quarta-feira, 2 de maio de 2012

VIVA O POVO BRASILEIRO…



Trepadinha para um casal, enorme salto emancipatório para a humanidade.
Nelo Braçoforte

SILDENAFIL é um curto filme de Clovis de Mello com Marília Medina e Ricardo Petraglia, que uma amiga me enviou por mail juntamente com esta mensagem:

- Espero que não aches muito atrevimento da minha parte, mas acho que está demais!!!
A minha resposta:
- Absolutamente genial. Fartei-me de rir. Muito bons actores.
P.S. e ainda por cima a bacana tem uns lindos pézes.

Se o Brasil já se pode dar ao luxo de recriar este tipo de humor, adulto, significa que se encontra numa fase cultural superior e, neste caso, aproveito a ocasião para utilizar o título de um grande livro de João Ubaldo Ribeiro como elogio:

VIVA O POVO BRASILEIRO…
 

15 comentários:

José Gonsalo disse...

CdR:
Os meus avós eram mais modernos do que estes tristes. Se por acaso o meu avô se tivesse tornado naquele troncho, à minha avó dar-se-lhe-ia uma volta ao estômago só de pensar em ser tocada por tal repelência vertebrada. Ter-lhe-ia posto os cornos com a maior limpeza e descanso d’alma, com possibilidade de organizar uma saudável suruba lá em casa. Sem conversa fiada pelo meio.
Este é, ao contrário, um excelente exemplo do "progressismo": a mulher que se emancipa porque assume igualdade e reciprocidade nos "papéis", o casal que é contemporâneo porque perpetua a instituição casamento no seu pior: a da ruminância feita de falta de carácter. Do humor do mais politicamente correcto. O Brasil no seu pior.
Uma náusea.

Paulo Porto disse...

CdR

O casal do filme não eh "progressista".

Um gajo verdadeiramente progressista q estah com sono qd a mulher estah com vontade pede pra ela ir aa procura de qem se interesse por ela e q o deixe dormir descansado. Ora, o tipo do filme eh "fassista", soh qer dormir descansado.

Por outro lado, uma gaja, sobretudo uma gaja progressista, não compra viagra para um marido q não qer saber dela. Com um bocado de sorte compra-lhe um saco de água quente no inverno ou uma ventoinha no verão pra ele ficar confortável a dormir enquanto ela vai ali e já volta, e tudo a bem do progresso e, sobretudo, dela própria. E faz ela mt bem.

E depois há outra coisa, qq humano (homem ou mulher, progressista ou conservador e tudo o q fica pelo meio) sabe q aqeles meios são contraproducentes, logo, nada femininos, pra despertar ou direcionar atenções masculinas. Fazer "daqilo" realidade, seria como fazer do futebol um desporto em q soh havia penalties: ninguém ligava.

Carmo da Rosa disse...

Paulo Porto disse: ” O casal do filme não eh "progressista".”

Pois não. Porque se fossem progressistas masturbavam-se mutuamente enfiando salsichas de Frankfurt (da Escola) na peida.

Mas além do sexo, para serem verdadeiramente progressistas, teriam de escrever como você: eh em vez de é e mais assim umas coisas muito modernaças que o Rio costuma relacionar com a escola inclusiva, quando não se trata de si claro…

Carmo da Rosa disse...

José Gonsalo,

Em vez de responder ao seu comentário, escrevi um post sobre os meus avós.

cabeça disse...

Realmente este filme é de se lhe dar beijinhos. Ainda estou a rir. Um verdadeiro miminho. Carmo, dá-lhe!.

RioD'oiro disse...

CdR:

"mais assim umas coisas muito modernaças que o Rio costuma relacionar com a escola inclusiva"

Neste caso abriria uma excepção e suspeitaria que o teclado dele não tem acentos.

Carmo da Rosa disse...

Rio, entre q e que, onde está o acento?

Não me diga que foi o Sócrates com as suas PPP que o roubaram!

Carmo da Rosa disse...

Cabeça,

Já viste que me deste cabo de uma trepadinha, aqui:

http://fiel-inimigo.blogspot.com/2012/05/cavalheirismo-uma-sublimacao-do-cacete.html

bonito serviço!

RioD'oiro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
RioD'oiro disse...

CdR:

"Rio, entre q e que, onde está o acento?"

No seu exemplo:

"eh em vez de é"

Carmo da Rosa disse...

Rio disse: No seu exemplo: "eh em vez de é"

Está a confessar que não leu o comentário do nosso estimado colega na sua totalidade! Lá está, é o mesmo que não dar o lugar no eléctrico a uma senhora de idade, corcunda e ceguinha carregando dois grandes sacos de compras do Pingo Doce… Ok. Estou a exagerar, a senhora não era corcunda…

RioD'oiro disse...

Caro Carmo da Rosa,

Eu não gosto de desconversar.

O caro deu um exemplo e não me passou pela cabeça que pegasse na coisa pela parte que agora parece classificar como menos significativa.

O caro comenta, não gosta da resposta e reclama que o caso afinal travava-se relativamente a matéria que não escolheu para comentar.

É por essas e por outras que eu apenas respondo a comentário que me parecem merecer resposta. Comenta quem quer, responde ou contra-comenta quem quer.

Carmo da Rosa disse...

Nem de desconversar, nem de conversar, nem de humor, nem de beber, nem de futebol, nem de.....

cabeça disse...

Carmo, parece impossível, mas onde é uma queca pode chegar, não basta um banal argumento na forma de um viagra, teria que entrar o instrumento das esquerdas ou direitas, para mais complicar. Há muitos anos atrás, o alfaiate perto da minha rua corria diariamente risco de vida todos os dias, tinha que perguntar abertamente, e em viva voz! - o senhor usa á direita ou á esquerda?! -. Felizmente que a profissão era então, se bem que por vezes suspeita, respeitável, se não ia de cana. Mas nesta maravilhosa cena, aplicar as esquerdas e direitas, é no seu conteúdo, comparar o olho do cu, com a feira de Castro! Irra, é uma quase queca! e acaba não enxergando nada.

Carmo da Rosa disse...

"Carmo, parece impossível, mas onde é que uma queca pode chegar"

Cabeça,

Como diria o Chico Buarque:

Há que esquecer o amor (a queca)
Há que se amar
Sem amar
Sem prazer
E com despertador
- como um funcionário.