadan à Antena 1, 8 de Janeiro de 2012

Fico com a impressão que veio a Portugal para tentar instigar a comunidade muçulmana à guerra santa.



Actualização.

Ficou a saber-se, a 17 de Março de 2018, que o zote é, entre outras requintadas 'qualidades', academicamente, um embuste.

A "europa" dos sacristães


Evidentemente que este meu artigo resultou de uma dica da Mossad que, como se sabe, para além de merecer toda a respeitabilidade se mantém bem informada.

De uma forma ou outra, aposto que não é ainda desta que os europeus se apercebem que para garantir a Europa da liberdade há que enterrar a "europa" do social, da fraternidade e da igualdade.

Entretanto a comunicação social tem mantido uma cortina de fumo relativamente aos detalhes do downgrade. Aqui ficam os pormenores:

http://www.standardandpoors.com/ratings/articles/en/us/?articleType=HTML&assetID=1245327294763

Bruxelas continua agarrada ao tacho tentando evitar ser imolada na pira de regulamentação que a todos sufoca.

Segundo dicas igualmente da Mossad, não está prevista a discussão no parlamento francês de legislação criminalizando o negacionismo da hecatombe europeia. Mesmo assim o governo francês já afirmou cobras e lagartos relativamente a um a coisa que considera irrelevante.

Da pedralhada


Segundo a SIC, o ex-militante e ex-deputado do PCP e do PS, ex-Secretário de Estado da Administração Interna e ex-Secretário da Justiça de José Sócrates, José Magalhães, terá, no decorrer do desempenho destas últimas funções e utilizando para tal dinheiros públicos, decorado profusamente o seu gabinete oficial com símbolos maçónicos.
Ainda estive para escrever um pequeno texto satírico sobre o caso, mas achei que a personagem não merece sequer figurar numa anedota do António Sala.
Bom fim-de-semana.

E se a democracia significar nazismo...


Porque amanhã é Domingo, proposta de Mahler: Sinfonia nº 10

Gustav Mahler - Symphony No. 10 (Deryck Cooke ver.)

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Um, dó, li, tá...!


Euro collapse

Uma busca no Google por "euro collapse" produz 635.000 'hits'. Sem aspas, 30.600.000.

Software finório

A Portugal resta as empresas os empresários e os portugueses em geral que sobram da debandada geral provocada pela asfixia regulamentadora, dos impostos e de uma "educação" destinada a garantir que se chega à maioridade com o que se tinha na cabeça quando se nasceu.

Na vasta maioria das empresas  quem trabalha com computadores não usa mais que e-mail, processamento de texto e folha de cálculo. Usa-se, naturalmente, software relativo à actividade da empresa mas o sacrossanto Windows e Office da Microsoft estão sistematicamente presentes.

99.9% das pessoas que usam estes programas não necessitam mais que o trivial do trivial e o muitíssimo mais que o trivial está disponíveis, sem custos, no Open Office.

Pois gasta-se anualmente uma incomensurável fortuna em software da Microsoft exactamente para ser usado por quem apenas usa, de facto, apenas 0.1% daquilo que tem pela frente. Finalmente alguém do Governo descobriu que não é função do contribuinte manter feliz a Microsoft. Porra, até que enfim.

E o Ministério da "Educação"? Microsoft, Microsoft, Microsoft.Nas saldas de aula? Microsoft, Microsoft, Microsoft.

Porra. Acabem com esta merda.

Há software gratuito? O Ministério da Educação que o coloque nas salas de aula. Há empresas que preferem usar software caro? Que paguem a formação aos trabalhadores. Tanto quanto sei as empresas aderirão sem resistência à utilização de software gratuito mas convém que o Estado deixe de lhes enviar ficheiros em formatos que desnecessariamente obrigam a gastar dinheiro.

Socialismo e aberração

[não tive tempo para rever o texto]

Há coisas para as quais as anteriores soluções deixam de funcionar.

Vejamos um caso anterior. Há uns anos instalou-se esta coisa imbecil de se atafulharem as caixas de correio das pessoas e empresas com publicidade. O caso das pessoas é mais crítico porque não se estando em casa diariamente só se abre a caixa esporadicamente.

As caixas de correio existem porque há uma relação implícita com as empresas de (inicialmente) correios ou transportes em geral que resulta da necessidade de se receber algo que nos é enviado.

Tendo alguém percebido que as caixas de correio eram um excelente meio para publicidade eram às dezenas a quantidade de porcarias que entravam nas caixas obrigando os donos das caixas a seleccionar a legítima correspondência da trampa que lá era depositada. Frequentemente os legítimos transportadores não conseguiam deixar a missiva por falta de espaço.

Relativamente a correio do mesmo teor enviado com destinatário, havia a possibilidade de se reclamar junto do remetente ou, simplesmente, devolver invocando uma qualquer razão.

Regulamentação mais ou menos adequada cria um autocolante que deve ser respeitado e que deve inibir que lá seja deixado tudo o que não seja endereçado à excepção de um pequeno leque de entidades mais ou menos encaradas como de utilidade. Sob pena de ficarem na alçada da fúria dos locatários, as empresas que distribuem o referido lixo respeitam, relativamente bem, o autocolante.

Infelizmente algumas almas mais ou menos apalermadas das cúpulas dos correios resolveram inventar uma coisa a que clamam "info-mail" que, segundo eles, lhes dá o "direito" de subverterem a sua relação com o próprio cliente depositando lixo num local que deveriam ser eles os primeiros a respeitar.

No caso do e-mail as coisas são diferentes porque o meio é extremamente flexível. O estado das coisa giras e sociais tratou também de legislar para que e-mail não fosse abusivamente depositado nas respectivas caixas. Foi o desastre. A legislação acabou por estar, de facto, ao serviço de quem faz trampa. "Mas o destinatário pode pedir que o seu nome seja retirado" dizem os defensores. O problema é que esse pedido serve como confirmação de que esse endereço está efectivamente em actividade aumentando o seu valor de marketing desse endereço de e-mail e permitindo que as bases de dados que, para o efeito, circulam pela nuvem da Internet se mantenham funcionais. A solução para este caso foi encontrada por empresas que operam na internet e que geram as chamadas listas negras de desrespeitadores. Quem desrespeitar ou pactuar com o desrespeito vai parar à lista negra vendo subir em flecha o índice de desconfiança que lhe é atribuido. A adesão a este processo é facultativo mas quem não colaborar com ele verá subir sensivelmente o referido índice de desconfiança em relação a si próprio. É o chamado controlo flexível, do mundo real, que responde com flexibilidade a uma coisa muito flexível. A legislação nunca conseguirá ter utilidade neste processo.

Com o audiovisual tem-se passado coisa idêntica mas as empresas produtoras e/ou de distribuição ainda não perceberam que terão que encontrar uma solução no mundo do real e insistem, com a colaboração de una tantos palermas, que se legisle abundantemente.

A pirataria de material audiovisual será sempre imparável porque já existem métodos que funcionam em nuvem, para distribuir ficheiros cifrados entre todo o tipo de redes possíveis e imaginários. Não é mais possível tentar que sejam uns quantos "malandros" a pagarem o prejuízo de uma tecnologia que, não tarda nada, até nos secadores de cabelo será instalada. Mais, é até possível vender-se um dispositivo que nada tenha a ver com imagem ou som e actualizá-lo posteriormente instalando software para que ele os possa poder manipular.

... mas as fascistas aventesmas da regulação regulamentação e legislação no absurdo insistem que ...

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Che Guevara: Anatomia de um Mito

Sem ser por nada...



... ou nem por isso, lembrei-me deste texto de Vasco Pulido Valente, saído no jornal Público de 30/11/2007:

A mulher e a religião

"É sem dúvida lamentável que a gente que escreveu o Antigo Testamento entre o século X e o século II a.C. não conhecesse e privasse com o dra. Augusta e o dr. Mário Soares, para vantagem da humanidade e da correcção política."
Ao que dizem, presidiu o dr. Mário Soares esta semana a um curioso colóquio sobre "A mulher nas religiões". Não que o assunto em si mereça a mais remota crítica. Toda a gente tem o direito de falar do que lhe apetecer. Mas, pelo jornais, parece que tanto o dr. Mário Soares como, por assim dizer, os "coloquiantes", penetrados pelo justo e meritório princípio da igualdade de género, criticaram duramente o papel da mulher no cristianismo e no judaísmo (no islamismo, pelo menos directamente, ninguém tocou). O dr. Mário Soares, por exemplo, citando a Bíblia em seu apoio (a notícia não especifica a passagem), lamentou que a mulher fosse considerada propriedade do homem. E a sra. dra. Manuela Augusta, do PS, declarou que, ao "discriminar a mulher", "um grande número de religiões pregou em vão, agiu de má-fé" e "desrespeitou o sagrado e o divino".
É sem dúvida lamentável que a gente que escreveu o Antigo Testamento entre o século X e o século II a.C. não conhecesse e privasse com o dra. Augusta e o dr. Mário Soares, para vantagem da humanidade e da correcção política. Sobretudo, como hoje se constata, a ausência da dra. Augusta (e do PS) foi trágica. Nem Jesus se conseguiu salvar da catástrofe, embora o dr. Soares, tentando apaziguar as coisas, admitisse que o Novo Testamento "adoçou um pouco a imagem da mulher" e a dra. Vilaça, socióloga, simpaticamente observasse que, no catolicismo, o "culto mariano e a importância" da figura da mãe compensavam "de certa forma" a notória perversidade de Roma. Estas consolações não comoveram a audiência.
Em desespero de causa, o teólogo Bento Domingues, deste jornal, resolveu garantir que, na tradição da sua Igreja, "o cristianismo é uma invenção de mulheres, seduzidas por um Cristo feminista". Por abjecta ignorância (e reverência), não me atrevo a discutir com frei Bento uma tese tão inquietante. Só sei que nem esta ideia radical abalou a dra. Augusta. A dra. Augusta "não fica descansada" lá porque a mulher "é enaltecida" em "textos religiosos". De maneira nenhuma. Como presidente do Departamento das Mulheres Socialistas, uma seita temível, não descansa enquanto não corrigir em pessoa, e em assembleia geral, os "textos religiosos" que por aí andam a pregar, com insídia, a supremacia do homem.
Para terminar o colóquio numa nota alegre, o dr. Mário Soares confessou que se Deus de facto existir lhe dirá, como Mitterrand: "Afinal existes." Gostaria de prevenir o dr. Mário Soares que, se Deus de facto existir, Mitterrand tratou provavelmente com outra Entidade.

Social parvoeira

A "europa" da solidariedade, fraternidade, igualdade, enfim, o perfeito bicho burocrático-socialista fez tanta asneira que a economia parou.

Portugal, e Grécia que nunca levantaram voo a mais de dois palmos de altura, atascaram-se rapidamente no lodo não só da ineficiência como da dívida. Outros países que de há muito voavam mais alto, começaram a aproximar-se da zona de turbulência mas ainda não o suficiente para abrir rachas nos sinos.

Apesar do alarme andar nas bocas do mundo, a preocupação parece concentrar-se com os países mais trafulhas: Portugal, Grécia, Espanha, Itália. Uns quantos mais andam em palpos de aranha.

De uma forma ou outra e estando a "europa" com crescimento praticamente de zero, a coisa rachará não tarda muito e tanto mas que a maioria dos países insistem em continuar em estado de negação.

Mesmo que Portugal continue a fazer o que tem que fazer (tem feito),  a burocracia de Bruxelas tudo encrava  e o estado de negação no resto da "europa" cedo inviabilizará a possibilidade de se continuarem a tomar as medidas adequadas, deixando a "europa" à beira de deixar de ser "garantia de paz e sossego" e passando a certificado de turbulência e conflitos que nunca se sabe onde acabarão.

Dos sociais redistribuidores

Fiquei ontem a saber por fonte geralmente bem informada que esta medida se destina a recuperar dinheiro da segurança social 'redistribuido' por luminárias peritas em gastar o dinheiro dos outros e que servia para comprar votos que garantiram que um partido político ganhasse umas eleições que permitiram que uma colecção de figuras sinistras continuasse a enterrar Portugal num inédito e filosófico caldo lodoso.

Muitos dos destinatários do Subsídio de Reinsersão Social eram (e são) funcionários dos quadros do estado.

Não há notícia que a Judiciária esteja no terreno investigando quem propunha a pessoas que recebiam salários por conta de outrem que 'aproveitassem' brechas burocráticas estatais 'seguras', mas percebe-se que do social voluntarismo resultou uma cruzinha de voto bem massajada.

É curioso que a comunicação social não se interrogue quais os canais que possibilitaram a 117 mil pessoas serem parte de um processo envolvendo 570 milhões de euros nem se a verba em causa exclui redistribuição temporalmente já fora da alçada da justiça.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

João Galamba continua a galambar.

A rainha Beatriz na Papua Nova Guiné



A visita de ontem da rainha Beatriz da Holanda a Abu-Dabi, nomeadamente uma visita à grande mesquita local, onde Sua Majestade vestia um véu islâmico, provocou uma forte reacção do partido de Geert Wilders: "isto não é uma contribuição para a emancipação da mulher."

O Ministro dos Negócios Estrangeiros, Uri Rosenthal, e os Serviços da Casa Real reagiram quase em uníssono (parecia que já contavam com problemas!) dizendo que a rainha e a princesa Máxima mais não fizeram do que respeitar costumes locais. Habitual em visitas deste tipo.

A Lucky TV aproveitou esta deixa para demonstrar que certas regras locais são bastante mais respeitadas do que outras! Como se pode ver no vídeo aqui incluído e que foi imediatamente publicado no DDS (blog holandês da corda) e onde eu coloquei legendas em português. No DDS houve mesmo quem comentasse que "isto se trata apenas de uma retribuição simpática da rainha Beatriz pelo respeito que os muçulmanos normalmente demonstram por costumes locais..." -  fui eu claro...




terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Medina Carreira - 15 - OnO

Maçonaria: trauma de infância...

Isto é uma dedicatória ao Streetwarrior,  pelo seu combate sem tréguas contra a maçonaria.

Tenho cá uma fezada que a maçonaria, muito falada actualmente em Portugal, é um trauma que se manifesta em homens adultos, mas que foi provocada durante a infância por uma grande carência de brincadeira devido certamente a pais demasiadamente ambiciosos ou opressores. Todos nós, à excepção dos maçons, tivemos durante a nossa infância um sítio escondido, secreto, que só nós e os nossos amigos mais íntimos conheciam. Refiro-me nomeadamente, mas não só, ao brincar às cabanas. Nos maçons essa necessidade premente de recrear a experiência das cabanas, do só-nós-é-que-sabemos, aparece inevitavelmente tarde, quando já são adultos. E é compreensível que a coisa tenha que ser mantida em segredo. Ninguém gosta de apregoar as suas taras aos sete ventos! Sejam elas brincar com comboios eléctricos, soldados de chumbo ou vestir um avental de couro e celebrar ritos estranhos… 


A minha cabana e dos meus capangas, no bairro do Cedro em Gaia, encontrava-se a 6 metros de altura, no topo de um carvalheiro milenar situado num espécie de jardim junto à escola. Aí passamos grande parte da nossa infância contando anedotas, trocando cromos de futebol ou fazendo considerações sexuais sobre as mulheres que passavam por baixo sem nos ver – havia mesmo quem aproveitasse o momento para ‘esfolar o galho’, passe a expressão mas fica muito bem neste contexto. Até cagar lá de cima era possível, tal era o nosso à vontade no topo desta árvore! Os cagalhões estatelavam-se no início do tronco, o que impedia durante uns dias outros de iniciar a já de si difícil escalada.               maçon antes de colocar o avental

E assim passávamos as férias de verão, como tantos outros rapazes espalhados pelo país: ouvindo Beatles e gravando peidos num gravador de fita no quarto dos Rufinos até altas horas da madrugada. Os peidos, filtrados por um amplificador e reproduzidos com muitos decibéis através de colunas poderosíssimas acordavam a família e a vizinhança e provocava em nós uma alegria infinda e uma galhofa que durava horas – isso sem ajuda de haxixe ou outros estimulantes de que nós ainda não conhecíamos a existência. Enfim, era melhor do que sexo, coisa que também  só conhecíamos de revistas. E a falta  
de sexo impelia-nos inevitavelmente para actividades agressivas. Como por exemplo combates de bolotas. Era perigoso e aleijava pra caraças, mas

sempre era menos grave do que atirar pedras em direcção de um bairro limítrofe, chamado “bairro das quatrocentas” (era constituído por 400 casas). Para chegar às quatrocentas as pedras tinham que descrever um arco por cima da auto-estrada A1 que separa os dois bairros e que tinha sido acabada de construír, ligando apenas o Porto aos Carvalhos.  É claro que havia sempre uns nabos que não conseguiam lançar as pedras para o outro lado e elas caiam encima dos carros! Na altura o facto foi publicado nos jornais e visto como acto de vandalismo contra automobilistas! Mas não, era apenas aselhice. Confesso que nunca acertei num carro. Não é para me gabar, mas atirar pedras a grande distância era dos melhorezinhos…

E quando não jogávamos futebol, o nosso ‘core business’ a seguir a tocar à sebastiana, roubávamos fruta em Laborim (zona rural). Aproveitando logo a seguir para nadar numa presa de água, conhecida pela “presa das senhoras” e que ficava junto a uma mina abandonada de volfrâmio. Entre dois mergulhos penetrávamos por vezes no interior da mina para caçar morcegos, libertando-os mais tarde em sítio que pudesse assustar gente, e os pobres morcegos. Enquanto uns nadavam, outros cabrões havia que se divertiam a “ferrar a pulga”: dar um nó bastante esticado nas peúgas ou calças dos incautos! Imagine-se a filha-da-putice, uma pessoa querer vestir-se e não poder…

Na tal presa tínhamos frequentemente um conflito de interesses com o lavrador dos campos anexos. Eu explico. O lavrador servia-se da presa como fonte de rega para o seu milheiral, e por isso, quando julgava oportuno, abria uma das extremidades para a água poder correr livremente para os seus campos. O nosso interesse era precisamente contrário: fechar a presa o mais depressa possível para que houvesse água suficiente para nadar e dar um cafunho sem enterrar os cornos no lodo depositado no fundo da presa. Quando o lavrador, a centenas de metros da presa, notava que a água não corria, vinha sorrateiro entre o milho armado com uma vara (a gente dizia fueiro) e, sem dizer água vai, toca de malhar em todo aquele que não fugisse a tempo ou mergulhasse na presa…

Por vezes algum de nós antecipava a chegada do lavrador, avisando imediatamente a malta com a palavra de ordem que todos nós conhecíamos: OLH’ Ó VELHOTE…. Era o sinal para recolher a roupa e em pêlo atravessar o milheiral (que sofria bastante) em correria desenfreada. Do outro lado do campo de milho havia um tanque onde mulheres lavavam a roupa. Ao verem-nos passar a correr naqueles propósitos: nus, descalços e com a roupa debaixo do braço, havia sempre uma que exclamava: ISTO É GANDULAGE DO CEDRO…

Da gandulage do Cedro, que eu saiba, nenhum ingressou na maçonaria….



segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O perigo do totalitarismo

Relativamente (suponho) a este artigo:

Gonzo: salto qualitativo socialista

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Saltos Qualitativos

[apontado por um leitor]

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 26 de dezembro de 2011

Quando falo da transmutação de direitos humanos elementares em instrumentos de controle opressivo, por favor resguardem-se de ver nesse fenômeno um processo histórico-social espontâneo, um “resultado impremeditado das ações humanas”, como diria Max Weber. É transformação planejada. Estrategistas de grande porte controlam o processo, sabendo que os resultados finais serão muito diferentes daqueles esperados pela massa ignara de militantes, idiotas úteis e, é claro, inimigos também. Nenhuma proposta social vinda de cérebros marxistas tem jamais – repito: jamais – as finalidades nominais com que se apresenta ao público geral. As verdadeiras finalidades só são conhecidas daqueles que têm as qualificações intelectuais para participar das discussões sérias num círculo mais discreto de planejadores e líderes. Nada é secreto, mas, na prática, a lógica da coisa é inacessível tanto aos militantes comuns quanto, mais ainda, ao público leigo.

Um exemplo clássico é a estratégia Cloward-Piven (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/090305dc.html), alardeada como um plano de ajuda aos desamparados, mas, no círculo íntimo, admitida francamente como um artifício para gerar crise econômica, quebrar a previdência social e deixar, no fim das contas, os desamparados ainda mais desamparados – o que será em seguida explorado para impelir ao movimento um “salto qualitativo”, passando das meras reivindicações previdenciárias ao clamor revolucionário ostensivo do Occupy Wall Street. Tudo isso pensado com meio século de antecedência. O público leigo e mesmo os analistas políticos usuais logo perdem o fio da meada e não atinam com a continuidade do processo, enquanto os planejadores comunistas, habituados a cálculos de longuíssimo prazo, vão conduzindo o fluxo da transformação desde uma confortável invisibilidade, disfarçados em “fatores estruturais”, “causas sociais” e mil e uma camuflagens verbais elegantes que impedem o público de enxergar os verdadeiros agentes por trás de tudo.

A expressão “salto qualitativo” é a chave do negócio. Nenhum intelectual marxista de certo gabarito ignora essa teoria de inspiração hegeliana, exposta por Mao Dzedong mas implícita na doutrina de Marx desde o começo. Diz ela que qualquer acumulação quantitativa, ultrapassado um certo limite, produz uma mudança da qualidade, do estado, das propriedades do fator acumulado. O exemplo clássico dado por Mao é o da água que, aquecida, se transforma em vapor, perdendo propriedades que tinha no estado líquido e adquirindo novas que são inerentes ao estado gasoso.

Não é, como pensava Mao, uma lei universal, aplicável a todas as esferas da realidade. É no entanto uma constatação empírica, que vale para certos conjuntos de fenômenos, especialmente da sociedade humana. Baseei-me nela, por exemplo, para descrever a figura do “metacapitalista”: o sujeito que enriquece tanto com a liberdade econômica que, depois de um certo ponto, já não pode mais sujeitar-se às oscilações do mercado e tem de passar a controlá-lo. A transfiguração do capitalista em monopolista é um “salto qualitativo”. A imagem da água e do vapor não é uma fórmula geral, é apenas um símbolo, que condensa analogicamente vários processos similares. Mas, dentro de certos limites, esses processos funcionam.

Sempre que a intelligentzia revolucionária lança campanhas que persistentemente impelem a sociedade numa certa direção, é porque sabe que o acúmulo de forças nessa direção chegará por fim a um "salto qualitativo", desviando o conjunto para um rumo totalmente diverso e produzindo resultados que a maioria sonsa contemplará atônita, sem saber de onde vieram. Só à luz do cálculo marxista esses resultados fazem sentido, mas mesmo dentro do movimento revolucionário só os happy few sabem fazer esse cálculo e gerenciar sua aplicação racional. Não é assunto para qualquer militante bobão, nem para qualquer bobão liberal-conservador que meça o QI dos comunistas pelo dele próprio.

A facilidade com que os artífices da mutação revolucionária levam a sociedade para onde bem desejam contrasta da maneira mais patética, é verdade, com a sua total incapacidade de criar uma economia decente a partir do momento em que destróem o último inimigo e assumem o controle absoluto do poder estatal.

Os liberais, que só pensam em economia e vêem a impotência do socialismo nessa área, deduzem daí que o marxismo é falso em tudo, um amontoado de besteiras que não merece atenção. Mas o marxismo só é uma teoria econômica em aparência. Ele é, a rigor, a teoria e estratégia da transformação revolucionária da sociedade – e, nesse campo, é perfeitamente realista e eficiente. O fato de que não sirva para fazer uma economia prosperar não significa que seja incapaz de destruir muitas economias, muitas sociedades, muitas nações, e, mesmo no meio do mais majestoso fracasso econômico, aumentar o poder internacional da elite revolucionária, como de fato aconteceu desde a queda da URSS. O sentimento de superioridade que os liberais têm ante o marxismo é como o de um empresário de boxe que, por saber fazer dinheiro com esse esporte, se imaginasse também habilitado a subir ao ringue e nocautear Wladimir Klitschko. Não existe superioridade absoluta, transferível automaticamente a todos os domínios da ação humana. Eu, por exemplo, sou capaz de fazer em picadinhos qualquer debatedor comunista que se meta a besta comigo, mas, se fosse competir com um deles em matéria de sugar verbas estatais, não saberia nem por onde começar. Quanto mais eles perdem a discussão, mais se enchem de dinheiro.

domingo, 8 de janeiro de 2012

“Uma História Contada Como Deve Ser – Sem Copos” – Ilustrada

Abaixo fica um contributo para ilustrar os sucessos socialistas descritos no post do Carmo da Rosa sobre a construção do socialismo na Alemanha iniciada em 1933. As evoluções do socialismo subsequentes, também descritas no post, podem ser ilustradas com imagens de cariz semelhante.

Trata-se de uma fotografia de um cartaz de propaganda nazi ao socialismo alemão colocada algures no Portugal da década de 1940. Ao tempo, Portugal já era um país com fortes traços socialistas, mas na versão de branda ditadura de inspiração católica.



(Imagem picada não sei onde, sem copos.)

Plataforma 231

Recebi por e-mail uma missiva apontando para um projecto que não sei exactamente classificar (com que nalgumas alíneas não concordo), mas que aqui fica para quem quiser visitar.

Trabalhos oficinais

Longe vai o tempo em que Portugal tinha significativa indústria, longe vai o tempo em que na Sorefame e Cometna se fabricavam comboios

No ProfBlog continua a discussão sobre o que fazer com a formação profissional em particular se devem voltar a ser executados trabalhos oficinais.

Não percebo muito bem como pode haver indústria se não se começa por trabalhos oficinais, como pode haver literatura se não se aprende a ler e escrever. A verdade é que vai sendo cada vez mais raro encontrar um técnico de trabalho mecânico que saiba utilizar um martelo, um serrote, uma lima.

Há quem diga que a industria hoje se baseia em equipamento sofisticado e que já não é necessário executar as referidas habilidades. O problema é que se aspira sempre a trabalhar com tecnologia de ponta esquecendo-se que essa tecnologia é ponta de uma pirâmide de camadas de trabalho mais básico cada uma servindo de trampolim de acesso à camada acima.


Nos últimos 30 anos entretivemos-nos a perder tempo recuando nele e deitando fora não só o ensino técnico-mecânico como a indústria que lhe dá saída, sustento e criação de riqueza. Resolveu apostar-se nos ... serviços.

Encontramo-nos hoje orgulhosamente sós, desfasados no tempo, mais desfasados do resto do muno que há 30 anos atrás. Tudo está por fazer, tudo terá que ser feito.

Da criatividade nos provérbios


Ele...


... e o Pingo Doce.

"É a minha obrigação enquanto muçulmano atacar os infiéis"

[Este vídeo não poderá provavelmente ser visto por muito tempo por haver problemas de copyright. Aliás, já lhe falta a última parte.]

Nota: em Portugal não tem havido haver qualquer razão para preocupação relativamente à comunidade muçulmana mas a vinda de Tariq Ramadan à Gulbenkian e a julgar pela entrevista que ouvi hoje na Antena 1 (aos 31:25) já não fico tão descansado. O discurso dele tresanda a uma investida da sharia.

Brasil: Kit gay para crianças

MEC irá distribuir KIT GAY nas escolas para crianças de 7 a 10 anos. Veja Vídeo!
Crianças das escolas públicas de todo o Brasil receberão um DVD com cenas de homossexualismo, que será distribuído em 2011. Já existe até uma petição contra essa ação do Ministério da Educação (MEC) na internet. Deixe o seu comentário abaixo sobre essa importante questão!

Estamos ainda a acomodarnos àquilo que valemos

Via ProfBlog:

No DN.

Chocado


Socialismo


Transcrevo abaixo o excelente artigo publicado no Lisboa-Tel Aviv. Ao ler o texto recordei as palavras de um amigo, já idoso, que andou pela antiga RDA.

Contava ele que na antiga RDA tinha sido atribuída uma distinção qualquer a um gajo que tinha descoberto uma forma de poupar dinheiro na produção de pantufas. A piramidal ideia consistia em se abolir a pantufa esquerda e pantufa direita e em fabricar um formato único que servisse aos dois pés. Segundo esse meu amigo, pelo menos em determinado período (algures pelos anos 60? 70?), não haveria na RDA pantufas para cada pé.
O PCP é talvez o partido que mais vezes profere as palavras liberdade e democracia. Fazem parte da trilogia da propaganda oficial comunista. Mas quando se passa da teoria das palavras bonitas para a realidade dos factos, o que se vê é que o PCP é um feroz inimigo da liberdade e da democracia. A nível internacional o triste exemplo do apoio ao regime mais repressivo do planeta, o norte-coreano. A nível interno as inúmeras ideias estapafúrdias que visam a limitação da liberdade, como é o caso da proposta para a proibição das chamadas marcas brancas. Para o PCP é ilegítima a existência dessas marcas, devendo os consumidores ficar cingidos à liberdade de escolher apenas as marcas mais caras e que alegadamente respeitem os produtores portugueses. Sendo o certificado de respeitabilidade emitido por um qualquer departamento do Estado.
Esta proposta não surge por acaso, ela enquadra-se na velha aspiração comunista da planificação económica, na qual o Estado determina tudo o que pode ser fabricado ou não, as quantidades, e as marcas que podem existir.
Assim, para já apenas deviam existir as marcas que respeitassem os produtores - outra palavra sempre na boca do PCP - numa fase futura, quando o socialismo for atingido, só haverá uma marca de cada produto e de excelente qualidade. É que o dirá depois a propaganda. Foi assim com o papel higiénico da Alemanha de Leste, que ficou famoso pelos seus anúncios televisivos e pelos seus elevados padrões de limpeza.

Caça a Bin Laden

sábado, 7 de janeiro de 2012

Renegada!


TIREM-ME DESTE FIIIIIIIILLLLLME

Fernando Nobre assume-se "maçon adormecido"

Era maçon quanto concorreu à eleições europeias pelo Bloco de Esquerda.

2006 Grand Prix - super 6th frame

SORGIFICAÇÃO SOCIALISTA


Quem avisa socialista é

Queria avisar os meus colegas de redacção para terem cuidado com a pinga, os leitores já começaram a notar “um abuso generalizado de bebida” (dixit Sorge na caixa de comentários).

Este hábito afecta a qualidade dos artigos e as teorias aqui expostas. Veja-se por exemplo a insistência, devido certamente aos copos, em falar constantemente em choque de civilizações, quando todos nós sabemos que se trata apenas de ficção científica fabricada pela CIA para vender jogos de computador. A verdade é que as diferentes civilizações se amam mutuamente, e isso pode ser visto e comprovado diariamente nos telejornais e Internet do mundo inteiro.

A ignorância das massas

Como diz Sorge e muito bem, é preciso ter em conta a “ignorância  das massas”. As massas, e nisto temos que acabar com hipocrisias e dar razão a Sorge, na realidade só servem para fazer número em manifestações de cariz socialista. Mas depois das manifestações feitas e os cartazes descolados das paredes, são os doutores revolucionários que ocupam os lugares no parlamento - era o que faltava!. Mas não julguem que os doutores revolucionários, apesar dos seus muitos afazeres, se esquecem ou desligam das massas. Não senhora. Uma vez por ano têm a atenção de organizar uma grande festa (chamada do Avante) para as massas, ao nível das massas, com intervenções para as massas, enfim, uma maçada! Enquanto eles, a elite revolucionária, compreensivelmente, prefere deslocar-se a Bayreuth, ao festival de Wagner ou a Avignon, ver teatro. Sempre é outra coisa e não ficam com o fatos italianos e os sapatos de berloques a cheirar a sardinha assada…

Outro pormenor em que se nota um uso exagerado de vinho tinto por parte da redacção do FIEL, é nunca focar “o projecto bárbaro dos nazis e dos americanos” que, como diz Sorge e mais uma vez muito bem, “varia no bigode do boss e em outros detalhes de estilo.” (Não quero responder pelos meus colegas, mas é verdade que eu próprio nunca me lembrei deste pormenor – culpa da Macieira 3 estrelas).

A história agora contada como deve ser – sem copos

Havia na Europa realmente um projecto bárbaro. O socialista Adolfo Hitler ganhou em 1933 as eleições na Alemanha com o seu NSDAP (Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães). E com o apoio das massas, o Adolfo começou imediatamente a fazer auto-estradas a dar c’um pau - as primeiras auto-estradas na história da humanidade - e até criou o Volkswagen (o carro do povo). Picante detalhe, parece que foi desenhado pelo Chico dos Porches Balsemão!. E a história poderia ter ficado por aqui. As massas alemães já tinham as melhores estradas do mundo, um carro desenhado pelo Porsche acessível a todas as bolsas, reforma (os primeiros), férias pagas, campos de férias e festivais de música clássica para as massas: Wagner, Bach, Liszt, Mozart (outra coisa que as Festas do Avante com o Vitorino e o Janita Salomé!). Mas o Adolfo, como todos os socialistas, querem sempre mais. E mais significa transformar o seu partido em PARTIDO ÚNICO e acabar com a democracia parlamentar, uma coisa burguesa. O resto é conhecido. A Europa a ferro e fogo esquartejada entre dois socialismos: o nacional e o marxista.

É aqui que entram os americanos, os “patetas de Westpoint”, como diz Sorge. E entram um pouco tarde, porque o exército do pai das massas trabalhadoras, o José Estaline, já se encontrava em Berlim, tendo já libertado metade da Europa e preparando-se para libertar a outra metade. Que oportunidade que não seria para nós portugueses: o 25 de Abril em 1945, reforma agrária do Minho ao Algarve e Festa do Avante uma vez por mês. Como a história é cruel… Tudo culpa dos patetas de Westpoint, que vieram tarde e a más horas meter o bedelho onde não eram chamados.

E que fazem os americanos entre 1942 e 1945?

Os espertalhões, só para chatear, travam o avanço das tropas libertadoras soviéticas, nomeadamente o General Patton, que a mascar chiclete e armado em cóbói com as suas pistolas Smith & Wesson se pôs a insultar os russos de sevandijas! Os russos, cansados de guerra e para evitar chatices com os malcriados americanos, tentam salvar o que podem e ficam-se por Berlim. Mas tiveram o cuidado de construir um belo e sofisticado muro para proteger a Europa libertada (o chamado Pacto de Varsóvia) da perniciosa influência dos Yanks, com os seus chicletes, Jazz, blues, filmes de cóbóis com pistolas Smith & Wesson e porrada em bares ordinários acompanhada de muita copofonia. (O ciclo completa-se e assim compreende-se melhor de onde vem a influência no FIEL INIMIGO de beber uísque enquanto se bloga).

Vaclav Havel, o maluquinho

A Europa Oriental, libertada pelas tropas soviéticas, vivia atrás do muro sossegadinha e em plena liberdade, com excelentes condições secundárias de trabalho, qualidade de vida, desporto ao alcance das massas, e onde os desportistas de alta competição se sacrificavam voluntariamente a mudar de sexo para ganhar medalhas de ouro nos jogos Olímpicos em prol da pátria socialista. A saúde era de alto nível e gratuita. A psiquiatria, avançadíssima, onde nas famosas Psikuchas eram tratadas com sucesso doenças mentais até à época julgadas incuráveis, como a dissidência (os doentes, sem qualquer motivo berram que querem democracia) Maluqueiras!!! Note-se que o recentemente falecido ex-presidente da Republica Checa, Vaclav Havel, foi tratado com sucesso durante cinco anos numa destas Psikuchas nos anos 70 do século passado. (Havel passava o tempo a escrever cartas incoerentes (estilo Faustino) acerca de liberdade e democracia! No auge da sua maluqueira escreveu 77 Cartas de uma vez…)

Entretanto no lado Ocidental, que estava claramente sob a influência dos patetas de Westpoint, era a bagunça que nós todos sabemos: Maios de 68, festivais-da-pouca-vergonha-Woodstock, rapazes com cabelos à bítla, raparigas nuas em parques, a pílula, homossexuais, sexo livre, drogas e música pop. Tudo isto financiado com o Plan Marshal. Dinheiro que os americanos roubaram (há que dizer a verdade) aos povos da América Latina ou vice versa, para corromper, mas sobretudo alienar as massas europeias dos verdadeiros problemas: fome, miséria, xenofobismo e mais umas coisas que já não me lembro (o álcool!).

A destruição do Muro de Berlim

Com medo que o socialismo se instalasse definitivamente no lado Ocidental da Europa, o imperialismo acelerou o processo de demonização do Pacto de Varsóvia, que vivia, como já vimos, sossegado e em pleno esplendor económico do outro lado do muro. Resultado, em 1989 o agente da CIA, Michael Gorvachov, com a sua filosofia rasca de GLAS NOST (em russo significa banalmente ‘o nosso copo’: cá temos a bebida outra vez como um perfeito leitmotiv!) dá o pontapé de partida para a destruição do Muro de Berlim, que tanto trabalho deu a construir e que protegia a população oriental da má influência capitalista. Quem não se lembra das dramáticas imagens? Bichas de famílias alemãs a fugirem nos seus BMW de oito cilindros para a RDA a reboque de Trabantes, um produto do Wissenschaftswunder des Sozialismus (se não souberem o que isto quer dizer, perguntem ao Sorge que ele sabe). Tudo isto é triste como uma tasca de província ao domingo à tarde: relato de futebol na rádio e capitalismo dos Urais até à Bááxa...

Do mundo do "Pingo Doce" pseudo-mandatado



Quem é o "Pingo Doce" para falar em nome dos "colaboradores"?

Lista de 250 gordas escandaleiras ...

... que desabrocharam após a libertação de e-mails (5.000) sobre o aquecimento global denominada Climategate 2.

De notar que foram libertados mais de 200.000 e-mails adicionais mas o seu conteúdo encontra-se fortemente cifrado não podendo ser ainda avaliado.

Informação complementar:


Lista quase completa das desgraças supostamente geradas pelo aquecimento global.

Porque amanhã é Domingo: Mozart por Karajan

Sob proposta do Portugal dos Pequeninos:


Exemplo provavelmente supremo de quando uma orquestra vale pelo menos o quadrado do somatório dos seus componentes.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Blogs do ano 2011

Clicar a imagem.

A votação terá início a 15 de Janeiro.

O Fiel Inimigo está na corrida.

Nivaldo Cordeiro - Obama desarma EUA


O assunto recordou-me parte da obra de Robert Heinlein, em particular um dos livros cujo título não consigo de momento recordar, mas aqui fica um excerto da Wikipedia sobre a geo-política terrestre abordada num outro livro dele.

Earth politics and background history

The novel indicates that Earth had experienced a nuclear world war (the "Wet Firecracker War") in the past century, although no significant traces of devastation are apparent at the time of the novel's setting.

Other changes include unification of the entire North American continent under a successor government to the United States, and political unification of South America, Europe, and Africa into mega-states. The Soviet Union seems to have lost the land east of the Urals to China into a rump state, and China has conquered all of East Asia, Southeast Asia, eastern Australia, and New Zealand (deporting unwanted people to Luna in the process). This Chinese aggrandizement is similar to that described in Tunnel in the Sky and, to a lesser extent, Sixth Column. The militarily dominant nations seem to be North America and China. India is overcrowded but seems able to obtain much of the wheat shipments from Luna.

It is suggested that the Western nations, including North America, have become corrupt and authoritarian, while holding on to the vestiges of the pre-war democratic idealism in propaganda and popular culture. China is portrayed as plainly and unabashedly despotic, but no less technically advanced than the West. The Soviet Union seems to have relatively little influence, whereas the Lunar Authority itself is portrayed as corrupt. Most of Earth seems to have been split into several large nations, most joined together by the Federated Nations. They include the North American Directorate, Great China, Soviet Union, Pan Africa, Brazil (hinted to include all of South America), and a European coalition (named "Mitteleuropa" in Chapter 25, Paragraph #8). Individual nations such as Chad (the first to recognize Luna), India, and Egypt are also named.

FAUSTINAÇÃO GALOPANTE...



As minorias geracionais que obviamente se integram em costumes ancestrais, fazem fricção nos nativos pretos que poderiam vir a ser presidentes da América, do Canadá e da Austrália. E eu pergunto-me, porque não de Portugal? A não ser que seja um problema epistemológico do conceito de religião disfarçado de racismo! Como no tempo do D. Manuel I que queria uma solução godotiana  passadista (ou seria wilderiana!? Veremos isso mais tarde)  e que obrigou os portugueses a emigrar. Isso fez com que viessem para cá os hunos, os árabes e outros invasores de todo o lado.

Ora, quando esta gente começou a matar cineastas e coisas do género, dando-lhes pontapés no ….. , o homem branco, como O Lidador, teve que assumir a sua superioridade e fundou a escola do choque das civilizações. Que servia para alimentar mentes frágeis, ignorantes da questão e que não sabem nada da historia mas que vivem de nacionalismos e xenofobias. Ou vice versa!

Mas as pessoas, por desconhecimento da realidade, casaram com árabes e vice versa do Minho ao Algarve. O que pelos vistos não agradou a Dom Policarpo, e não é por causa da religião ou costumes, mas por causa dos hábitos modernos desligados da terra de origem tal como muitos lisboetas…

Mas Dom Policarpo também lhes disse: Vocês vivem no passado, haverá sempre fanáticos e haverá outros fanáticos que procuram nessa capa englobar todos. O que é preciso é pelo menos duas escolas que tenham o mesmo resultado: olho por olho, ódio por ódio. Ou vice versa!

P.S. Gostaria de acrescentar que este texto não seria possível sem a gentil colaboração de Dom Faustino, dos seus comentários em resposta a este post.

Pedro Osório - 1939-2012

Faleceu Pedro Osório.


Conheci-o nos antigos estúdios Rádio Triunfo, na Estrada da Luz em Lisboa. Andava de mota. Trabalhei com ele noutros estúdios e em vários projectos.

Era uma pessoa educada, afável, amiga e, evidentemente, era um excelente músico.

Quase sempre que ele e um flautista (que não recordo o nome) estavam presentes havia picardia, sempre entre sorrisos, por causa do campo ideológico que Pedro Osório tinha escolhido. Relativamente ao assunto ficou célebre a resposta de Thilo Krassmann dava à argumentação de Pedro Osório: "trrretas".

O desaparecimento de Pedro Osório foi, quanto a mim, uma significativa perca para a música e para Portugal.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Boa notícia: Parques eólicos suspensos

Via Eco-Tretas: 
3. O Governo decidiu suspender, com efeitos imediatos, a atribuição de potências de injeção na Rede Eléctrica de Serviço Público (RESP), ressalvando a possibilidade de poderem ser excepcionados casos de relevante interesse público, em situações a regulamentar por resolução do Conselho de Ministros.

Esta decisão decorre das orientações de política energética previstas no Programa do Governo e que apontam para a necessidade de ponderar e reavaliar o enquadramento legal da produção de eletricidade em regime especial.

Suspeito bem que muito português empenhou a casa para instalar um sistema fotovoltaico e vai agora ter que pagar a casa mais uma vez.

A EXPANSÃO DO SAARA É UM MITO...

Fiz a foto perto de Ouarzazate, quando estava a tentar 'entijolar' o camelo.

 
A expansão do Saara é um mito

Diversas desgraças neste mundo são atribuídas ao aquecimento do planeta (que não há maneira de se manifestar) provocado pelo homem.

Sob o título The Ground Zero Of Climate Change is Becomimg Green – Expanding Sahara Is A Myth, a revista alemã Der Spiegel publicou há tempos um artigo e, em conjunto com o geógrafo Chris Reij da Universidade de Amesterdão, fez um documentário onde demonstra que o Saara é cada vez mais verde.

O professor canadiano Pierre Gosselin (especialista em mudanças climáticas) diz no seu blog o seguinte:

Climate change because of man is causing more death and drought – especially in Africa, so claim the “experts”. But what we have to remember is that many of these “experts are not reliable and spend their time sitting in air conditioned offices in Zurich, London, or Manhattan and never really have gone out in the field and taken real scientific measurements. Many in fact just spew crap in the form of alarmist press releases to the gullible media.

Der Spiegel above brings a report on the Sahel Region of Africa, interviewing Dutch geographer Chris Reij of the University of Amsterdam. Reij says the opposite is occurring: the Sahara is shrinking. It is not expanding. Reij has been visiting and documenting “the greening of the Sahel Zone” for decades. According to Reij at the the 0:28 mark: The Sahara is not expanding. Sure there are still some areas of drought. But it is a popular myth that is gladly spread by the media that the Sahara is creeping southwards more and more every year. Also serious organizations claim this agaian and again. But it’s not true.”

As Der Spiegel shows at 0:58, trees are growing where 20 years ago there was only sand. And people are learning to manage the land and to reforest the area. “Here there’s more success than what people believe,” says Reij.

Der Spiegel concludes:

The Sahel zone is called the ground zero of climate change by UN officials. But now it’s getting green because of people on site have learned to help themselves.”

Thanks, Der Spiegel, for this bit of reality from Africa.
 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Sexo: Cuba, o bordel total ...

:) ... ou como todos acabaram fornicados.

Socialismo até ao vácuo

A nossa (salvo seja) esquerda continua empenhada em dizimar o que resta da população. Não contente com a razia que tem sido aplicada ao tecido económico do país, a esquerdalha Cro-Magnon e indignácara procura agora certificar-se que as barbearias que ainda sobram não deslocalizam o respectivo capital.

Entretanto e enquanto especialistas em circo, vão-se preocupando com os animais que ainda comem.

Por Cuba faz-se o contrário. A nossa (salvo seja) esquerda só terá conhecimento do último berro em avanço revolucionário lá mais para a próxima Festa do Avante.

SQUASH





Porque razão gosto muito de jogar squash?   

Porque acelera o aquecimento global. E é o que vou mesmo fazer dentro de uma hora. Aquecer...
  
Quem quiser saber mais sobre este desporto, pode carregar aqui ou fazer perguntas – mas por favor, não me venham com racismo, socialismo, islamofobismo, e mais coisas terminadas em ismo.

As "renováveis" e a escravatura - II

Confirma-se o que eu aqui dizia. A ERSE (via EcoTretas) confirma-o agora:
Para o estabelecimento das tarifas de 2012, estima-se que o consumo de energia eléctrica se situe cerca de 3% abaixo do valor homólogo de 2011.

Parte considerável dos custos a recuperar pelas tarifas são custos fixos que não variam com o consumo de energia eléctrica. Estes custos correspondem, essencialmente a: (i) investimento em infraestruturas de redes; (ii) custos de interesse económico geral e de política energética e (iii) ajustamentos tarifários referentes a anos anteriores.

Nessa medida, quando há uma diminuição do consumo de energia eléctrica verifica-se o aumento destes custos por unidade de energia eléctrica.

ProfBlogue

Tenho andado à trolha pelas caixas de comentário do ProfBlog onde o artigo do Prof. Ramiro Marques Enganar os alunos mais fracos, obrigando os professores a despachá-los para cima não é solução deu um sururu do camandro e do catano. A esquerdalha ficou possessa.

Socialismo de qualidade

«Temos de controlar bem os gajos que escrevem.»
Controlar, mas "bem".