terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Medina Carreira - Petróleo - Agostinho Miranda - OnO18

Entretanto, a SIC não deve ter gostado que a mensagem se mantivesse e tratou de bloquear o acesso aos debates. Reencontrei este aqui: partes 1, 2, 3 e 4.




1 comentário:

Bruno Carmona disse...

Foi pena o Agostinho Miranda não conhecer o sector eléctrico tão bem quanto o sector petrolífero. Dizer que a teoria do peak oil morreu e depois afirmar que não existe quantidade de urânio para se fazer uma grande aposta em energia nuclear é demasiado grosseiro. Como é grosseiro dizer que os custos ambientais do ciclo do combustível nuclear são muito relevantes. São os menores de todas as fontes eléctricas.