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sexta-feira, 18 de junho de 2010

No Forum do PÚBLICO...

(
(imagem obtida aqui)
... escreveu hoje Nicolau Saião:

Da hipocrisia como uma das Belas Artes

Morreu Saramago e, como sempre, os habituais hipócritas ou interesseiros vêm-lhe festejar o cadáver. Nunca o apreciaram, mas dizem-se pesarosos. É o habitual. Eu também nunca o apreciei - quer como escritor, quer como pessoa. Como escritor, a despeito dos galardões, achei-o sempre limitado. Como pessoa era envinagrado e pedante (leiam-se as memórias do comunista, mas consistente, Orlando Neves, um dos melhores poetas lusos, e ficar-se-á esclarecido sobre a personagem). Mas nunca o ofendi, como muitos que agora fingem desgosto. Outros, por dever militante, tentam forçá-lo a prestar um último serviço... à "causa". Chamam-lhe homem livre. De facto, foi um estalinista, um apreciador de ditadores (quem esqueceu o elogio a Fidel e a Stalin, que segundo ele foi um homem de pulso?) e um homem de obediências cegas.
Mas era um ser humano, que merecia que não lhe babujassem o cadáver com fingimentos.

José Saramago

José de Sousa Saramago (1922-2010)

Relação entre criminalidade e estrangeiros na Holanda.


Uma lição em manipulação de números sob a pressão do politicamente correcto. Desta maneira os inúmeros problemas são varridos para debaixo do tapete até que as dimensões do tapete já não dê para mais, e depois não há outra solução, vota tudo no Wilders…

Tal como o autor deste artigo (a vermelho), passo a usar a palavra “autóctone” para designar os nacionais holandeses e “alóctone” para os “estrangeiros”. Não gosto da expressão mas tem realmente uma conotação ligeiramente diferente e é, sobretudo neste caso preciso, muito importante. Já vão perceber porquê.

A relação entre criminalidade e estrangeiros na Holanda: Eduard den Hollander.

Sempre existiu um tabu acerca desta problemática. As autoridades e os sociólogos sempre tentaram banalizar ou mesmo negar a criminalidade relacionada com estrangeiros, mas actualmente isso é cada vez menos possível. Assim é que a partir de um estudo do criminólogo Prof. Bovenkerk [na Holanda o grande especialista na matéria] ficamos de repente a saber que 30% dos turcos em Amesterdão directa ou indirectamente estão implicados na venda de droga. Uma percentagem desconcertante, que ele mais tarde e sob pressão política substituiu por “uma parte considerável”. Por outro lado, o comissário da polícia de Utreque confessou publicamente que 80% da criminalidade da cidade é causada por jovens marroquinos!

Apesar desta temática hoje em dia já não ser tão tabu como era antes (há uns anos atrás eu teria sido perseguido juridicamente por escrever este artigo!) continua a ser muito difícil conseguir dados fiáveis. Qualquer pessoa que viva ou visite frequentemente um bairro onde vivem muitos estrangeiros pressente instintivamente - não são precisos relatórios científicos - que a criminalidade é substancialmente mais alta entre estrangeiros do que entre autóctones. Mas será muito mais alta? É disto que trata este artigo.

Vejamos os números:

No ano passado foram proferidas 200.495 sentenças na Holanda. Dos condenados, 138.146 eram autóctones. Os restantes 62.449 eram alóctones e repartiam-se entre os seguintes grupos étnicos: marroquinos 12.243; turcos 8.052; antilhanos 7.981; surinames 14.824 e 19.339 restantes alóctones. A partir destes números podemos concluir que 31% dos condenados são de origem alóctone. E isso corresponde a um relatório do Ministério do Interior de 1998. Na altura o Ministério teve medo de o publicar porque achava estas percentagens demasiadamente altas. Mas se calcularmos estes números em função da densidade populacional de cada grupo, vemos que os marroquinos são condenados 4,9 vezes mais do que holandeses autóctones, os turcos 2,7, os antilhanos 9,4, os surinames 5,6 e os restantes alóctones 1,9.

Mas mesmo estes números não contam toda a verdade. Constatamos que no relatório uma grande percentagem de condenados é abusivamente considerada como AUTÓCTONES (holandeses). O sistema de registo da polícia assinala apenas o local de nascimento e a nacionalidade do suspeito. Conclusão, um alóctone da segunda geração que tenha sido naturalizado vai dilatar os números de condenados autóctones!!! Isto provoca uma enorme deformação nos dados, e ainda não vimos as diferenças entre os diferentes grupos (praticamente todos os surinames e antilhanos têm a nacionalidade holandesa, e neste caso a deformação é maior), mas fazendo uma média de todos os grupos étnicos, registamos uma deformação de 40%. Quer isto dizer que apenas 60% dos condenados alóctones são REGISTADOS como tal.

Se corrigirmos estes números – sem ter em conta as tais diferenças entre grupos que acabei de assinalar, fazendo uma média – temos o seguinte panorama: da totalidade dos condenados 20.405 são marroquinos, 13.420 são turcos, 13.152 são antilhanos, 24.707 são surinames e 32.232 são os restantes alóctones. Neste caso os autóctones (holandeses de origem) cometeram 96.580 delitos e todos os alóctones juntos 103.915. Com base no número total de condenações vemos que os alóctones, em números absolutos, cometeram mais delitos que os alóctones, apesar de representarem apenas 12% da população! Estes números são em si suficientemente desconcertantes e batem certo com uma notícia da revista Elsevier, que dizia que nas prisões os alóctones já são a maioria...

Se relacionarmos estes números com a percentagem populacional dos diferentes grupos étnicos obtemos os seguintes dados: Os marroquinos (em média) são 11,6 mais vezes condenados que os autóctones holandeses, os turcos 6,5 vezes mais, os antilhanos 22,3 vezes mais, os surinames 13,4 vezes mais e os restantes alóctones 4,4 vezes mais.

Mas provavelmente nem sequer estes números reflectem a dura realidade. Porque só a primeira geração de alóctones é registada como tal nas estatísticas sobre criminalidade, e grande parte dos delitos são cometidos pela segunda geração e estes não aparecem nas estatísticas. Não é preciso ser doutor em sociologia para notar que é precisamente a segunda geração quem pior se comporta. Sobretudo os jovens marroquinos e antilhanos. Mas também já há grupos étnicos menos numerosos, como por exemplo da Somália, que começam a dar que falar.

Talvez mesmo estes cálculos sejam demasiadamente indulgentes. Como já aqui referi, o comissário da polícia de Utreque afirmou que 80% da criminalidade na cidade é cometida por jovens marroquinos. Se tivermos em conta que eles representam 8,5% da população, e se compararmos com a percentagem de autóctones residentes na cidade, é fácil de calcular que os marroquinos de Utreque se comportam 65 vezes mais de forma criminosa do que os autóctones que lá vivem.

Como se vê, arranjar dados acerca da criminalidade relacionada com estrangeiros é como caminhar em areia movediça. É complicado e não se encontra apoio em lado nenhum. Os dados que normalmente nos apresentam são a maior parte das vezes manipulados porque os números reais são demasiadamente chocantes. Eu fiz estes cálculos a partir de uma recolha de muitos artigos de jornais e revistas, mas provavelmente ninguém sabe precisamente, nem mesmo a polícia, a dimensão real da criminalidade. Estes números, mesmo sendo já mais altos do que os que o leitor normalmente poderia ler na imprensa, até podem na prática ser ainda mais dramáticos. O dia a dia oferece-nos indicações suficientes para aquilo que acabo de dizer. Um amigo meu, depois de ter feito uma visita a uma prisão em Haia, garantiu-me que os únicos holandeses que lá encontrou eram os carcereiros….

Eduard den Hollander

P.S. Na Dinamarca a situação é muito parecida. Em Fevereiro de 2009 o psicólogo dinamarquês, Nicolai Sennels, publicou o livro Among Criminal Muslims: A Psychologist’s Experience from Copenhagen. (e parece que por causa disso foi despedido da prisão onde trabalhava!).

Neste artigo ele afirma que: “Currently 70 percent of the prison population in the Copenhagen youth prison consists of young man of Muslim heritage.” Isto são números muito parecidos com os da penitenciária de Amesterdão (Bijlmerbajes).

quinta-feira, 17 de junho de 2010

No teu poema

Do Neo-Bushismo

A coisa em Portugal é cada vez mais parecida com esta.

Da legalidade

Diz CdR:
"Lá vens tu descobrir leis para defender o indefensável! Neste país [Holanda] os casos de fraude com abonos de família e subsídios de desemprego com marroquinos envolvidos é o pão nosso de cada dia. E ninguém já o desmente – sim, um ou outro saudosista dos anos 70!."
Em Portugal é igual. Quando uma "família" de ciganos entra pelo gabinete de uma assistente social o carimbo começa a funcionar até deitar fumo. Há catraios que devem ter 150 pais. Parece que as assistentes só pelo martelar do carimbo conseguem abafar o "poder reivindicativo" dos "excluídos". Enfim, ouvidos sensíveis. Ciganos e pretos. Com ciganos é mais sistemático mas os pretos são mais.

perder tempo com o Sartre e outros frescos..


Na caixa de comentários do excelente poste que transcreve uma parte da entrevista de Rentes de Carvalho, o CdR, a determinada altura, com o fino humor que o caracteriza, atira para o ar a frase "[...] em vez de perder tempo com o Sartre e outros frescos..."~

Como quase (aquela mania de se dizer de "esquerda", faz-me cócegas) sempre, o CdR tem razão.
Aqui o "je", também leu o Sartre nas verduras, mas considera não ter perdido tempo. Sartre escrevia bem.
E eu, à pala de "As palavras", ainda ganhei um prémio literário lá no liceu, escrevinhando umas tretas sobre a careca de um professor, mimetizando o estilo.
O problema de Sartre não era a forma, mas o conteúdo.
Sartre é o perfeito exemplo da absoluta cegueira ideológica servida por instrumentos afiados. Era como um miúdo na posse de um míssil.
E eu, na mesma medida em que admirava o míssil (a sua mestria na escrita) abominava o seu detentor que dizia e escrevia enormidades como estas:

-Todo o anticomunista é um cão.
-porque razão ela [a existência de gulags] nos embaraçaria?
-A América tem raiva. Cortemos todos os laços que nos ligam a ela.
-Na União Soviética encontrei homens de um tipo novo.
-Seja qual for o caminho que a França deve seguir, não pode ser contrário ao da URSS.
-A liberdade de crítica é total na URSS.
-A exposição detalhada de todos os crimes de uma personagem sagrada [Estaline]...é uma loucura...
-É preciso compreendê-lo [Fidel Castro], não é que ele possua Cuba como os grandes latifundiários de Batista [...], ele é toda a ilha.
-Abater um europeu é matar 2 coelhos numa cajadada, eliminar ao mesmo tempo o opressor e o oprimido; ficam um homem morto e um homem livre.
-O comunismo tem de ser julgado pelas suas intenções, não pelas suas acções.

Em síntese, uma besta!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

RENTES DE CARVALHO SOBRE WILDERS


Interessante entrevista no Diário de Notícias com Rentes de Carvalho porque vem contrabalançar com as rotineiras diatribes politicamente correctas que normalmente se ouvem na imprensa europeia sobre este tema. Trata-se de um escritor português - podem encontrar aqui todo o tipo de informação sobre o autor - que nasceu em Vila Nova de Gaia em 1930 e que apesar de viver há 54 anos na Holanda e de falar perfeitamente holandês, ainda conserva um inconfundível e 'charmoso' sotaque transmontano.

Muito a propósito, um crítico inglês disse o seguinte sobra a sua situação na Holanda: "the seldom commodious situation of an outsider inside". E ele, no seu último romance A Ira de Deus Sobre a Holanda, ao tentar descrever os habitantes da Holanda afirmou que "os homens holandeses não são particularmente dotados de agressividade sexual, o comércio é mais importante que o amor, e como forma de lazer o álcool tem, sobre as mulheres, a vantagem da simplicidade..."

Foi jornalista, mais tarde professor de Literatura Portuguesa e hoje em dia (reformado) continua a escrever livros dividindo o tempo entre Trás-os-Montes e Amesterdão. Prometeu há um ano atrás vir a minha casa comer codornizes à Bulhão Pato mas ainda não confirmou a data…

Diário de Notícias: Ficou surpreendido com o resultado das legislativas de quarta-feira?

Fiquei e não fiquei. O sucesso do Partido da Liberdade, de Geert Wilders, não foi de todo inesperado. A sua atitude corresponde aos desejos de um certo sector da população, convenientemente designado como menos educado e mais simples, que sente uma enorme insatisfação com a política dos trabalhistas ao longo dos anos. Os trabalhistas representam o politicamente correcto, que não ousa chamar as coisas pelo seu nome. Eles vivem numa utopia em que para ser bom é preciso ser negro ou muçulmano.

DN: Como se verifica isso na prática?

Os trabalhistas acham que o imigrante tem de ser acarinhado ao ponto do ridículo. Até há pouco, não exerciam qualquer controlo sobre os subsídios à imigração. Um exemplo: um marroquino dizia ser polígamo, ter quatro mulheres e 17 filhos, e o subsídio era entregue em função destes números. Outro exemplo: uma municipalidade proibiu o padre de tocar o sino enquanto da mesquita se pode continuar a chamar para a oração. E Wilders corresponde aos desejos da população que se sente discriminada com esta situação.

DN: O que o surpreendeu nas eleições?

A dimensão da derrota do CDA, a coligação de católicos e protestantes, que governava com os trabalhistas.

DN: Qual a coligação mais provável?

A formação de um Governo de centro-direita incluindo Wilders. E isto porque os liberais têm um programa muito semelhante ao dele. Criou-se a imagem de que ele é nazi, o que não corresponde à realidade, apenas interessa aos seus detractores.

DN: Com o CDA?

É necessário para a maioria. Os holandeses são muito competentes a encontrarem compromissos e a justificá-los a seguir.

DN: O sucesso de Wilders é fortuito ou indica uma mudança na Holanda?

Pim Fortuyn [populista assassinado em 2002] abriu a porta, embora tivesse sido uma desgraça se chegasse ao Governo. Wilders abriu mais a porta, mas no seu caso é um político de grande tarimba; até os adversários reconhecem que é um animal político por excelência. A actual situação pode ser o motor de uma mudança de mentalidades e do panorama político holandês. Os holandeses vivem na ilusão de que são os mais tolerantes, mas na realidade é mais a indiferença; os holandeses são tão tolerantes como qualquer outro. Isto é também o sintoma do que pode suceder na Dinamarca e na Suécia, devido à crise.

DN: E na Noruega?

Esses ainda têm bastante dinheiro.

A SANTA BOLINHA NA COREIA DO NORTE


Como diz a imprensa holandesa, os adeptos de futebol da Coreia do Norte vão continuar a sofrer. Depois de 44 anos de jejum a selecção nacional finalmente lá conseguiu qualificar-se para o Mundial, mas os norte-coreanos não vão ver os jogos em directo. Os jogos, quando transmitidos – só quando a Coreia não perde - são-o dois dias depois, para dar tempo à censura para retirar as imagens que os censores julgam ter elementos capitalistas!

Depois, como Pyongyang não tem dinheiro para mandar cantar um cego, depende do sinal que lhe é facilitado (geralmente) gratuitamente da capitalista Coreia do Sul através da SBS. Mas as autoridades em Seoul, ‘not amused’ com o lançamento de um torpedo que matou 46 marinheiros e zangadíssimos por não ter havido manifestações de repúdio no Ocidente por parte da esquerda, interromperam por enquanto os contactos sobre a transmissão do Mundial.

Uma viagem de adeptos norte-coreanos com algumas posses à África do Sul é impossível. Kim Jong Il, o Querido líder, tem receio que eles não voltem. Mas para dar a impressão aos jogadores (e mais tarde aos telespectadores) que têm algum apoio entre a assistência, a federação nacional recrutou um milhar de actores e músicos chineses que se vestem todos de vermelho e, a troco de pecúnia, lá abanam bandeiras norte-coreanas e assopram nas vuvuzelas que é uma fervura durante os jogos da República Popular...

No jogo desta tarde contra o Brasil lá estavam eles, e contra Portugal serão provavelmente mais bem pagos, porque a Coreia já disse que quer a desforra de 1966, o que provavelmente vão conseguir: a equipa portuguesa de 2010 é bem mais fraca que a de ’66, e além disso o Eusébio, por razões que desconheço, não foi convocado, apesar de estar presente na África do Sul…

terça-feira, 15 de junho de 2010

Hernani Lopes

Devia ser visionamento obrigatório para todos os portugueses e, pela minha parte, por professores (pelo pessoal político circulante já não vale a pena).

Mas atenção. já não há pachorra para semânticas alternativas.

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OS PORTUGUESES TORNARAM-SE MAIS UMA TRIBO DA ÁFRICA DO SUL

Aqui ...
Depois dos Zulu, Xhosa, Sotho, Tswana, Venda, Pedi, Ndebele, Tsonga, Pondo, Swati e Lemba. Agora é só deixar passar algum tempo até que os especialistas das causas fracturantes acrescentem algumas ao seu catálogo multicultural. Por exemplo, os rapazes aos catorze anos vão à faca e pintam-se de lama branca. As raparigas não sei, mas não me parece brilhante. A SIDA não se trata, porque é uma invenção do imperialismo colonial. E o nosso ANC governa eternamente, dando à corrupção um estatuto de estado, embora essa causa não seja lá muito fracturante. Ah! E ainda há, não vamos esquecer, a poligamia.

WWF: vendem-se como as putas


Sem desprimor para as putas, que terão também hoje um relevante papel social, os ambientalistas de merda abençoam hoje o veneno de ontem.

É a "globalização", desta vez por via de um omnipresente Ministério das Finanças, certamente abençoada por todo e qualquer esquerdalho palermoide.

SCUTS

Actualização (19:20).

Ele há coisa do camandro, do catano, dos neo-liberais, dos judeus, do gang dos 4 da Lages, dos acorrentados de Ana gomes, etc, etc. Acabei de roubar no Blasfémias um link e esta imagem a propósito deste mesmo post:

Fim de actualização.
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Quando as SCUTS foram construídas foram-no para permitirem o "desenvolvimento" das regiões por onde passavam. Por essa razão não era suposto serem pagas até que essas regiões se desenvolvessem. Explicava-se ainda que as empresas do interior se poderiam desenvolver por terem o acesso facilitado às regiões mais desenvolvidas.

Evidentemente que este argumento desenvolvimentista era coisa aparvalhada porque pressupunha que apenas as empresas do interior usariam as SCUTS. Construídas, permitiam ser usadas não só pelas empresas a "desenvolver" como permitiam igualmente o acesso das empresas da região litoral ao interior. Estas empresas têm comparativamente mais poder concorrencial que as do interior condenando-as à morte lenta(*1). Enfim, palermices da redistribuição.

Entretanto estes e outros luminescentes investimentos deram com os burrinhos na lama deixando o país ainda mais de tanga. Em plena crise pela qual litoral e interior (este ainda muito mais) são lançados ao charco, eis o mesmo grupo de idiotas a aplicar portagens às SCUTS. Desta vez é que vai haver desenvolvimento a sério ... e as luminárias estavam tão seguras do que faziam como o estão agora.

Entretanto fica-se sem se perceber porque se pagam impostos(*2) nos combustíveis. Não chegam para pagas as estradas e as auto-estradas? Será que o dinheiro pago nestas SCUTS irá ter o mesmo destino que os impostos dos combustíveis? Será necessário sobrepor um segundo sistema de pagamento nessas SCUTS para as pagar? E um terceiro? Porque não aplicar o mesmo sistema "justo" a todas as estradas? Trata-se do desbaratar dos recursos do estado (de todos, como os idiotas gostam de referir) pelo proprietário pequeno-burguês.

É o princípio do utilizador múltiplo pagador, num poço sem fundo de economia socialista. Como dizia Margarete Thatcher, o problema com o socialismo é quando se acaba o dinheiro dos outros.

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(*1) independentemente dessas falências serem, globalmente falando, boas para a economia, não o são para os habitantes locais tendendo a atrair as populações para o litoral. Claro que uma outra idiotia redistributiva pode tentar compensar este efeito.

(*2) mais de 50% é imposto.

Mata!, Mata!....


... que é palhaça, elitista, reaccionária... fassiiista!!!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

O TIO ADOLFO ERA ANTI-CAPITALISTA…

Um ‘lusitano’ inseriu na caixa de comentátios do último post de José Gonçalo o texto a vermelho que vem a seguir, e como está bem escritinho e diz umas coisas bastante interessantes tomei a liberdade de o postar… Inseri uma fotografia de um cartaz do NSB, Partido Nacional-Socialista Holandês do tempo da Guerra e que, como podem verificar, poderia ter sido impresso na URSS, na Coreia do Norte, ou em Portugal pelo PCP.



Caros amigos, sem querer tomar partido por quem quer que seja, a verdade é que o partido nazi ganhou as eleições em 1933 porque ouve uma diminuição de oposição por parte do partido comunista alemão, atitude essa que foi expressamente comandada de Moscovo, tanto mais, que para Estaline, Hitler era menos perigoso que os países ocidentais capitalistas, há aliás, uma carta que está publicada na Net (já a li, devo tê-la arquivada algures, se a encontrar posso publicá-la), em que o secretário geral do P.C. Alemão se lamenta a Moscovo pelo facto do P.C. soviético ter dado menos apoio ao seu congénere alemão, dizendo, que com isso houve inclusive muitos militantes comunistas que se passaram para o partido nazi.

Há que não esquecer, que o Partido Nacional-Socialista Alemão dos Trabalhadores era também anti-capitalista (leia-se anti-capital judaico e que Estaline também não ia lá muita à bola com essa gente), convém também não esquecer que Goebells veio da esquerda (assim como outros dirigentes do NSDAP), que foi inclusivamente, secretário dum dirigente comunista, que o partido nazi tinha uma componente esquerdista muito forte, principalmente a dirigida por Ernst Röhm comandante das SA, que foi morto precisamente por causa disso e não por via da sua homossexualidade, e se ter recusado a perder esse pendor esquerdista e revolucionário, o que incomodava, quer os homens do capital alemão, quer o conservador exército alemão.

Esta é a realidade, por outro lado, após Hitler ter consolidado o seu poder, os americanos, franceses e ingleses, viram nele o único homem capaz de evitar que Estaline pudesse invadir a Europa Ocidental, funcionando como tampão, tendo estabelecido bastantes acordos comerciais e até militares como o ditador alemão. Não foi por acaso que muitas empresas ocidentais se estabeleceram na Alemanha nazi, que por sua vez também fez acordos de colaboração com aqueles três países, entre outros.

Mais tarde, preparando o alargamento do "Espaço vital alemão", prevendo por conseguinte a invasão da URSS, fez trabalho de sapa e conseguiu através de intrigas e falsas acusações, que Estaline fizesse uma purga no exército soviético o que destruiu muito do seu poder organizativo, tendo sido poucos os oficiais de maior patente que escaparam.

É pois verdade, que quer os russos, quer os ocidentais muito contribuíram para o sucesso de Hitler, que, caso não tivesse tido esse apoio, nunca poderia ter reorganizado o exército alemão e ter 8 milhões de homens em armas quando do inicio da II Guerra Mundial.

A verdade é que o partido nazi ganhou as eleições em 1933 porque ouve uma diminuição de oposição por parte do partido comunista alemão, atitude essa que foi expressamente comandada de Moscovo, tanto mais que para Estaline Hitler era menos perigoso que os países ocidentais capitalistas. Há aliás uma carta que está publicada na Net (já a li, devo tê-la arquivada algures, se a encontar posso publicá-la), em que o secretário geral do P.C. Alemão se lamenta a Moscovo pelo facto do P.C. soviético ter dado menos apoio ao seu congénere alemão, dizendo, que com isso houve inclusive muitos militantes comunistas que se passaram para o partido nazi.

É preciso não esquecer que o Partido Nacional-Socialista Alemão dos Trabalhadores (NSDAP) era também anti-capitalista (leia-se anti-capital judaico e que Estaline também não ia lá muita à bola com essa gente); há também que não esquecer que Goebells veio da esquerda (assim como outros dirigentees do NSDAP); que foi inclusivamente secretário dum dirigente comunista; que o partido nazi tinha uma componente esquerdista muito forte, principalmente a dirigida por Ernst Röhm comandante das SA, que foi morto precisamente por causa disso e não por causa da sua homossexualidade, e por se ter recusado a perder esse pendor esquerdista e revolucionário, o que incomodava, quer o capital alemão, quer o conservador exército alemão.

Esta é a realidade. Por outro lado, após Hitler ter consolidado o seu poder, os americanos, franceses e ingleses, viram nele o único homem capaz de evitar que Estaline pudesse invadir a Europa Ocidental, funcionando como tampão, tendo estabelecido bastantes acordos comerciais e até militares como o ditador alemão. Não foi por acaso que muitas empresas ocidentais se estabeleceram na Alemanha nazi, que por sua vez também fizeram acordos de colaboração com aqueles três países, entre outros.

Mais tarde, preparando o alargamento do "espaço vital alemão", prevendo por conseguinte a invasão da URSS, Hitler fez trabalho de sapa e conseguiu através de intrigas e falsas acusações que Estaline fizesse uma purga no exército soviético, o que destruiu muito do seu poder organizativo, tendo sido poucos os oficiais de maior patente que escaparam.

É pois verdade que quer os russos quer os Ocidentais muito contribuiram para o sucesso de Hitler, que, caso não tivesse tido esse apoio, nunca poderia ter reorganizado o exército alemão e 8 milhões de homens em armas no ínicio da II Guerra Mundial.

Cumprimentos,
Lusitano

Plano Inclinado - Skeik Munir

Bruxas? Parece que não. Aqui fica o vídeo.


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Texto original de 13 de Junho de 2010:

Há uma semana realizou-se mais um programa Plano Inclinado, desta vez com Skeik Munir.

No site da SIC o programa tem apenas 11 segundos.

Já por diversas vezes enviei mails à SIC para que resolvesse o problema mas, até agora, nada. O programa continua a ter 11 segundos de duração.

Bruxas?

domingo, 13 de junho de 2010

Um homem de grande visão


Lembrei-me há pouco, já nem sei a propósito de quê, de uma frase de Agostinho Neto: "A direita só tem hipóteses onde a esquerda falha."
Mas como a esquerda nunca se engana e raramente tem dúvidas - enquanto "científica", racionalmente fundamentada -, como pode falhar? Desde 1979, ano em que Agostinho Neto morreu, aliás, a esquerda deveria ter progredido na tarefa em que é insubstituível: trazer ao mundo a luz da razão. E deveria ter progredido porque o seu lema é, como dizia Lenine, "Aprender, aprender, aprender sempre!". Mas restam poucos países irmãos socialistas, o eleitorado dos países de democracia burguesa parecem preferir a direita, rejeitando mesmo socialistas mais "endireitados"... A esquerda parece não aprender nada nem ser capaz, por isso, de arrastar consigo as "massas", através quer do discurso quer da acção. A esquerda torna-se num conjunto de clãs "incompreendidos por esta merda de sociedade", que se guerreiam entre si pelo verdadeiro sacerdócio da Verdade Única Futura, frustrada na sua capacidade de desmistificar a propaganda burguesa que engana o povo a toda a hora e na de arrastar as "massas" para uma "postura de esquerda".
A esquerda falha, falha, falha...
Mas os poucos que, dentro dela, ainda se recordam das teorias que lhe deram corpo (a "esmagadora maioria" é hoje, cada vez mais, composta por meros "emotivos"), nunca, mas nunca, se perguntam nem põem à discussão, face à experiência, se essas teorias reflectem a realidade; nunca, mas nunca, as põem em causa. E, como dizia a publicidade, "eles lá sabem porquê".

Anterozóide

Mais uma manobra sionista

"A Ana Gomes & Co. está onde?"

Notícias do Médio-Oriente

Egipto nega entrada a activistas em Gaza. O bloqueio [egípcio, em vigor desde 2007] a Gaza não terminou: Egipto impede a entrada em Gaza via Rafah de centenas de activistas transportando bandeiras palestinianas e camiões com ajuda humanitária. Ynews.

Pergunta 1: a Ana Gomes & Co. está onde?

Pergunta 2: Zapatero, que ficará para a história como o primeiro-ministro espanhol que mandou retirar as tropas do Iraque, na sequência do ataque terrorista islâmico de Atocha, também vai propor à UE que exija ao Egipto o fim do bloqueio? Ou só o faz sob pressão terrorista, com disfarce «humanitário» ou não? (Sobre a flotilha da paz, ver mais aqui).

Arábia Saudita abre espaço aéreo a Israel para um ataque aos locais nucleares iranianos. A Arábia Saudita conduziu testes para desactivar as suas defesas aéreas e permitir aos aviões israelitas realizarem um bombardeamento às instalações nucleares do Irão, revela o The Times.

Conclusão: naquela zona do mundo, há inimigos. E inimigos. Não parece, mas é.

E, aqui, uma excelente reflexão sobre a vaga de fundo: A Turkey of Policy, por Elliot Abrams.

Flandres e Valónia

Hoje pode ser o início do fim da Bélgica.
Vota-se neste momento naquilo que a maioria dos analistas considera ser um referendo à divisão.
De um lado 6 milhões de "flamengos" que, de um modo geral, são liberais ( no sentido europeu), conservadores, no que toca às tradições e à cultura, e orientados para o mercado livre. É a parte rica e produtiva da Bélgica.
Do outro lado, 4 milhões de valões, que falam francês e votam geralmente nos partidos socialistas. É a parte mais pobre e subsídio-dependente, sustentada pelos impostos dos flamengos.

Os flamengos querem a divisão. Os valões não.

Saber-se-á hoje, ao fim do dia.


sábado, 12 de junho de 2010

Aristides de Sousa Mendes


Na sequência dos dois artigos anteriores (pelo menos) há que lembrar Aristides de Sousa Mendes que consciente da fome que podia vir a passar (e passou) salvou milhares de Judeus das câmaras de gás.

Os novos executores da perseguição ao judeu são os esquerdalhos em pós-modernidade e pendor nazi-fascista, que inspirados em Mussolini, lambem as botas ao terrorismo muçulmano.

Aos defensores da paz no mundo


Actualização: Mais «párias»

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Começa a ser mais vergonhoso ser-se hoje "europeu" que antes do 25 de Abril português. A esquertdalha já há muito ultrapassou Salazar pela direita.

No Lisboa - Tel Aviv:
Enquanto no Egipto, o Supremo Tribunal confirmou a decisão do Ministério do Interior de retirar a cidadania aos egípcios casados com mulheres israelitas, aqui ao lado em Espanha, os organizadores da parada gay de Madrid acabam de banir os homossexuais israelitas do desfile.
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Informam-se os defensores da paz no Mundo e os opositores de todas as guerras em geral, que a aviação turca efectuou esta tarde mais um bombardeamento das posições curdas no território iraquiano. Os pacifistas que tomarem conta da ocorrência, devem ter em conta que foi violado o espaço aéreo de um país soberano: o Iraque.

Mais se informa que a Embaixada da Turquia fica na Av. das Descobertas, 22, 1400-092 Lisboa.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Dos sionistas, esses malllandros

Chulos para todos os gostos

Os chulos oferecem às putas "serviços de protecção". Se elas lhes pagarem devidamente eles "protegem-nas".

Kim Jong-il ameaça todo o mundo com bombardeamentos caso não o alimentem e mantenham bem anafadinho.


O nosso garboso Ministro dos Negócios Estrangeiros chama à atenção a Alemanha afirmando que ela apenas se conseguirá projectar no mundo caso se disponha a manter as carraças bem alimentadas com os outros "grandes actores". De outra forma não teria massa crítica.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Porque razão Obama não aceitou a ajuda da Shell para conter o derrame?



HT: Moonbattery <--- RECOMENDADO!

VIVA PORTUGAL

"It" para todos?

Houve aqui algo que me passou ao lado.

Alguém me explica que história é esta (neste momento e preferencialmente sobre o parágrafo transcrito)?
"Recordo o que escrevi para um dos muitos testes do jornal i antes do seu lançamento oficial, em 2009, a propósito da proibição do prefixo Sr.. Sra., ou Senhorita no Parlamento Europeu"

WILDERS, O NOVO CARLOS MARTEL...


Ontem, e pela primeira vez na história das eleições holandesas depois da Guerra, o VVD, partido da Direita Liberal liderado por Mark Rutte, ganhou as eleições pela margem mínima de um mandato (32-31) – o PvdA (trabalhista) de Job Cohen (ex-presidente da câmara de Amesterdão) ficou em segundo lugar com menos um mandato no parlamento holandês.

Mas o acontecimento mais importante, enganando todos os prognósticos, foi que o PVV, o partido de Geert Wilders, passou de 9 para 24 mandatos no parlamento e passou a ser o terceiro partido da Holanda. A intensa campanha na TV e nos jornais, bastante apoiada por figuras públicas (até mesmo comediantes) para desacreditar Geert Wilders, não adiantou a ponta de um corno - 1 milhão e meio de holandeses, impávidos e serenos, mas sobretudo fartos do Islão até às pontas dos cabelos, votou ontem no PVV…

E o futuro está assegurado, porque no dia anterior organizaram as ‘mesmas eleições’ no ensino secundário - para a rapaziada jovem que ainda não tem idade para votar - e o resultado é ainda mais prometedor: o PVV de Geert Wilders ganhou as eleições com 19,1% (17.132 votos) secundado pelo VVD de Mark Rutte com 18,1% (16.221 votos).

Picante detalhe, depois das eleições de ontem o partido de Geert Wilders é o maior em Maastricht: ele que não pode com a Europa nem com molho de tomate e que afirma, para quem quer ouvir, que não está disposto a gastar a poupança dos trabalhadores holandeses para os gregos terem 13º e 14º mês e se reformarem aos 45 anos…

De potugueses em que uns são mais iguais que outros

Lembra os reaccionários e esquerdalhos do Bloco de Esquerda que quando assaltados chamam a mesma polícia que é apedrejada quando defende comerciantes que são assaltados pelas "vítimas do capitalismo".

Se fosse em Israel e fossem assaltados pela escumalha e pelas mesmas facas e bastões de cabeça rapada de "pacifistas" chamavam os que abordaram nos "barcos de auxílio humanitário".

Enfim, coisas de gente estúpida e cretina com [nota minha]:
Uns jornalistas foram assaltados num qualquer resort da África do Sul e a comunicação social lusa descobriu, assombrada, que existe criminalidade naquele país. Quando as vítimas são as do costume [ainda por cima madeirenses do Alberto João] ou seja os pirosos e quiçá um pouco reaccionários emigrantes portugueses – alguns cometem o duplo pecado capital de serem simultaneamente emigrantes e retornados de Moçambique ou Angola – ou nem se refere o caso ou, quando muito, vem envolvido em muita sociologia.

Agora que sem consequências de maior uns jornalistas foram assaltados não só se acabaram os alegados furtos e os alegados assaltantes - voltaram da rol das palavras banidas os roubos e os ladrões! - e exige-se segurança nuns termos tais que a terem sido usados pelos emigrantes estes últimos acabavam logo com o rótulo de intolerantes, desadaptados e outras coisas ainda piores.

É espantoso!

Tão iguais quanto os tomates

Regozigemo-nos com esta transcendental ideia do Comité para Igualdade de Oportunidades para Mulheres e Homens do Conselho da Europa pela mão desta absoluta máxima:

De tarde, as mulheres pensam exactamente o contrário do que pensam de manhã, com a mesma vivacidade e pelos mesmos motivos.

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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Quando a comunidade toma precedência à pessoa

Ainda não vi todas as partes deste filme A Onda mas construi uma playlist que permite aos leitores verem as diversas partes de seguida (em princípio bastará esperar que as diversas partes se sucedam).

Da União das Repúblicas Socialistas da Europa


No ABRUPTO

Nota: O "Presidente" (*1) e a "Ministra dos Negócios Estrangeiros" (*2) da "Europa" continuam a monte.

(*1) - de cugonome "esfregona"
(*2) - de cugonome "o espanador"

Aos 87 anos


terça-feira, 8 de junho de 2010

Pequenos detalhes indiciantes de rigor mortis


Há minutos, na RTPMemória, num episódio da série Miss Marple ainda a ser transmitido no momento em que escrevo, esta falava no «retrato do assassino» enquanto na legenda se lia «retrato do alegado assassino».

Da imagem de Maomé

Esquerdalhos, façam favor de ver o clip. Não para perceberem, porque isso lhes está vedado por limitação a que se remetaram, mas para ver se concordam comigo que as imagens de Maomé nele filmadas lançam algumas suspeitas.

Huntington e a Turquia


Em 1517, os turcos entraram em Alepo, derrubaram os abássidas, e o imperador turco proclamou-se Califa (sucessor do Profeta).

O Califado é a terra irrevogavelmente doada (Waqf) por Alá aos seus fiéis para toda a eternidade. Por isso tudo aquilo que já foi muçulmano, é-o para sempre e, se perdido pelos erros dos crentes, deve ser recuperado, como é o caso da Península Ibérica que, na ortodoxia islâmica, é tão muçulmana como o Rub' al Khali (não é por acaso que o grupo saudita que quer construir uma mesquita junto ao Ground Zero, lhe chama Projecto Córdoba)

No Califado, Deus é César e as ordens do Califa são a mera expressão da vontade divina.

O Califado Otomano durou quase 5 séculos e a crueldade teocrática da Sublime Porta, expressou-se em limpezas étnicas, genocídios e transferências massivas de populações, dos arredores de Viena até às terras da Arábia

Os Jovens Turcos, de Ataturk, atribuindo a decadência à herança islâmica, acabaram com o Califado, alteraram o alfabeto (de árabe para latino), proibiram o uso de símbolos islâmicos como o véu e o fez, e impuseram à força a laicidade nas instituições. O Exército ficou como garante da herança de Ataturk.

Em 2003 Erdogan chegou ao poder (a democracia é como um autocarro. Quando chegas ao teu destino, sais- garantiu), e a Turquia voltou a ser terra do Islão, a bandeira óbvia do Califado desejado pelos jihadistas. A hostilidade contra Israel é apenas um dos movimentos no tabuleiro, indispensável, porque sem ela, nenhum líder muçulmano pode aspirar à liderança da umma.

Soube-o Nasser, Saddam, Khomeini, sabem-no Ahmadinejad e Erdogan.

Há 20 anos, Huntington tinha profetizado que era a Turquia o estado muçulmano mais apetrechado para liderar a umma. Para Huntington, o problema não era o fundamentalismo islâmico, mas o Islão, pertença superior de mais de 1 bilião de seres humanos, convencidos da superioridade da sua cultura, convictos da Verdade, e frustrados com a inferioridade do seu poder.

No Ocidente, muitos políticos recusam a visão de Huntington, como se recusar a mensagem tenha o condão de evitar o seu conteúdo. Chegou-se até ao caricato de, para exorcizar o título da obra, se ter inventado uma “Aliança de Civilizações”, sob os auspícios do inenarrável Zapatero e do, helas, primeiro-ministro turco, Recip Erdogan.

Mas a obra de Huntington, (quem duvide da sua genialidade pode conferir a inquietante coincidência entre aquilo que escreveu e o que hoje se passa no mundo), deve ser levada a sério.

O Irão não se poupa a esforços para alcançar o estatuto de Estado-Núcleo da civilização islâmica, usando Israel e a Palestina como pretexto para avançadas no território sunita e árabe, onde move já vários peões e algumas peças mais valiosas.

Mas Huntington garantia que esse papel estava destinado à Turquia. Que hoje está em plena reislamização e a cartada de fazer de Israel o inimigo externo, não sendo inédita na região, continua a ser valiosa, para unir a população. Os sinais são claros e inequívocos. Erdogan vem alterando as leis seculares impostas por Ataturk, tem promovido detenções de responsáveis militares alegando conspirações contra o Estado e fez eleger um Presidente que está sob o seu controle.

A nível externo, começou por recusar o trânsito da 4ª Divisão americana que deveria invadir o Iraque pelo Norte, cancelou exercícios da NATO, assinou tratados com o Irão e com a Síria, e intervém agora abertamente na questão israelo-árabe, tomado partido pelo Hamas e revendo a relação estratégica com Israel, país com quem tinha uma sólida cooperação militar e de informações.

Há tempos acolheu a conferência sobre a “Vitória de Gaza”, com a participação de centenas de islamistas, com o objectivo de criar mais uma frente da jihad global.

Os oradores fizeram constantes referências elogiosas à recentes atitudes anti- israelitas de Erdogan que, inebriado, as multiplica

Salvo um cada vez mais improvável golpe militar, a islamização da Turquia parece imparável e o país surgirá, tal como Huntington previu, como o Estado-Núcleo da umma. Dotar-se-á de armas nucleares.

Erdogan é o novo herói da rua islâmica e até Ahmadinejad se sente na necessidade de redobrar a retórica “anti-sionista”, para não perder o estatuto.

A NATO e a Europa, são já frentes secundárias.

Muitos viram a tempo que a entrada na UE, em vez de uma Turquia europeia, daria corpo a uma Europa turca e a manobra esbateu-se.

Quanto à NATO há quem, nos corredores de Mons, questione abertamente por que razão os dispositivos de aviso e alerta, instalados na Turquia “avariaram” justamente antes de a Rússia invadir a Geórgia.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

A Reuters Escamoteia a Ação dos Pacifistas da “Frota da Paz”

A conspiração judaica mundial volta a atacar, desta vez através da Reuters. Cumprindo com aquilo que já é uma tradição nesta agência noticiosa, algum agente sionista infiltrado fez um corte cirúrgico sobre uma foto originalmente publicada num jornal turco por forma a omitir a esplendorosa presença de um pacifista desarmado a bordo do Mavi Marmara junto de um soldado israelita que atacava os pacifistas. Depois do sebento trabalho, a foto assim amputada foi difundida no site da Reuters para o mundo inteiro. Veja as diferenças aqui.

Mais fotos dos atos pacíficos dos pacifistas da "Frota da Paz" aqui.

Estudo vincula fé com violência nos jovens muçulmanos

Por via de um comentário aqui deixado:
A propensão à violência nos jovens muçulmanos aumenta de maneira proporcional a sua religiosidade, segundo um estudo do Instituto de Pesquisa Criminológica da Baixa Saxônia (KFN) encomendado pelo Ministério do Interior.

O KFN realizou enquetes em 61 municípios alemães entre 45 mil estudantes em torno dos 15 anos a fim de constatar uma possível relação entre a religiosidade e a disposição à violência.

Enquanto entre os jovens cristãos a propensão à violência diminui conforme o grau de religiosidade aumenta, entre os muçulmanos ela sobe. O diretor do estudo, o professor Christian Pfeiffer, vê isso "não como um problema do Islã, mas da maneira como ele é transmitido na Alemanha".

Segundo o estudo, a maioria dos imames na Alemanha que pregam nas mesquitas não sabem alemão, permanecem pouco tempo no país, têm uma visão negativa da cultura europeia e fomentam estereótipos como o da superioridade do homem sobre a mulher.
(link)

Fucking zionist bitch (*)



(*) Comentário no YouTube

Dedicado aos amantes da frota da paz, da religião da paz, da Força da Paz da ONU e de La Paz.

(Uncensored with lyrics)

A tanga


Durante muito tempo, a ilha de Tuvalu foi uma das bandeiras dos ecologistas e dos defensores dos povos espoliados futuramente pela insana exploração desenfreada da natureza levada a cabo pelos porcos capitalistas. O aquecimento global dela decorrente originaria, em breve, que Tuvalu fosse submergida pelas águas do Pacífico (os efeitos eram, aliás já bem visíveis), obrigando os seus naturais a emigrar à força, na sua totalidade, para qualquer outro país, pelo que se colocou a questão dos direitos dos povos ao seu território, bem como a da exigência de uma indemnização e de diferentes compensações aos tuvalianos. E, evidentemente, uma legislação internacional punidora de tais desmandos imperialistas dos países industrializados, E.U.A. à cabeça, como é indubitável. Tudo isto foi parar à ONU com o devido alarido.

Afinal,


... a crer no que se diz (é só clicar em cima do texto).

Portanto, das duas uma: ou os corais sedimentam e detritam como escravos a mando dos capitalistas, para que estes não tenham que indemnizar ninguém; ou a ditatorial indústria da moda, associada à do turismo de massas, está a largar secretamente esses detritos e sedimentos de modo a impor os seus interesses àquela gente, obrigando-os a andar de tanga por ali durante, pelo menos, mais um século; ou... Ou outra coisa qualquer...!

sábado, 5 de junho de 2010

O descuido da verdade

No Cachimbo de Magritte:
No caso do primeiro-ministro, a verdade sai-lhe da boca quando se descuida. Foi o que aconteceu ontem. Esbracejava ele no seu exercício costumeiro de ridicularizar o adversário (ontem, era Miguel Macedo) e saiu-lhe isto: 'O PSD não sabe o que quer: exige redução das despesas, mas quando o governo pretende encerrar escolas - não, fechar escolas nunca, nem pensar!'

Baldado o esforço delicodoce da ministra em nos garantir que a medida "socrática" prosseguia o interesse das crianças e a "qualidade do ensino"... Por uma vez, no seu esganiçamento, pudemos contemplar o verdadeiro Sócrates: o indisfarçado desprezo, o mentiroso descoberto, a motivação mercenária revelada. Minutos depois, acabado de se descair perante toda a gente, no desespero de não suportar a des-coberta, já nos garantia de novo a sua "sinceridade" e repetia de cor a ladainha oficial.

Há qualquer coisa de infantil neste homem.

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Talmude

Da Rússia

Atenção que José Milhazes promete publicar material interessante referente ao período da debandada descolonização.

O primeiro:
Contributo para História (Altas patentes do MFA deram aval ao envio de tropas cubanas para Angola)
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Judeus e pau de cabinda


O Corão garante que até as árvores dirão aos crentes, “está aqui um judeu, vem matá-lo”. E Maomé, cuja revelação é uma amálgama confusa daquilo que, na sua vida de mercador, foi ouvindo aos judeus, cristãos e outros, começou a sua ascensão política atacando os judeus de Medina, que lhe tinham dado guarida.

Durante séculos, a Cristandade cevou-se no ódio aos judeus, esses bandidos que tinham morto Cristo, esquecendo que Cristo era também um judeu. Os judeus serviram assim de bode expiatório que exorciza os males e os medos das comunidades. E desde bebedores do sangue das crianças até deliberados propagadores da Peste Negra, das Guerras Mundiais, da perversão, dos terramotos, da ruína dos países, das crises económicas, assacou-se aos judeus tudo o que de mal aconteceu no mundo e mais além, porque não?

O século XXI não dispensa também os judeus da sua importantíssima função de bode expiatório.

E os judeus, os perversos judeus, estão aí para nos ajudar a exorcizar traumas, matando inocentes como os pacíficos humanistas que viajavam na flotilha da jihad turca. Judeu é sinónimo de mau. Fazer o mal é fazer judiarias, como dizem os brasileiros e isso implica que os judeus, por definição, não têm razão e merecem a condenação eterna.

Os que a manifestam mais ruidosamente, batem no peito e juram que não são anti-semitas. Não, nunca jamais, indignam-se os sempre presentes activistas da “ causa palestiniana” que, ao menor sinal de judeu na costa, acorrem das suas tocas, com cartazes, berros e furiosas condenações, em defesa do Hamas e das estratégias islamistas iranianas e turcas. E viajam, de navio, de avião, cruzam oceanos e continentes. De onde lhes vem o dinheiro para tão luxuoso activismo, é um segredo bem guardado, mas parece que os “activistas “ espanhóis expulsos de Israel, tiverem os seus bilhetes de avião para Madrid, pagos pelo governo islamista turco.

Não, anti-semitas jamais! Este adjectivo está ainda coberto pelo sangue de milhões de judeus, apesar de já haver por aí quem ponha isso em dúvida e atribua a culpa também aos judeus, os sacanas que se fizeram matar de propósito, para dominarem o mundo. Esta teoria entusiasma, cada vez menos em surdina, os “activistas da paz” e é servida à mesa em todas as escolas e nos media do Hamas e de vários países muçulmanos.

Não, eles são é anti-sionistas, coisa muito mais respeitável.

E o que é o anti - sionismo?

Em 1967 Martin Luther King deu uma resposta que os “anti-sionistas” detestam ouvir:

“É a negação ao povo judeu de um direito fundamental que reconhecemos a todas as nações da terra. É a discriminação dos judeus, porque são judeus. É, numa palavra, o anti-semitismo. O tempo fez com que, no Ocidente, seja impopular proclamar abertamente o ódio aos judeus. Por isso o anti-semitismo tem de inventar a cada momento novas fórmulas para dar livre curso ao seu veneno…Quando as pessoas condenam o sionismo, estão a condenar os judeus”

Não custa, aos “anti-sionistas”, reconhecer a todas as nações o direito de proteger as suas fronteiras e populações, e enfrentar quem as ameaça. Mas não a Israel que, desde o próprio dia em que renasceu, está em guerra com vizinhos que não aceitam um tratado de paz que não inclua o seu desaparecimento.

Qualquer acto de defesa de Israel é, obviamente, o mais odioso dos crimes.

Esqueçam as centenas de milhares de chechenos mortos por Moscovo; esqueçam a Geórgia, os tibetanos, Tianamen, o genocídio sudanês. Esqueçam que a Turquia chacinou milhões de arménios e gregos e que continua a bombardear aldeias curdas no Iraque. Esqueçam que o Líbano ataca campos de refugiados palestinianos e que a Jordânia matou milhares de palestinianos, obrigando-os, ó crueldade, a buscarem a protecção dos malvados "sionistas"

Tudo isso é normal, tudo isso está muito longe do horizonte dos activistas das “causas”.

Mas quando Israel impõe um bloqueio a uma organização terrorista que tem como objectivo declarado a destruição de Israel, procurando impedir que ganhe força para levar a cabo esse objectivo, os pacíficos activistas rasgam as vestes: Mas como ousam este judeus agir como se Israel fosse uma nação de pleno direito?

Como ousam bloquear quem os quer destruir, como se Israel fosse um Estado?

A estes activistas não importa saber que para acabar com o bloqueio bastaria que o Hamas renunciasse a atacar Israel e libertasse um soldado israelita raptado em Israel. Exigências descabidas, quiçá desproporcionadas.

Não, estes “activistas da paz”, profissionais, sabem que é o judeu o verdadeiro culpado. Culpado de matar Cristo, culpado de ter sobrevivido durante milénios, culpado de enriquecer e de ser bem sucedido, culpado de ter feito florir o deserto, culpado de em menos de 50 anos ter transformado um pedaço de areia, do tamanho do distrito de Lisboa, num país democrático, forte e avançado, ali, onde os seus vizinhos se atolam no autoritarismo, no fanatismo e na miséria.

Culpado de ser um país orgulhoso, quando tal sentimento já abandonou a Europa, entregue à mortificação da culpa e da perda de vitalidade. Culpado enfim de recusar imolar-se para que os “activistas da paz” se sintam felizes e realizados.

Garantia o anterior Rei de Marrocos, que “ o ódio a Israel é mais forte afrodisíaco dos muçulmanos”.

Tinha razão a avaliar pelas manifestações histéricas e furiosas que as televisões mostram nos últimos dias, de Dyarbakir a Djakarta. Mas não tinha a razão toda. Os navios carregados de “activistas da paz” que procuram ajudar o Hamas contra os judeus, mostram que são autênticos love boats, onde ao priapismo é constante e a líbido extravasa, o que demonstra que, para a esquerda europeia, o ódio ao judeu é também melhor que Viagra ou pau de Cabinda.