segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Boaventura Sousa Santos-Regresso ao Parque Jurássico


Nos últimos dias têm passado nas televisões reprises do "Parque Jurássico", não do original de Crichton, mas de excelentes derivados tugas. Os habituais, como Louçã, Jerónimo, Bernardino,etc, e outros, menos frequentes, mas igualmente jurássicos ou, talvez, triássicos que, dizem os especialistas, ainda são mais antigos. Entre estes os Bispos Januário Torgal e Manuel Martins e pasme-se, até o grande poeta sociólogo, Boaventura Sousa Santos que ontem surgiu a rugir numa televisão qualquer, perante o olhar embevecido e bovino do jornalista que lhe dava tempo de antena.

Se eu fosse cristão, diria que são os tão falados sinais do Armagedão mas, uma vez que sofro de lamentável cepticismo religioso, não vou tão longe e fico-me pelo Apocalipse da Razão.

Boaventura Sousa Santos é, com efeito, um dos expoentes da impostura intelectual nacional, tendo-se abarbatado com o honroso título de sociólogo-mor da galáxia, à pala do palavreado oco e redondo (sendo redondo, não tem ponta por onde se lhe pegue), bom para enganar o pagode que não percebe patavina do que o homem diz, (justamente porque não há nada para perceber), mas tem um certo receio de o dizer em voz alta, para não passar por inculto.

O Sociólogo Boaventura, é mais um burguês dos quatro costados, mas com vergonha de sair do armário e assumir aquilo que é. Tem óptimas sinecuras, pagas pelo dinheiro de todos nós, e gosta de esfregar as muitos sapientes e alegadamente proletárias “nalgas” nas poltronas da classe executiva quando vai para os Fóruns Sociais perorar sobre a pobreza, ao mesmo tempo que beberrica champanhe de um bom flute e depenica toscas com caviar beluga.

Nos intervalos faz poesia (veja-se abaixo um exemplo do génio poético do portentoso sociólogo-mor) e, quando solicitado, perora sobre o capitalismo e o “grande capital”, ao melhor estilo arqueomarxista.


Um exemplo da poesia do Dr Boaventura (não é brincadeira, é mesmo dele)


"Nas ruínas do ciclone de quarenta

trabalho manuais sem mestre nem montra

entram chefes guerras caracóis

tesouras e pauzinhos

nas rachas das meninas

na catequese é em coro

e em filas

no escuro dos intervalos

medem-se as pilas

Boaventura tens quebranto

dois te puseram três te hão de tirar

se eles quiserem bem podem

são as três pessoas da Santíssima Trindade...".


Ou seja, pelo que se percebe, o Dr Boaventura tinha o costume de medir pilas no escuro, o que significa que nem uma lanterna tinha.


2 comentários:

Vitor disse...

LOL
Adorei este post.

RioD'oiro disse...

http://www.nypost.com/p/news/local/manhattan/criminal_occupation_oh3CnKANUqYHrGPCaZaLRK