sábado, 14 de janeiro de 2012

E se a democracia significar nazismo...


5 comentários:

Sorge disse...

Está a falar da democracia americana do IV Reich? É evidente que não serve. A prová-lo está o genocídio que promove pelo Planeta fora. Aproxima-se mais um. Mas sabe que quem semeia ventos colhe tempestades.

José Gonsalo disse...

Sorge:
O meu caro amigo bem que precisa de um Reich: o Wilhelm.
Aliás, já lho disse noutro dia. Mas, pelos vistos, não acredita em mim. E olhe que lhe estou a dar trunfos...

Sorge disse...

Não tenho palavras para lhe agradecer o seu bom humor.
Vou explicar-lhe melhor e mais calmamente.
Nos nossos dias, a democracia significa nazismo no País que tem mais de 1000 bases militares e o maior número de tropas espalhadas por todo o Mundo e que conduz, em quantidade e qualidade, as mais mortíferas guerras de agressão e ocupação após a Segunda Guerra Mundial, para garantir os recursos materiais necessários ao Sonho Americano.
Sabe que este Sonho é muito bonito mas gasta 40 litros aos 100. É muito bonito viver à custa dos "outros". O problema é quando começa a chegar a mostarda ao nariz dos "outros"…

Carmo da Rosa disse...

Sorge: ”…a democracia significa nazismo no País que tem mais de 1000 bases militares e o maior número de tropas espalhadas por todo o Mundo.”

Não está explícito no comentário mas tenho cá um pressentimento que o País em letra grande são os EUA – what else?

E se os meus pressentimentos batem certo, estou muito contente que sejam eles a ter tantas bases militares espalhadas por todo o mundo e não outros…

José Gonsalo disse...

Sorge:
Não vejo as razões que o levem a frisar que me vai iluminar "calmamente". Mas devolvo-lhe a cortesia (habitual em mim, aliás), e digo-lhe, com tranquilidade, que as razões que adianta para se me contrapor são mera ideologia, isto é, teoria sem qualquer valor científico por ausência de correspondência com o real ou, se quiser, lixo simplório. Mas que desde há muito serve para fazer escorregar os incautos ou os que se contentam com cursos rápidos de profetismo. Chamo-lhe Velhas Oportunidades, mas há sempre quem as veja como Novas.