Teste

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domingo, 17 de janeiro de 2010

A resposta do Ministro Canadiano da Defesa


Recebi um e-mail que gostaria de partilhar com os Fieís e com os demais eleitores. O conteúdo nele transcrito vem na sequência de uma carta escrita por uma cidadã Canadiana ao Ministério da Defesa do mesmo país. Vejamos como respondeu, pela própria mão, o na altura Ministro Canadiano da Defesa, Gordon O'Connor:

Cara cidadã inquieta,

Obrigado pela sua recente carta exprimindo a sua profunda preocupação a propósito da sorte dos terroristas da Al Qaeda capturados pelas forças Canadianas, transferidos de seguida para o Governo Afegão e presentemente detidos pelos seus oficiais nos centros nacionais de reagrupamento de prisioneiros do Afeganistão.

A nossa administração toma esse assunto muito a sério e a sua mensagem é recebida com muita atenção aqui em Ottawa.

Ficará feliz de saber que, graças à preocupação de cidadãs como a senhora, criámos um novo departamento na Defesa Nacional, que se chamará P.L.A.R.A, isto é "Programa dos Liberais que Assumem a Responsabilidade pelos Assassinos".

De acordo com as directrizes deste novo programa, decidimos eleger um terrorista e colocá-lo sob a vigilância pessoal da senhora.

O seu detido particular foi seleccionado e será conduzido sob escolta fortemente armada até ao domicílio da senhora em Toronto a partir da próxima Segunda-Feira.

Ali Mohammed Ahmed bin Mahmud (poderá chamar-lhe simplesmente Ahmed) será tratado segundo as normas que a senhora pessoalmente exigiu na carta de reclamação.

Provavelmente será necessário que a senhora recorra a assistentes. Nós faremos inspecções semanais a fim de nos certificarmos, com a mesma firmeza da sua carta, de que Ahmed beneficia realmente dos cuidados e de todas as atenções que nos recomenda.

Apesar de Ahmed ser um sociopata extremamente violento, esperamos que a sensibilidade da senhora ao que descreve como o seu "problema comportamental" o ajudará a ultrapassar as suas perturbações de carácter.

Talvez a senhora tenha razão quando descreve estes problemas como simples diferenças culturais.

Compreendemos que tenha a intenção de lhe proporcionar conselhos e educação ao domicílio.

O seu terrorista adoptado é temivelmente eficaz nas disciplinas de close-combat e pode dar fim a uma vida com objectos simples, tais como um lápis ou um corta-unhas.

Aconselhamo-la a não lhe pedir para fazer uma demonstração durante a próxima sessão do seu grupo de yoga.

Ele é igualmente especialista em explosivos e pode fabricá-los a partir de produtos domésticos. Talvez seja melhor que a senhora os guarde fechados à chave, salvo se considerar (segundo a opinião que exprime) que isso o possa ofender.

Ahmed não desejará manter relações com a senhora ou com as suas filhas (excepto sexuais), na medida em que considera que as mulheres são uma espécie de mercadoria sub-humana.

É um assunto particularmente sensível para ele, que é conhecido por manifestar reacções violentas em relação a mulheres que não se submetem aos critérios de vestuário que ele recomenda como mais próprios.

Estou convencido de que, com o tempo, virá a apreciar o anonimato que oferece a burkha. Recorde que isso faz parte do "respeito pelas crenças religiosas", como escreve na sua carta.

Mais uma vez, obrigado pelos seus cuidados. Apreciamos bastante que cidadãos nos indiquem como fazer bem o nosso trabalho e ocupar-nos dos nossos congéneres.

Tome bem conta de Ahmed e lembre-se de que a observaremos.

Boa sorte e que Deus a abençoe.

Cordialmente,

Gordon O'Connor

Ministro da Defesa Nacional

Aditamentos supérfluos


Chamem os checos

Amnesty International attacks meritocracy at Czech schools

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Playa de Madrid

A propósito de luminárias que consideram ser sua ilustre missão a subjugação do seu próprio povo a interesses alheios, há que seguir esta ilustre tirada.

Pela altura em que Portugal tinha províncias ultramarinas, tal afirmação seria, aos olhos das mesmas luminárias, vista como vinda de gente ao serviço dos esclavagistas colonizadores.

Dos artistas, definidores de "estádios diferentes de desenvolvmento"

Escreve Eduardo F. no Ambio:
Caro Henrique Pereira dos Santos,

Se não estou enganado, Yellowstone foi o primeiro parque natural (criado em 1872) que traduziu a preocupação ambientalista e conservacionista da natureza que só nos finais dos anos 60 do século passado ganhariam visibilidade. No início do século XX, e para falar de maravilhas mundiais, foi a vez do Grand Canyon.
Tudo isto me faz lembrar a notável ausência de pronunciamentos, por parte dos modernos ambientalistas, dos quilómetros cúbicos de terrenos envenenados na ex-RDA, que a Alemanha capitalista continua, ainda hoje, a tentar recuperar a custos gigantescos.

O outro "eixo" do movimento ambientalista - o da defesa da saúde - suscita-me também a evocação de memórias antigas, recentes e actuais quanto ao proibicionismo do DDT que, muito apropriadamente, se poderia catalogar como «perseguição directa de uma espécie» em particular: o homem que vive em zonas onde a malária é endémica.

Quanto a Malthus e às suas teorias e modernos seguidores (Clube de Roma, por exemplo, fundado em 1968) convirá ter presente que têm inspirado algumas posições que se poderiam catalogar de defensoras de "purgas divinas" nas variedades fulminantes ou moduladas de gradualidade. Falar do malthusianismo, nas diferentes formas, é falar de escassez. Logo, estamos no domínio da Economia, também designada de ciência da escassez e, por causa dela (escassez), da escolha.

E depois dos fracassos totais dos planeamentos centrais e da criação dos "modelos de input/output" (que vinham anunciar as escolhas "científicas"), é hoje indisputável que não há melhor mecanismo para lidar com a escassez que os "sinais" que os preços emitem (os Chineses e Vietnamitas perceberam, milhões de mortos depois, esta verdade elementar). Quando se manipulam os sinais (i.e.,os preços), todo o problema da escassez perde racionalidade económica e entramos no domínio da voluntarismo político e da engenharia social. Não recordo nenhum exemplo no mundo que não tenha resultado num duradouro desastre e/ou pobreza endémica, para além, claro, do cerceamento da Liberdade.

O futuro é incerto e, como tal, é perigoso. O homem comum receia tudo o que não conhece, detesta mudar e lida muito mal com a incerteza. Há alguns que querem "resolver" esta questão remetendo para o Estado a tomada de decisões que "libertem" os cidadãos de tão pesado fardo. São os novos totalitaristas.

Parafraseando Keynes, estaremos todos mortos no futuro. Por essa razão, a tomada de decisões políticas hoje cujo impacto, pela sua magnitude, só se irá verificar, por inteiro e em toda a escala a longo prazo, é de uma irresponsabilidade totalmente inaceitável por parte da geração que hoje toma decisões com base em scares induzidas por teorias e proposições hipotético-probabilísticas cuja sustentação é cada vez mais disputada no seio do corpo científico, mais que não seja pela manifesta incapacidade de explicar o porquê da realidade ser diferente daquela que os "modelos" previram.

Alguns querem fazer acreditar, a muitos, que a catástrofe é certa e que, provavelmente, «já não iremos a tempo de a evitar a menos que...». Outros - onde me incluo - fazem notar que a única coisa certa é o custo, o brutal custo que nos (a nós todos) pretendem fazer suportar. E a muitos, precisamente os mais pobres, pretender condená-los à pobreza.

Dos estádios diferentes de desenvolvimento e da saúde pública e medicina

I)Formou-se em medicina no Primeiro Instituto Médico de Leninegrado – hoje de novo S. Petersburgo – em 1969.

II) Especializou-se em Ginecologia em Dar-es-Salam.

III) Obteve um mestrado em Saúde Pública na Universidade de Antuérpia em 1980.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Porque o ocidente é superior

Das inconvenientes actividades do gang do IPCC

Estes 5 vídeos(1, 2, 3, 4 e 5) devem ser vistos, mas, se tiver pouco tempo veja, pelo menos, o 4.

Entretanto, membros da assembleia de crentes da religião do aquecimento global continuam com problemas de digestão. O climategate provocou-lhes um bloqueamento do piloro que resultou na incapacidade em digerir qualquer facto pós publicação das actas das cardinalícias reuniões. Há quem diga que receiam um outro bloqueamento: o da torrente de dinheiro arrancado aos bolsos dos contribuintes em direcção os seus próprios bolsos.

Imbuído do espírito do mais puro serviço público, o Fiel Inimigo continua a disponibilizar aqui a totalidade do arquivo das actividades do gang.

O alicate

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

E não se pode exterminá-los?

Há quem diga que se se cortar a cabeça a um frango a catanada, ele continua por ali fora sem se 'aperceber' que lhe falta a mona.

Pode parecer bizarro ser o corpo do frango a não se 'aperceber' que lhe falta a cabeça (deveria ser, evidentemente, a cabeça, a 'dar conta' da ausência do corpo), mas não é de espantar que a populaça amante de couratos assim pense.

O que é de espantar é ver gente "esclarecida" defender que, caso o dono de um carro não consiga provar ter verificado a pressão dos pneus nos últimos 30 dias, fica obrigado a deixar que a oficina lhe verifique a pressão e a oficina obrigada a verificar-lhe a dita. Que o nosso insigne-magalhânico (amen) Primeiro Ministro não saiba.

... lembrei-me agora que fui há pouco ao WC. Terei sacudido bem?

INTELECTUAIS E FUTEBOL...





O Mané do Café, pintor, escritor e o dono do café mais engraçado de Lisboa, o Tejo Bar em Alfama (perto da Igreja de Santo Estêvão), criou um blog para amantes de futebol discutirem acerca do assunto - o ESFEROPÉDIO - e lançou esta pergunta retórica, que parece já ter sido formulada em 1972 por Ruy Belo, jornalista de A Bola.


Quer-nos parecer que começa a ser tempo de o intelectual ou o artista irem perguntando a si próprios por que motivo o público que lhes falta esgota lotações dos estádios, num país subdesenvolvido do Ocidente ou numa república popular, pelo maduro prazer de assistir, durante noventa minutos, às aparentemente loucas correrias de um punhado de homens atrás de uma caprichosa bola de couro.

Aqui está a minha resposta com a grande ajuda do intelectual holandês August Willemsen:

É óbvio que um intelectual não atrai milhões de pessoas e serve apenas um público restrito, senão não era intelectual e diria as mesmas banalidades que o Cristiano Ronaldo ou o Edson Arantes do Nascimento.

Nos artistas a coisa complica-se. Há realmente também artistas que esgotam lotações nos estádios, por exemplo músicos populares, de preferência anglo-saxónicos. E o mais engraçado – para quem acha piada, eu não! – é que por vezes nem precisam de saber cantar ou tocar um instrumento! Basta colocar discos: veja-se a inexplicável popularidade do energúmeno DJ. Enquanto que outros artistas há, sobretudo os artistas plásticos, sobretudo os que têm veleidades intelectuais, que só são conhecidos entre a família e os amigos.

Entre estes últimos, alguns há que é realmente uma pena não serem mais conhecidos. Mas também há outros que devíamos dar graças a Deus pelo facto de eles não esgotarem lotações nos estádios, porque são REALMENTE MUITO CHATOS. São uma seca de alto lá com o charuto….

Também é preciso ter em conta que “as aparentemente loucas correrias de um punhado de homens atrás de uma caprichosa bola de couro”, é só aparentemente uma louca correria! Na realidade o futebol há muito tempo que deixou de ser desporto para ser uma reprodução da própria vida. A partir de agora dou a palavra a August Willemsen, que eu traduzi do holandês:

Eu próprio, em 1973, ouvi a história de um modesto empregado de mesa num restaurante da Praça Tiradentes no Rio de Janeiro. Depois do ‘Chile’ [Campeonato do Mundo de 1962 - CdR] ele começou a viver ainda mais poupadamente do que aquilo que já fazia. Do seu parco salário ele punha de lado quase tudo. A família passava privações mas ele tinha que ir a Inglaterra [Campeonato do Mundo de 1966 – CdR]. Houve familiares que contribuíram, e com essa ajuda e passando muitas necessidades, lá conseguiu juntar a soma necessária.

Mas com tudo isto, este homem modesto no Brasil, ainda não tinha resolvido todas as dificuldades. Quando tratou do passaporte e pediu um visto, as autoridades quiseram saber como é que ele, um simples empregado de mesa, tinha conseguido arranjar tanto dinheiro. Não queriam acreditar na sua história; roubo ou outra actividade suspeita parecia-lhes mais provável. Com muito esforço lá conseguiu convencer as autoridades, mas no aeroporto a aduana criou novamente dificuldades, achavam a coisa muita estranha. Lá conseguiu finalmente partir para Londres.


Para uma vitória miserável, dois jogos de merda e o Brasil eliminado na primeira-mão.

Isto passou-se há sete anos, ele deve ter contado a história umas cem vezes porque a contava com uma abnegação fatalista: ‘Essas coisas a gente esquece.’
Pensar nisso fazia-o sorrir; era eu quem tinha quase vontade de chorar. Apercebi-me que esta era a história de dezenas de milhares. E raramente reagi tão furiosamente contra as pessoas que olham o futebol com desdém, assim como contra os sentimentos que o futebol, segundo elas, provoca em muita gente.

Apesar de já ter descarregado a bílis noutras ocasiões, faço-o outra vez com muito prazer, contra os lugares-comuns levianos e idiotas, da moda e pedantes que dizem que o futebol (ou o desporto em geral) é o ópio do povo, [as outras religiões é que são o ópio do povo, e o Islão é uma overdose! – CdR] utilizado por regimes perversos para evitar que as pessoas se ocupem com política e problemas sociais. Pelo contrário, eu penso que aqueles que pensam desta forma são os que se colocam fora da realidade. Precisamente no Brasil o futebol é a mais autêntica manifestação da cultura actual.

A popularidade do futebol não flutua de maneira nenhuma com as mudanças de regimes ou de governos. Porque em países como o Brasil, duas horas de futebol são para milhões de pessoas o único escape para uma semana de frustrações e de humilhações. Através de um breve regresso ao seu tempo de criança, pela identificação com o seu herói, o torcedor pode transformar-se momentaneamente num vencedor e ser menos infeliz. Querer negar ao povo este pequeno prazer é querer castigar aqueles que no Brasil já são tão castigados, porque são ‘povo’.


Além de sádico é tacanho. Porque quem é esta gente?

É a bem dizer toda a gente. De todas as idades e de todas as classes. E eu penso que, se o futebol no Brasil une as classes sociais em vez de (como no meu país temos tendência a pensar e como é geralmente o caso) de as separar, isto deve-se a um existente denominador comum infantil. Eu uso a palavra com alguma hesitação porque dá imediatamente azo a associações com imbecilidade ou com o assumir de uma atitude arrogante. Mas eu refiro-me à infantilidade própria do homo ludens, à ingenuidade e à espontaneidade com que o ‘homem lúdico’ encara alegria e tristeza, e como a exprime. Isto é a essência da muita citada máxima de Armando Nogueira: ‘Para entender a alma do brasileiro, há que apanhá-lo no momento do golo.’

Mas porquê futebol e não outro desporto jogado com uma bola? Esta pergunta é válida para muitos países. Também não existe uma resposta exclusivamente brasileira. A tese de Armando Nogueira, de que o brasileiro pela sua alma ‘esférica’ estaria predisposto para o futebol é enternecedora e poética, mas falha por falta de consistência. Uma outra hipó(tese) tem a ver com o facto do futebol ser tão imprevisível, fazendo um apelo ao poder de improvisação, o que é uma característica essencial do comportamento do Brasileiro. Isto assim já me cheira.

Na realidade o futebol é também na Holanda dos desportos mais populares, enquanto que nós somos conhecidos por não ter poder de improvisação, mas nós também jogamos de maneira completamente diferente. Mesmo o nosso futebol lúdico dos anos ’70 era em grande parte baseado em padrões estudados – e é precisamente a isto que o brasileiro tem uma enorme aversão. A falta de precisão, o inesperado e o improvisar, tão característico no comportamento do brasileiro, reflecte-se também no futebol deles – mais do que em desportos jogados com a mão, porque com as mãos cometem-se menos erros. E marcam-se mais golos.

Isto é o que faz com que desportos como o andebol e o basquetebol sejam tão insuportáveis para os amantes de futebol. Há uma desproporcionalidade. Há golos a mais. Há uma inflação que faz com que o golo perca o seu valor como clímax. Nenhum mortal aguenta explodir vinte, muito menos cem vezes por partida num orgástico choro de alegria, ou entrar o mesmo número de vezes em depressão suicida.

Dos estúpidos que vivem no casulo da sua visão

Só os empresários que querem sabotar a grande obra do PS é que se preocupam com coisas comezinhas como o custo de cada posto de trabalho ou os custos directos e indirectos induzidos pela elevada carga fiscal. Ou, como diz o outro, “nunca vi um pessimista criar um posto de trabalho”. A realidade tornou-se dispensável.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Do glorioso trabalho do gang do IPCC

O gang do IPCC, sediado no CRU, previu, para Inglaterra, um inverno para churrascos ao ar livre.



Os mesmos artistas previram, simultâneamente, um inverno rigoroso.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Do alter-mercado da Religião do Aquecimento Global


A verdelhada-melancia, verde por fora vermelha por dentro, inventou o mercado de coisa nenhuma: o marcado do carbono.

Compra-se, vende-se, troca-se, e isso tudo, mas a coisa nem casca de caracol vale.

Claro que, naturalmente, o mercado do vácuo tem desvantagens. É difícil saber por onde anda a mercadoria. E vai daí, parece que 90% do mercado dos 'carbonos' é fraude.

Eu, francamente, acho 90% um milagre. Qualquer valor abaixo de 100% é milagre.

O mercado dos carbonos é um balão que está a ser enchido e está condenado a rebentar. Cá para mim está a engordar com dinheiro sacado aos bolsos dos contribuintes e aposto que, estoirando, vai descobrir-se que está ... vazio.

Pois.

José Rentes de Carvalho


ACT! for America Capitol Hill Report

Aposto que este vídeo é particularmente irritantes para a esquerdalhada. Héhééé.

Hoje, 2 anos de Fiel-Inimigo

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Economia para Tótós - Moral hazard

Educadinhos e bem comportados.

Já Salazar dizia: pobrezinhos mas limpinhos.

Trabalham que se fartam, "não protestam nada", recebem pouco e dão uma enorme margem de LUCRO ao patrão.

Curioso não se ouvir a esquerdalha reclamar que estes imigrantes sejam legalizados.

"Se vou trabalhar noutro país, não tenho que me emiscuir nos seus hábitos, nos métodos de trabalho nem na política." diz um dos operários. Não há dúvida, bem amestradinho.

Não é claro se o preço pago por Portugal ao patrão deles inclui o respectivo amestramento ou se as chicotadas e mordaças a que estão habituados são benesses não passíveis de comercialização.

....

Na Venezuela, entretanto ...
“Os burgueses já estão a falar em como os preços irão duplicar e que irão fechar os seus negócios”, disse Chávez na sua comunicação ao país “Alô Presidente”. “Povo, não se deixem roubar, denunciem-nos e serei capaz de nacionalizar esse negócio”, adiantou, acrescentando que já ordenou ao exército que formule “um plano de ofensiva” que passará pela tomada “de qualquer empresa, de qualquer tamanho, que jogue o jogo burguês da especulação”.
Pois claro. Chicotadas e mordaças com eles.



domingo, 10 de janeiro de 2010

Doutro Cardeal da Igreja do Aquecimento Global


Michael Mann, em mais um exercício de negacionismo: tudo o que fez, não fez.

Do Cardeal da Igreja do Aquecimento Global

During his tenure, first as director from 1982, and then as director-general of The Energy Research Institute (TERI) since 2001, Pachauri was a member of the boards of the Oil and Natural Gas Commission (ONGC), Indian Oil Corporation (IOC) and National Thermal Power Corporation (NTPC), three of India's biggest public sector energy companies, all of whom by the very nature of their business contribute heavily to greenhouse gas emissions. These emissions, according to the IPCC, are adding to the country's growing carbon footprint and hastening climate change.

UK Parliment’s Nick Griffin tells it like it is

Do caos e da ordem

Johann Sebastian Bach - Little Fugue BWV 578 - Wendy Carlos

Now watch this drive!




Directed by
Michael Moore

Buraco Change Obama

Minaretes?

Dos minaretes suíços todos se lembram. Foi um vendaval de indignação que soprou por essa Europa esquerdista.
Não houve opinador de esquerda que não tenha saltado como uma mola em defesa da "liberdade religiosa", contra o "racismo" e contra a "islamofobia".
Daniel Oliveira rechinou, Miguel Portas rasgou as vestes e bateu com os punhos no peito, enfim foi um ai jesus de condenações, alertas, insultos, apelos, ameaças, etc.
Há dias sete cristãos coptas foram assassinados no Egipto. Na Malásia, o governo e as forças vivas querem à viva força (literalmente) proibir o uso da palavra "Alá", pela minoria cristã.
Na Arábia Saudita a lei proíbe quaisquer outros cultos que não o Islão. No Irão cristãos, judeus, bahaiis, etc, são presos às centenas e há tempos um casal de cristãos foi apedrejado até à morte.
Em vários países islâmicos, a apostasia é punida com a morte e a milenar comunidade cristâ de Belém desapareceu completamente, a partir do dia em que a Autoridade Palestiniana tomou conta do local, isto para não falar da paulatina destruição de igrejas nos poucos locais muçulmanos onde ainda estão de pé.
Face estes casos menores, o silêncio da esquerda indignada dos minaretes, com Miguel Portas à cabeça, só se pode explicar por manifesta falta de tempo.


sábado, 9 de janeiro de 2010

Da reengenharia socialista da familia

Aqui:
Afinal, Aidida Porto – a “virtuosa” mãe de Esmeralda – dificilmente se pode destrinçar duma qualquer “barriga de aluguer”, profissão ainda muito comum no Brasil. Esmeralda não foi o primeiro filho de Aidida a ser traficado. Antes, já ela tinha gerado mais 3 (três) filhos, naquele país, antes de vir para Portugal. E - tanto amor que lhes tem - que nem sequer sabe onde eles estão...

Das ladainhas da religião do aquecimento global

Há una anos um idiota do gang eco-terrorista do IPCC postulava que daí para a frente que, em Inglaterra, as crianças inglesas só poderiam ver neve em imagens na Internet.

Imagem de Inglaterra, de ontem, por satélite.

A cantiga é uma arma

The Copenhagen Kids Playing in Global Warming - Canada.com h/t Reader Mark

Edward Farhi: Why Physicists Need the Large Hadron Collider

CARTA ABERTA A EURICO MOURA...




Observações de Ramalho Ortigão depois de uma visita ao parlamento holandês sobre a lusitaníssima mania do discurso (A Holanda, pag. 47)

(…) Assim nas câmaras não há tribuna e não há oradores. Ninguém faz o que se chama – o discurso. Diz cada um do seu lugar o que tem a dizer, simplesmente, precisamente, rapidamente. Muitas vezes se procede apenas por perguntas e respostas. O país tiras as conclusões.
Todo o eleito do povo que se lembrasse de tratar dos interesses da nação pondo-se em pé no parlamento, colocando uma das mãos sobre coração, levantando os olhos ao céu e exclamando: Sr. Presidente, sob estas abóbadas, a minha débil voz, etc., seria, sem perda de tempo, amarrado e submetido pela assistência pública a um tratamento de alienado. O dique basta para produzir todos estes efeitos salutares. O dique é para o holandês a contingência eterna de ter juízo, ou de morrer inundado.

Eurico Moura,

Solene, eu?

Sim você! E além de solene gosta de discursar ex-cátedra, passando completamente ao lado do conteúdo e demonstrando um desprezo autista pela opinião dos outros.

Com esta já é a segunda vez que lhe pergunto para explicar porque razão a minha opinião é um chorrilho de disparates e uma troca de idiotices. Muito possível, mas acho que dizer não chega, não lhe parece? Com muito ou pouco estilo é preciso mais alguma coisinha: onde se encontram precisamente os disparates? Mas sobretudo, porque razão são disparates e idiotices?

Mas nada, você – se não fosse a diferença ‘horária’ até acreditava que tinha servido de exemplo à Ramalhal Figura! - continua a debitar os seus grandes discursos, que ficam muito bem a um hipotético presidente da mesa de assembleia da Associação Cultural e Recreativa da Incrível Almadense, mas que neste caso não dá gaivota com perdigota…

Um exemplo

O que me confrange, um pouco, é assistir à discussão de temas que impactam, negativa e dramaticamente, na vida de milhões de seres humanos, em que são intervenientes pessoas como HV, ML e outros, usando argumentos fundamentados em conceitos e observações que são consensuais para sociólogos, economistas, antropólogos, filósofos etc (…)

Pois é, também a mim há muita coisa que me confrange – aposto que esta hipótese nunca lhe passou pela caixa dos pirolitos -, mas a única coisa que realmente me confrange, e a única que interessa para a discussão, são OS PORQUÊS que acima mencionei.

Mas já que estamos em maré do grande discurso e troca de clichés, outra coisa que me confrange é você não perceber que milhares de “conceitos consensuais de sociólogos conceituados” deram origem à construção da Cortina de Ferro, do Gulag e dos killing Fields, que ao que parece tiveram também assim como que um certo “impacto negativo na vida de milhões de seres…” Mas não tenho bem a certeza, quem mo disse não era sociólogo, nem economista, nem antropólogo e muito menos filósofo – foi a minha vizinha do 2º esq…

As pérolas

Em relação às minhas pérolas e como se diz em bom português je persiste et je signe. E enquanto você, com ou sem discurso, não me convencer do contrário, não penso retirar-lhes sequer uma vírgula. Aqui vai aço:

* Os EUA são o nosso único guarda-costas, a nossa única garantia se queremos viver em liberdade e se queremos ter alguma qualidade de vida. (Gostaria até de acrescentar aqui uma observação consensual do Theo van Gogh, é o que se pode arranjar a estas horas, que diz que sem a intervenção americana na Segunda Grande Guerra não haveria democracia na Europa).

* É óbvio que os neo-Chamberlains, apoiados numa visão infantil e fantasista da realidade, querem-nos entregar de bandeja aos russos, aos chineses, ou, pior ainda, aos muçulmanos….

* A inovação cultural e/ou tecnológica” da civilização URSS:

Cultural: a censura.
Tecnológica: AK 47 (mais conhecida por Kalashnikov)
Espiritual: a luta de classes

Eu adoro o sarcasmo e a ironia, mas com estilo. Já sei que você pode perguntar: então porque volta?

Não lhe vou perguntar de maneira nenhuma porque volta, mas não espere de mim que faça recuar do pé para a mão o meu conceito de estilo e ironia 150 anos no tempo só para lhe fazer a vontade! Não é que me importe, mas não creio que consiga…

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Pronto!


A minha mulher já pode divorciar-se de mim e casar-se com a nossa amante! Para que não ofendamos os bons costumes... costumes de lei...

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Do sagrado sacerdócio da Igreja do Aquecimento Global

Os sacerdotes da Igreja do Aquecimento Global andam às apalpadelas.

Se aquece, é coisa do clima. Se arrefece, é da meteorologia.

Anunciam serem capazes de prever o "clima" a 50 anos, são incapazes de o prever a uma semana.

Anunciam que o inverno vai ser quente, o inverno é rigoroso. Pergunta-se-lhes porque anunciaram que ia ser quente e eles dizem ter anunciado que ia ser frio.

Têm "modelos" capazes de prever o "clima" a 50 anos, mas só prevêem que vai fazer um frio de rachar depois de ele ter acontecido.



Neste fim de semana, se as minhas previsões de disponibilidade de tempo se confirmarem, vai chover chumbo grosso sobre a Ambio.

A estupidez em todo o seu esplendor.


Esta imagem diz muito, na verdade diz quase tudo, sobre até onde vai a estupidez da correcção política.

Para mostrar "igualdade" e "não descriminação", as revistas são aleatórias e chega-se a este absurdo: uma muçulmana, a revistar uma freira, num aeroporto americano.

Os israelitas garantem a segurança de outro modo: fazem aquilo que se chama "profiling".
Verificam quem são as pessoas. De onde vieram. Para onde vão. Como se comportam. E apenas perdem tempo a revistar aqueles sobre os quais existem dúvidas.

Racionalidade pura e simples.
Se quiser combater a yakuza, não vale a pena perder muito tempo a investigar holandeses.
Elementar!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

MOMENTO MUSICAL




O meu amigo Cristiano Holtz, o melhor cravista do Brasil e arredores, veio fazer-me uma visita a Amesterdão. Comemos muito bem no clube de Squash e depois fomos a um café beber uns canecos e ver se se engatava alguma coisa. Não engatamos nada – uma desgraça, tudo freira, como diz o meu amigo com o seu delicioso e típico sotaque paulista.

À falta de carne, eu e o Cristiano resolvemos apanhar uma piela – ele conhaque e eu whisky – e, depois de ter-mos chateado todas as gajas boas que conhecemos do Facebook, ele resolveu deliciar-me com Bach….

Eu, já c’os copos, exclamei, Cristiano porra, és o maior….

Zapabean



O artista volta a atacar.

Subtileza e Discernimento

É sabido que há gente capaz de mandar outrem à m***a e ainda receber um agradecimento de volta.

Nesta entrevista o ministro dos Negócios Estrangeiros, Luis Amado, fez melhor; foi capaz de dizer que o futuro do país passa pela busca de um lugar ao Sol onde antes o pequeno Portugal se fez grande. A generalidade dos euro-deslumbrados há-de estar a felicitá-lo pela boa sugestão. Isto porque não percebeu que ele também disse sem dizer que a UE não nos pode levar onde ela própria não consegue chegar.

Sendo verdade que 'Portugal será na Europa o que conseguir ser fora dela', então, e por mera lógica, Portugal restringido à Europa caminha para a nulidade. O uso de raciocínios sólidos tem sempre o prémio validatório da realidade, como o nosso triste presente restringido à Europa confirma.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Rua do Quelhas


Clique a imagem para ver bem


Morre-se devagar neste país
onde é depressa a mágoa e a saudade
oh meu amor de longe quem me diz
Como é a tua sombra na cidade

Morre-se devagar em frente ao Tejo
repetindo o teu nome lentamente
cintura com cintura, beijo a beijo
e gritá-lo, abraçado, a toda a gente

Morre-se devagar e de morrer
fica a cinza de um corpo no olhar
oh meu amor a noite se vier
é seara de nós ao pé do mar

Lobo Antunes

Do velho ódio dos fascismos aos livros

Os eco-fascistas devem estar rejubilantes. Conseguiram tornar o carvão tão caro que sai mais barato queimar livros. Agora sim, conseguiram entalar defenitivamente as petrolíferas, as carvoeiras, os lóbis do armamento e Bussssh.

O caminho da servidão passa por aqui


«Coimas de até 45 mil euros para quem cobrar taxas nos Multibancos e terminais de pagamento»
(in Público)

Bravo! Resta agora que o Estado proíba os supermercados de cobrar pelos sacos de plástico. Afinal eles são um bem essencial para levar as compras para casa.
Espera-se igualmente que passe a proibir os Correios de cobrarem taxas para enviar vales postais. Que diluam esse custo noutros produtos!

Está em marcha a nacionalização new-wave da banca. E ninguém parece dar-se conta.

Das disfunções de género


A esquerda, em particular a paladina da consulta popular e da democracia directa, anunciou que vai chumbar a possibilidade de se realizar um referendo ao casamento homossexual ao arrepio das pretensões da petição que vai ser entregue na Assembleia da República.

A mesma esquerda, que pretende permitir o casamento entre pessoal com disfunções de que resulta a mania de quererem casar com pessoas do mesmo sexo e que argumenta que o estado não se deve imiscuir em assuntos de "amor", não aceita tirar as consequências da zenital forma de encarar o "amor" permitindo que se realizem casamentos com mais de 2 pessoas.

Se 2 mulheres podem casar porque não podem casar 3 ou 4? Se 4 mulheres podem casar porque não pode uma delas ser um homem que sente ser fêmea? Ou porque não podem duas delas serem mulheres que sentem ser machos? Ou homens que sentem ser machos?

Porque deve o estado meter-se nestes assuntos?

sábado, 2 de janeiro de 2010

Prof. David Gross - The Future of Physics

O torpor "socialista"

De facto já nem António Costa consegue articular a favor do governo.

Entretanto, a existência do climategate e respectivas implicações vai abrindo caminho. Bastante a medo, Pacheco Pereira refere haver uma enorme controvérsia em relação às "alterações" não só em relação a existirem ou não, como, a existirem, se serão causadas pelo homem e ainda, caso sejam, se serão boas ou más.

Aborda também a história da malária mas não referindo o envolvimento das ecologias neo-socialistas na proibição do DDT e na consequente morte de 50.000.000 de pessoas às garras do protozoário.

O caminho da servidão


Fumadores que procuram ajuda podem vir a ter apoio financeiro

Para mim quem tem uma doença é o Estado, uma vez que não pára de engordar. Uma dietazinha não lhe fazia mal, não só a ele como também às pessoas que quase já não conseguem respirar com a sua presença em toda a parte.

Eu sou o primeiro a assinar um plano para tentar salvar o Estado e voltar a colocá-lo a pão e água. Foi assim que ele nasceu, deveria ter assim ficado. Os acrescentos socialistas puseram o Estado a engordar de mais e este, como criação do homem, assemelha-se a este numa coisa: na procura incessante para melhorar a sua posição, para se superiorizar em relação aos outros, para se tornar dominante e, se possível até, totalitário. Não há fim à vista nem limites conhecidos ao seu engordar, uma vez que o seu engordar ele próprio o delimita (não há arranjos constitucionais que valham).

O resultado do engordar do Estado está bem à vista de todos: fraudes, pessoas a viverem à custa das outras, discriminação (esta plano para os fumadores é altamente discriminatório), o afogar das liberdades, direitos e iniciativas individuais, a perseguição a quem se opõe a que o Estado lhe dite o que é correcto e o que é incorrecto, entre outros.

O meu pai sei eu quem é. John Locke não gostaria de viver nestes tempos e os Founding Fathers não gostariam certamente de ver o abismo para o qual a América e todo o Mundo se dirigem: o Mundo da obscuridão, da ausência de iniciativa, da ausência de crítica, da uniformização.

Que o novo ano nos traga mais liberdade.

Dos tiranos

Da galopante ditadura na "União Europeia" - tratado de Lisboa

De como se metem as unhas no bolso alheio.

Da necessidade que a "Europa" sente em auto-justificar a sua existência.

Da lata como os eco-fascistas usam a palavra "negacionismo".

Da tirania ambientalista.

De como o estado aproveita a luta contra o terrorismo para usar terrorismo ambientalista de estado contra não terroristas.

Do imperialismo ambientalista e da condenação dos pobres à pobreza e à morte.

Da exportação de mão de obra.

Da inutilidade das eólicas.



UK Independence Party Members of the European Parliament see through the global warming hoax and warn others of the true agenda of Al Gore, the United Nations and the rest of the global governance crowd.

No one tells it like it is as well as the Brits.

Dos adolescentes inimputáveis


Excerto de um comentário de Olympus Mons no Ambio:
[...]fico estarrecido com a dificuldade que o Miguel sente em imputar consequências, no caso do DDT, a algo que foi uma demanda ambientalista. È que parece achar que os ambientalistas devem ser tratados como uns adolescentes inimputáveis às consequências da sua actuação politica. Objectivamente a interdição de uso do DDT matou +50 milhões de pessoas. E tão ligeiro que se é a atribuir responsabilidade (s) à actuação de outros, por exemplo políticos, contudo parecem querer continuar a viver o discurso adolescente e imberbe que injecta endorfinas para os receptores opiáceos no cérebro, como se as consequências não fossem reais e mesuráveis, como parece preconizar no caso de Rachel Carson, não estando em questão, óbvio, se concordo com ela ou não, mas o facto de a actuação e militância (silence spring foi pivoteal) dela ter tido um resultado prático e este ter levado a um evento que matou 50 milhões de pessoas! A impunidade com que esta gente viveu o resto da sua vidinha é que é uma indignidade para os 50 milhões que morreram! Consegue o Miguel conceptualizar o que são 50 milhões, certo? Não é um número, nem são vidas de papel!

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Gaivota - O'Neill

Gaivota, de Alexandre O'Neill, por Carlos do Carmo, o melhor intérprete masculino da segunda metade do Sec. XX.



Recordo O'Neill contando ter tido uma teima com Amália Rodrigues quando da gravação de Gaivota. O'Neill era da opinião que Amália era muito melhor cantando baixinho que em força.

Na gravação de Amália, de facto, algumas partes são gravadas em tom íntimo, mas outras não. Suponho que O'Neill tinha razão.

Entretanto, anda por aí à solta uma nova "interpretação". Filme de terror.


Vaclav Klaus, President of Czech Republic, Debunking Global Warming

APENAS 1500 EUROS POR MÊS contra GET RICH OR DIE TRYING..

Isto é uma tradução - para os que não dominam perfeitamente o francês - de uma entrevista com o filósofo e publicista francês Alain Finkielkraut no âmbito da actual discussão da identidade em França. Não coloquei as legendas no filme por falta de tempo - dá muito trabalho, é preciso acertar o texto com o tempo de exposição.

Há realmente algo de espantoso: é esta admiração dos mais endinheirados e mais protegidos, que vivem em condomínios de luxo, pelos jovens dos subúrbios que deitam fogo a carros, escolas, ginásios, creches ou autocarros. Que Mathieu Kassovitz e Claude Chabrol [respectivamente actor e realizado francês. CdR] aplaudam e peçam mais indigna-me, e acho que não ajuda de maneira nenhuma estes jovens, sinto-me mais útil e mais solidário com o problema do que com a cultura Canal + .


Critiquemos a sociedade pelo aquilo que ela tem de pior, e o pior é nomeadamente este jet-set, este “showbizz” que aclama a sublevação dos subúrbios. Porque na realidade o que é que eles representam? O dinheiro fácil, o prazer imediato, o acesso a tudo.

Vivemos no mundo da instantaneidade, e no mundo da instantaneidade a mediação da escola não faz sentido, e esta gente são os representantes do mundo da instantaneidade que nós criamos como modelos para os jovens. É evidente que alguns até são bons rapazes, outros menos: temos Jamel Debbouze [cómico e actor francês de origem magrebina. CdR] e temos Joey Starr [rapper polémico. CdR]. Mas há também o rapper 50 cent, e 50 cent é o artista que vende mais discos no mundo. E chama-se 50 cent. O que significa que ele se chama dinheiro. Ele fez um filme autobiográfico intitulado Get Rich Or Die Trying (enriquecer ou morrer).

É evidente que se propagamos este modelo estamos, pelo menos, a criar impaciências na juventude das nossas escolas... Você sabia que Karen Montet-Toutain, a professora que foi apunhalada [num liceu de Essonne, perto de Paris. CdR] era vista com desdém pelos seus alunos? E não falo daquele que a atacou, esse era um chalado e não se pode generalizar o seu caso. Tão pouco se pode responsabilizar a totalidade de uma turma pelo gesto abominável de um indivíduo, mas falo da turma, a própria turma fazia pouco dela. E você sabe porque razão faziam pouco dela? Porque ela ganhava apenas 1500 euros por mês. Podemos considerar que os problemas sociais desta gente vem também da sociedade de consumo e dos valores que ela veicula através das vedetas do basquetebol e do showbizz. Mas também através dos traficantes de droga - o mundo do dinheiro fácil.

Porque se você vai à escola, sabendo de antemão que € 1500 é medíocre, você não vai lá para aprender. Houve uma época, não assim tão remota como isso, talvez você ainda a tivesse conhecido, em que os professores eram respeitados pelo seus conhecimentos, e para nós faziam parte da elite, sem ter em conta o montante da sua conta bancária. Hoje em dia isso já não é possível, a conta bancária tornou-se o bilhete de identidade de cada um. Estamos hoje perante um terrível problema social, vamos ter que o encarar e que o resolver.

Durante os distúrbios víamos uma maioria de jovens africanos e magrebinos, mas ver e dizê-lo era já o suficiente para uma pessoa ser considerada culpada, ou racista. E os mesmos que nos culpavam diziam-nos que o problema é social. Ai sim? Mas então, se o problema é social, puramente social, porque razão nos dizem que para resolver o problema é preciso mudar a nossa visão da história, da escravatura e da colonização – um movimento social não exige isso!. Porque razão é preciso assegurar uma melhor representação de minorias visível no espaço público, no parlamento e na televisão – um movimento social não exige isso. Ou então trata-se de um movimento social a que se pensa responder por medidas de discriminação positiva.

Estão a gozar comigo! Estão a gozar comigo! Estão a gozar comigo!

Um certo número de pessoas elogiou estes distúrbios relacionando-os às insurreições raciais americanas, nomeadamente Yann Moulier Boutang, que disse serem revoltas raciais! Outros, como …….. Tod, afirmaram que eram revoltas raciais para obter igualdade. E como eles diziam que se tratava de busca pela igualdade ninguém viu nada de mal. Eu disse que eram revoltas raciais mas não as justifiquei.

Mas se você disser que são revoltas raciais sem as justificar, no discurso de esquerda isso é ser um racista. A mim preocupa-me este ódio de que a França é alvo, este ódio que se ouve num certo número de textos de rap – quando se faz rimar ‘panam’ com ‘napalm’. Quando se diz que temos que foder a França como se fode uma puta. São coisas que ouvimos. [o entrevistador diz: “mas isso é um rapper mesmo muito pouco conhecido”]. Escute lá, você sabe muito bem que na Internet ainda há coisas bem piores! E que de uma maneira geral há uma interligação entre o rap e a violência – porque há violência no ritmo. O que é que faz a música? É a melodia. No rap não há melodia, é um vociferar monótono.

Bom, eu acho que tenho o direito de fazer uma crítica de ordem estética e política ao rap. Ainda por cima temos o Eminem e um certo número de rappers brancos, por isso não me venham dizer que criticar o rap tem a ver com racismo. Toda esta violência tem que ser vista tal qual é, e tudo aquilo que tenho a dizer é que os brancos, os franceses de origem, os europeus, não têm o monopólio do racismo. O rap - assim como a cultura hip-hop - como é originário da cultura dos subúrbios é à priori vista com reverência – só pode ser bom! Não.

Quando vemos jovens (magrebinos) baterem noutros jovens só porque estes têm caras mais pálidas e roubar-lhes o portátil – o que é isto senão uma “ratonnade” [designação francesa para uma rusga contra árabes, mas neste caso racismo ao contrário – CdR].

O problema é mais grave, porque, como diz Michel Tibana, vemos em certos bairros um fenómeno de substituição demográfica, porque as pessoas de origem francesa ou europeia abalam. Partem, e eu não estou seguro que o façam pelo facto de serem racistas. Porque, desde quando é que a miséria ou a revolta passa pelo incendiar do carro do vizinho, de autocarros e…… de ESCOLAS?

O humanista deve estar do lado das escolas, não dos que as incendeiam….

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No mês de Dezembro tive que fazer uma reportagem fotográfica de uma série de workshops em escolas numa cidade a norte de Amesterdão. O tema era sempre A Palavra, mas vista de vários ângulos. Num dos workshops as crianças aprendiam a rimar em rap, noutro aprendiam a desenhar contando uma história a partir de um tema dado e noutro tinham que tirar fotografias (à volta da escola) relacionadas com um poema que o professor escolheu, etc.

Numa destas classes pede-se às crianças para escreveram num papel as suas previsões, ou aquilo que desejariam ter no futuro. Muitas destas crianças, tanto rapazes como raparigas, e na sua maioria estrangeiros (turcos e marroquinos) tinham expectativas completamente aberrantes, pelo menos a meu ver e também do professor presente, mas que ajuda a compreender melhor a entrevista de Alain Finkielkraut.

Achei a lista de desejos destes alunos tão estranha que a fotografei:

Numa das fotografias lê-se: minha mansão; 6 guarda-costas (!); relógio da moda; gajas boas (no plural!); matrícula de carro; telefone (certamente portátil e o último modelo).

Na outra: Minha mansão; uma quantia em € astronómica; 3 guarda-costas; 5 cofres-fortes; muitos relógios; 15 x (não consigo decifrar); uma barbearia; sempre ‘döner’ (carne grelhada à turca).





Updated with Slides - Lord Christopher Monckton Speaking in St. Paul

Ainda antes do Climategate


Bom Ano Novo