terça-feira, 20 de julho de 2010

Censura no 5Dias (n+1)

Uma vez mais o 5Dias, fazendo justiça à condição de blogue comunista, recorreu à censura. Incapazes de lidar com a mais básica falta de razão, censuram. Aterrorizados com as fotografias que lhes mostram os lados mais desonestos, censuram. Um comunista precisa de censurar para poder conviver com a sua própria estupidez. Um comunista que não censure, que admita enfrentar a sua desonestidade intelectual, rapidamente deixa de ser comunista.

Desta vez o lápis azul atuou na caixa de comentários de mais um post nazi do Renato Teixeira, um comunista "al dente". Aqui fica o comentário censurado:



Obrigado, 5dias, convosco a blogosfera é mais divertida.

44 comentários:

Anónimo disse...

O comentario é pobrezinho e insultuoso como norma da casa, mas
então você vai chamar fascista a um comunista, essa é boa, vocês nem sabem a quantas andam.

Anónimo disse...

Eu acho que se o comentário fosse pobrezinho tinha sido publicado. Bem apanhado, fieis inimigos. Imagino que o mais difícil para eles é perceber que no fim partinham demasiadas opiniões com os nazis.

Anónimo disse...

Partilhar opiniões com os nazis é mais do género pro-fascistas, que até decretaram luto pela morte do hitler.

Carmo da Rosa disse...

Há tempos, sobre precisamente este assunto, dos muros, respondi por outras palavras quase a mesma coisa a um artigo do Renato Teixeira, e ele não censurou!!!

Paulo Porto, estou absolutamente de acordo consigo acerca da diferença entre o muro de Berlim e o de Gaza, mas também acho que esta sua frase “porque é que vc é racista e não deixa os pobres (…)" é desnecessariamente insultuosa, além de que é perfeitamente possível não ser racista e ao mesmo tempo não deixar pobres entrar em casa!

Anónimo disse...

Sobre o pretenso direito de uma entidade apartheidesca, genocida, racista e ladra de terras alheias existir e ter legitimidade (!!!)…

Em direito há um princípio geral antigo que vem do direito romano: ninguém pode dar ou vender aquilo que não lhe pertence. Logo, o Conselho de segurança da ONU não tinha o direito de dar 52% da Palestina a invasores sionistas (que já roubaram muito mais, cerca de 90%)em 1948, até porque acima das suas resoluções está a Carta da ONU, que não lhe atribui tal poder, mas apenas o de descolonizar territórios, com respeito das fronteiras (não pode haver partilhas) e sempre e exclusivamente em benefício do povo colonizado (não de outro estrangeiro colonizador).

E acima da Carta ONU, na hierarquia das fontes do direito internacional, estão os princípios gerais deste (o direito natural), entre os quais o princípio já citado. “israel” é apenas ou roubo miserável de terras com limpeza étnica de 80% dos autóctones. Caso para forca. Os crimes contra a humanidade não se branqueiam nem são prescritíveis. Castigam-se na forca. Ponto.

Mas mesmo a resolução de 1948, apesar de ilegal, poderia ser a base da solução do conflito desde que aplicada (como é exigido pelo direito)conjuntamente com TODAS as outras resoluções sobre a Palestina. Como a que impõe o regresso de TODOS os refugiados, isto é, da maioria muçulmana. Regressando estes e organizadas eleições gerais, a maioria decidiria abolir a partilha e o racista e apartheidesco “estado judeu”, e unificar a Palestina democrática, multiconfessional e pacífica. É a Terra Santa de 3 religiões…


P.S. Rectifico: a resolução de 1948 foi da Assembleia geral da ONU , não do Conselho de segurança. Logo, nem sequer tinha carácter obrigatório (para além da sua ilegalidade, por violar normas superiores). Era uma mera recomendação… a entidade nazi-sionista não tem qualquer base legal ou ética. assenta na força das armas, e pelas armas será também esmagada…

Quanto aos sionistas que “justificam” roubos de terras, casas e limpezas étnicas, cuidado ! A mesma solução pode-vos ser aplicada ! Podem-vos serem confiscados todos os bens e a nacionalidade com base nos vossos próprios argumentos…

Nunca gostei de “reformas agrárias”, mesmo quando consistem em roubar aos ricos para dar aos pobres, mas ainda gosto menos das que roubam aos pobres para dar aos ricos, como a famigerada Nakba nazionista… Comunada dessa deve acabar na corda…

Euroliberal

Carmo da Rosa disse...

@ Euroliberal: “…entidade apartheidesca, genocida, racista e ladra…”

Como um bom liberal, ainda por cima todo Euro, você é o campeão das nuances!!!

”Em direito há um princípio geral antigo que vem do direito romano: ninguém pode dar ou vender aquilo que não lhe pertence. Logo, o Conselho de segurança da ONU não tinha o direito de dar 52% da Palestina a invasores sionistas…”

Tinha tinha, porque há outro ‘princípio geral e ainda mais antigo do direito romano’ que reza assim: A terra a quem a trabalha.

Logo, este princípio milenar vem anular todas as ulteriores resoluções da ONU, da Liga Árabe, do Vaticano ou seja de quem for, porque é muito mais antigo, mas sobretudo mais compreensível…

Dois mil anos mais tarde os comunistas tentaram utilizá-lo para implementar a Reforma Agrária. Mas como de costume os comunistas confundem simplicidade com simplismo, e toca de roubar aos ricos para dar aos pobres (do partido), mas no final acabaram todos pobres - os ricos e os pobres…

Anónimo disse...

"Em direito há um princípio geral antigo que vem do direito romano: ninguém pode dar ou vender aquilo que não lhe pertence"

È verdade, mas também, ninguém então perde a posse pelo esbulho e privação violenta daquilo que possuíam, logo os judeus foram esbulhados e expulsos pelos invasores romanos,que exerceram sobre eles violencia e criaram a diaspora, privando-os da sua terra, por isso podem reclamar a posse daquilo que já lhes pertenceu no passado invocando razões historicas, e que perderam por serem privados da sua terra pela violencia,e não porque eles a abandonassem, sempre lá se mantiveram judeus apesar de tudo, ou porque a tivessem negociado. Mas como não se perde nem adquire a posse por meios violentos, a razão deles é valida mesmo sem a onu.

O-Lidador disse...

Este Eurotroll repete ad eternum as mesmas frases, os mesmos adjectivos, as mesmas falácias.
É uma cassete. Tudo aquilo que ele repete já foi desmentido, desmontado, derrotado, esclarecido, mas ele é como aqueles pedregulhos a quem podemos estar 1 ano, 1 século, 1 milénio a explicar qq coisa.
Não resulta.
O pedregulho não ouve. Tem dentro de si tudo o que necessita para ser um pedregulho e basta-lhe.

O que se pode argumentar com este eurotroll?
Que sabe ele do que pertence a quem?
Meteu na cabeça um catecismo, uma narrativa, uma Verdade, e limita-se a debitá-la.

A quem pertence aquela terra?

Aos judeus da Judeia?
Às tribos africanas que para ali migraram nos primórdios da espécie?
Aos neanderthais? Aos grandes sáurios?
Aos romanos? Aos persas? Aos assírios? Aos egípcios? Aos francos? Aos árabes? Aos turcos? Aos ingleses? Aos israelitas?

A resposta é a que cada um quiser dar e ela pode ser dada para qualquer país do mundo.
A terra é de quem a conquista, a tem e a defende.
Naquela região, como noutra qq do mundo.

Anónimo disse...

"é desnecessariamente insultuosa,"

Mas para se perceber isso é preciso pelo menos dois dedos de testa e o sr. Porto...
Mas tem as suas vantagens, graças a Deus: são completamente ineficazes. Quem lhes dá um minuto de crédito?

Paulo Porto disse...

@CDR
“porque é que vc é racista e não deixa os pobres (…)" é desnecessariamente insultuosa, além de que é perfeitamente possível não ser racista e ao mesmo tempo não deixar pobres entrar em casa!"

Claro que é desnecessariamente insultuosa. Mas os posts do bicho não são todos eles desnecessariamente insultusos? Claro que é deslocado, mas os posts do bicho não são sp deslocados? Como pensa que aqueles que cultivam a estupidez algum dia arrepiam caminho?

CDR, a questão é a postura nazi do bicho; a questão é que ele se sentiu alcançado porque percebeu que teve o tratamento que se lhe ajusta como se ajusta o pé ao focinho do cão que pensou morder. Não há outra forma de lidar com bichos destes. E tudo para bem deles.

Anónimo disse...

"O comentario é pobrezinho e insultuoso como norma da casa (...) Mas para se perceber isso é preciso pelo menos dois dedos de testa e o sr. Porto... "

Agora eu, também em comentário simplex: Este anónimo é um imbecil pretensioso.
(Porreiro, pá!)

Anónimo disse...

"Como pensa que aqueles que cultivam a estupidez algum dia arrepiam caminho?"

LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLOOOOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLL

Porque não te vestes tu, pergunta o roto ao esfarrapado.

Anónimo disse...

"Este anónimo é um imbecil pretensioso.
(Porreiro, pá!)"

Meu caro, até para se fingir de anónimo é preciso alguma testa. O que não é o seu caso.

LOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLLLLL

Anónimo disse...

"A quem pertence aquela terra?

Aos judeus da Judeia?
Às tribos africanas que para ali migraram nos primórdios da espécie?
Aos neanderthais? Aos grandes sáurios?
Aos romanos? Aos persas? Aos assírios? Aos egípcios? Aos francos? Aos árabes? Aos turcos? Aos ingleses? Aos israelitas?"

A Deus!

(oh, porra! em que versão?)

Anónimo disse...

"Meu caro, até para se fingir de anónimo é preciso alguma testa. O que não é o seu caso."

Comentário simplex:
Você, para fingir que tem testa, até precisa de revelar-se anónimo
Enfim, uma besta...!

Anónimo disse...

"A terra é de quem a conquista, a tem e a defende."

Um chico-esperto pato-bravo construiu em cima de três metros de terra que é minha. Tenho que me conformar e deixar assim antes que ele a defenda à bala.

Benvindos ao século III AC.

Anónimo disse...

"até precisa de revelar-se anónimo"

Nem a ripostar mostra qualquer centelha.

LLLLLLLLLLOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL

Não, eu sou anónimo mesmo, não preciso de despir a capa para não sujar o nick.
Pelo menos dois dedos de testa deviam ser garantidos a toda a gente, mesmo que depois os desbaratassem.

O-Lidador disse...

"Um chico-esperto pato-bravo construiu em cima de três metros de terra que é minha."

Abstraindo ( e é abstrair muito) da diferença ética e jurídica que existe entre uma sociedade organizada e o sistema internacional, porque é que essa terra é sua?

Recebeu-a de Deus?

Anónimo disse...

Metam o dedo no cu da galinha e vejam se falta muito para galinha pôr o ovo. Obrigado.
Oh porra, desculpem, enganei-me no blogue.

Anónimo disse...

"Não, eu sou anónimo mesmo,"
Pois, não percebeu o que eu quis dizer. Centelha de inteligência é coisa que não mora aí.
Ou seja, como eu já disse, é uma besta.

Anónimo disse...

“A resposta é a que cada um quiser dar e ela pode ser dada para qualquer país do mundo.”

Não é verdade. A partir do momento que se criou o direito, e a autodeterminação dos povos reconheceu-se os direitos dos autóctones,e deu-se o regresso as origens geográficas de muitos estados, como nós por exemplo que ficamos reduzidos ao continente e ilhas. Por isso os árabes não tem qualquer origem étnica ou histórica no continente europeu, jamais poderia ser aceite qualquer reinvindicação deles sobre este território, ou nós sobre o médio oriente.
Acontece que o povo judeu era de origem daquela região e não doutra, de onde foi expulso pela violência, por isso como não abandonou nem trocou ou negociou a terra tem direito as suas origens ancestrais ai localizadas, embora os fundadores do judaísmo a principio tenham pensado noutras paragens reconheceram isso mesmo
A terra é de quem a conquista, a tem e a defende é uma mentalidade a cro- magnon

Anónimo disse...

E um dia chegarão os ETs para varrerem a escumalha humana. Simplex mas eficacex.

Anónimo disse...

"Pois, não percebeu o que eu quis dizer. Centelha de inteligência é coisa que não mora aí."

Faça favor de me plagiar, se isso o faz sentir-se inteligente. Mas aviso já que não aumenta a capacidade da caixa dos pirolitos.

Anónimo disse...

"por isso como não abandonou nem trocou ou negociou a terra tem direito as suas origens ancestrais ai localizadas"

Aiiiiiiii, as guerras regionais a que isso dá direito. Espanha vs Portugal; Alemanha vs França; Alemanha vs Polónia; Bretões vs Anglo-Saxões... E, principalmente, índios do norte e sul contra todos os outros.

Mais vale não escavar muito para trás.

Carmo da Rosa disse...

@ Paulo Porto: Mas os posts do bicho não são todos eles desnecessariamente insultusos?

Não se trata dos posts, que normalmente não se referem a alguém em particular, trata-se dos comentários, que esses sim, são geralmente dirigidos a alguém. E nos comentários é verdade, ele não responde directamente às perguntas, escamoteia o essencial, privilegia os crimes do ocidente, enfim, faz o papel dele, de militante de uma esquerda cada vez mais reaccionária – mas que eu saiba ele não insulta…

Não se esqueça que o “bicho” – são as suas palavras – desde a mais tenra idade ouviu da Igreja que os judeus são maus, porque mataram o Cristo, e mais tarde, quando a Igreja já estava fora de moda, o nosso rapaz substituiu-a por outra, a marxista-leninista, e a partir desse momento passou a ouvir que além dos judeus havia mais maus na fita: os americanos, com o seu capitalismo.

Por isso insultar não vai adiantar grande coisa, pelo contrário, mais o rapaz vai fincar os pés na areia e fechar-se em copas! Os seus argumentos sobre o muro são válidos e poderiam semear alguma dúvida na mente do rapaz (mais do que isso não é possível), mas como você o insultou a dúvida vai imediatamente ser substituída por antipatia – pelo mensageiro…

Anónimo disse...

Esses casos regionais que o senhor cita, são mesmo casos regionais. Muitas dessas populações convivem sem grandes conflitos ou miscegenaram-se na sua evolução com outros povos. O que siginifica que o problema não se põe em relação a isso. Há é certo, diferenças culturais e reinvindicação de maiores autonomias. O problema só se põe neste caso em relação a dois povos, israelitas e palestinos. Por isso a decisão, e como esse territorio ainda não tinha sido partilhado ao contrário de outros onde ja tinham sido construidos e criados os paises a partir dos principios da autodeterminação que derivaram da queda dos três impérios pós I guerra mundial e desmembramento do imperio otomano, estes paises recem criados até acolheram algumas muitas dessas tribos arabes.

O problema poe-se em relação a dois povos que tem la raizes desde tempos imemoriaveis, e a haver pessoas que dizem que só um (os palestinos) é dono e legitimo possuidor dessas terras e só ele pode formar um estado porque tem posse que deriva de ser dono desde tempos antiquissimos.


O nascimento dos Estados, sofreram transformações no Séc. XX, não somente pelo interesse na consciência da evolução histórica dos institutos legais mas igualmente pelo facto de que, em muitas situações actuais, juizes de tribunais internacionais ou árbitros internacionais, foram chamados e ainda poderão vir a sê-lo a discutir eventuais títulos de legitimidade herdados de épocas passadas e seu valor segundo os critérios do tempo da sua constituição. Há o caso da Ilha de Palmas entre os EUA e Países Baixos, decidido pelo Prof. Max Huber, árbitro único, em 1928 e das reiteradas reivindicações territoriais recíprocas entre Estados africanos ou asiáticos, O caso do Templo de Préah Vihéar, julgado em 1962 pela CIJ, em que se discutiram os limites territoriais entre o Camboja e Tailândia, a partir dos títulos herdados de França.

Se o nascimento de um novo Estado, em séculos passados, era um fenómeno regulado pelo Direito Internacional geral, em grande parte formado de precedentes de actos unilaterais dos Estados independentes, havendo, igualmente, a prática de formação ou extinção de Estados, através de dispositivos de tratados multilaterais. Na actualidade, o campo encontra-se marcado pelas normas expedidas pela ONU, portanto, igualmente actos unilaterais, é caso de Israel, criado a partir do desmembramento da Palestina, autorizado por uma Resolução da Assembléia Geral da ONU de 1947.

Discutir ainda isto é de crianças, é um facto consumado.

Anónimo disse...

"Discutir ainda isto é de crianças, é um facto consumado."

A questão não se coloca em relação à existência de Israel, mas aos hábitos cleptomaníacos sobre as terras dos outros.

Actualmente as sociedades pautam-se por princípios gerais a que mais ou menos vão obedecendo, o que é bom. É à luz desses princípios que o roubo sistematicamente praticado por Israel sobre terras que não lhe foram atribuídas é uma discussão actual. Porque se fossemos pela ancestralidade, as Américas ficavam reduzidas aos índios, os outros que voltassem às origens.

Já não faz sentido, não é verdade? Ainda menos o direito de quem quer que seja a uma terra onde viveu milénios antes.

Anónimo disse...

"Por isso insultar não vai adiantar grande coisa, pelo contrário,"

Não acredito que esteja convencido de que os Portos alcançam isso. Viciam-se naquele rame-rame burreco e tudo o que obrigar a sair disso cansa a cabeça.

LLLLLLLOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLL

O-Lidador disse...

" o roubo sistematicamente praticado por Israel sobre terras que não lhe foram atribuídas é uma discussão actual"

Palavras fortes, ideias fracas.

Israel é um país como os outros. Tem uma legitimidade histórica (e não há nenhum povo que não tenha uma qq legitimidade histórica)
Como Portugal, ou os Botocudos.

Mas isso não basta a ninguém. Nem aos israelitas nem aos palestinianos. Estes últimos referem-se a umas datas, os israelitas referem-se a outras mas não é por aí que o assunto se resolve.

Há o Direito Internacional, mas quem pensa que ele é que manda, não entende o mundo em que vive.
Há umas ideias gerais, mas no fim apenas a força funciona.
Por exemplo, Israel existe, não porque tenha legitimidade histórica, não pela resolução das Nações Unidas, mas porque venceu os árabes no campo de batalha em sucessivas guerras.
Se tivesse perdido, já não existia, tivesse os "direitos" que tivesse.

Roubou terras?
Não, limitou-se a ficar com as terras perdidas por quem o atacou.
Como aconteceu com Danzig, terra alemã e que hoje é da Polónia. Porque a Alemanha atacou e perdeu a guerra.

O resto são fantasias e discussões de lana caprina.

Perguntem à Holanda se a confiança cega no DI a safou da invasão alemã...
Perguntem aos povos europeus se foi o DI que os safou dos nazis ou dos comunistas.

Anónimo disse...

(“Já não faz sentido, não é verdade? Ainda menos o direito de quem quer que seja a uma terra onde viveu milénios antes.”)

O direito ancestral faz todo o sentido na criação de um pais, assim como faria todo o sentido se fosse criado um pais para ciganos saber quais eram as suas origens, o que não fazia sentido por exemplo era criar o estado de Israel na argentina ou no Uganda, onde não tem quaisquer referencias históricas ou culturais ancestrais, por isso como expulsos da sua terra não perderam o direito ancestrral a reclama-la.


(“É à luz desses princípios que o roubo sistematicamente praticado por Israel sobre terras que não lhe foram atribuídas é uma discussão actual.”)

Tem razão uma certa razão neste ponto. Essa do roubo não é correcta, é melhor informar-se, é mais complicado que isso, a agencia judaica comprou terras os árabes, estes na altura vendiam-nas facilmente, até numa certa altura isso do roubo foi usado com arma política, dá trabalho explicar aqui isso, mas não é bem assim de roubo que se deve falar. Israel deve se contentar com aquilo que lhe foi atribuído na partilha da palestina pela onu, mas os palestinianos também não existiam como tal, aquilo eram reminescencias do império otomano que na altura estava sob jurisdição de mandato britânico, portanto também não tinham um pais definido e com fronteiras, não se falava em pais palestino povo palestino. É claro que muita da política israelita actual é de muita prepotência e poder de facto.

(“Porque se fossemos pela ancestralidade, as Américas ficavam reduzidas aos índios, os outros que voltassem às origens.”)

Acontece que nem os índios nem os aborígenes reinvindicam tal, somente alguma autonomia e reconhecimento da sua cultura. Quanto as outras questões já disse porque são regionais. Na Europa depois da segunda guerra mundial por exemplo, criaram-se fronteiras artificialmente e separaram-se populações por conveniência política, com a queda do comunismo houve alguma efervescência mas no fundo é tudo mais ou menos uma questão formal de rearranjos. Se os bascos ficassem independentes ou outro povo qualquer, não iam invadir ou ocupar ninguém, simplesmente traçavam-se novas fronteiras e o que antes era um estado maior passava a ser mais pequeno e surgia outro estado, mas na palestina o caso foi, e é diferente. Havia um povo sem terra só com referencias históricas.

Anónimo disse...

“assim como faria todo o sentido se fosse criado um pais para ciganos saber quais eram as suas origens”

Voltar à Índia 500 anos depois de lá terem saído? Acha que os indianos partilhavam voluntariamente as terras com eles? Aceitavam quietos e calados?


“Essa do roubo não é correcta, é melhor informar-se, é mais complicado que isso, a agencia judaica comprou terras os árabes,”

Vamos lá a ver se acertamos de vez nas décadas que discutimos: não as terras atribuídas pela ONU mas as terras que vêm roubando sistematicamente há 50 anos e cuja devolução a mesma ONU exige. Ou será que a ONU só serviu para dar e agora pode ir à vida e fechar os olhos?

Não, os bascos não prejudicaram ninguém, pelo contrário, eles é que foram arrebanhados, mas já uma boa parte dos leoneses é capaz de ter sido desapossada das terras que ‘ancestralmente’ eram deles e tiveram que se acomodar do lado de lá da fronteira. Agora, ao fim de 800 anos, voltavam para as reivindicar. E os bretões e os índios hoje não reivindicam a retirada de ninguém da Grã-Bretanha e das Américas, mas imagine que ao fim destes anos todos lhes dava para a ‘ancestralidade’ e se punham a roubar sistematicamente as terras a quem hoje lá vive? Que quanto mais resistissem, mais massacrados e roubados seriam.

Paulo Porto disse...

@cdr

Reli o seu último e não queria discutir. Prefiro antes (correndo o risco de ser mal entendido) perguntar-lhe se se rendeu à teoria do bom selvagem ou se se converteu ao cristianismo. Preferia a primeira. Como sabe gostamos de desordem no blog, e para católico já basto eu.



@Anonimo
"Voltar à Índia 500 anos depois de lá terem saído? Acha que os indianos partilhavam voluntariamente as terras com eles? Aceitavam quietos e calados? "

A sua ignorância é atrevida, e a resposta à sua pergunta é: sim, acho.
A Índia também tem ciganos e os ciganos da Europa são descendentes dos ciganos da Índia. E ao contrário do que acontece na europa, os ciganos, apesar de tb serem nómadas, têm na Índia um estatuto mais elevado do que conhecem noutros lugares do mundo.

Portanto, o paralismo que pretendia não só falhou como demonstrou o contrário do que pretendia. O problema não é os judeus terem regressado a uma terra em que sempre habitaram. O problema é o anti-semitismo que pretende que o judeu deve ser pior tratado do que os outros homens.

Anónimo disse...

"Faça favor de me plagiar, se isso o faz sentir-se inteligente."

Não o plagiei, bem pelo contrário. O que quer dizer que, pela terceira vez, leu e não percebeu.
Ou seja, que é burro.
Ponto.
Tchau.

Anónimo disse...

“A sua ignorância é atrevida”

LOLLLLLLLLLLLLLLLLL!!! Os anónimos vão-se quotizar e comprar-lhe um espelho, ajuda a uma melhor auto-percepção.

Que os ciganos vieram da Índia é um facto que assinalei. Por alguma razão precisou de repetir a ideia por escrito? Aprendizagem mais segura, talvez.

Sim senhor, gostei de saber que a Índia é uma excepção no acolhimento de quem de lá saiu há muitos séculos, mesmo sendo já as afinidades culturais, religiosas, de fala entre todos bastante esbatidas. Os irlandeses da república não estão muito interessados em acolher os do norte e só se passaram 90 anos; os britânicos acham que os protestantes devem desenvencilhar-se por lá e que não chateiem com esquisitices coloniais. Mas temos os indianos que não deixam perder a fé na humanidade ao acolher uns milhões de novos cidadãos espalhados pelo mundo.
Tendo em conta a qualidade do conteúdo e da forma da informação que normalmente debita, vou fazer força para acreditar.

Para essa valsa do anti-semitismo é que já dei. Noutra freguesia terá mais sorte; ou em alternativa, se for capaz recicle e inove, essa abordagem está desbotada. Os amigos são tolerantes por amizade, os anónimos não têm que fazer fretes.


"Ou seja, que é burro."

Mais eco? Não consegue mesmo ser um nadinha original?
Eu sabia.
Então tchau.

Anónimo disse...

"Mais eco? Não consegue mesmo ser um nadinha original?"
Não. É que o computador não dá para lhe afinar a voz. E eu, milagres não faço. Nem sou suficientemente mau para ter piedade.

Anónimo disse...

"Comunada dessa deve acabar na corda…"

Esta é a tolerância islâmica do profeta misericordioso, guerreiro e estuprador de meninas impúberes. Estes seguidores de Hitler não aprenderam nada com a História: vivem na idade média.

Anónimo disse...

Ora cá estou eu!
Ó anónimo das 23:31, andas a responder por mim e já levaste roda de burro de um burro.


"Esta é a tolerância islâmica do profeta misericordioso, guerreiro e estuprador de meninas impúberes."

Oba!!! Temos missa aqui no blogue?

Anónimo disse...

É inacreditável a ignorância – ou a pura canalhice – do euroliberal!

Em 29 de Novembro de 1947 a ONU debateu a proposta da UNSCOP e aprovou por 33 votos contra 13, e mais 10 abstenções, a existência de 2 estados: um para os árabes e o outro para os judeus. Os árabes ficaram só com 45% do território, mas mais de metade do território atribuído aos judeus era no deserto de Negev! A URSS, representada por Andrei Gromyko, aprovou a proposta!

Os países árabes entram então em guerra com Isarel e perdem. Na sequência desta guerra o Egipto ocupou a Faixa de Gaza e a Jordânia ocupou a Margem Ocidental! Estes actos constituíram uma violação às Resoluções 181 e 194. Mas, por mais bizarro que isto seja, quando a OLP foi criada em 1964, as terras sobre ocupação do Egipto e da Jordânia não foram reclamadas como parte do «território palestiniano»!!! Só após a guerra de 1967 em que 5 estados árabes atacaram Israel, é que a faixa de Gaza e a Margem Ocidental são ocupadas por Israel!

A OLP foi então rever o Convénio da sua constituição, e em 17 de Julho de 1968 alterou o artigo 24: só a partir daí é que passou a reclamar como seus estes 2 territórios!!!!

Já gora a versão original do artigo 24 é a seguinte: «A Organização [de Libertação da Palestina] não exerce qualquer soberania regional sobre a Margem Ocidental, no reino hashemita da Jordânia, na Faixa de Gaza ou na área de Himmah».

Se alguma coisa caracteriza a tese árabe ao longo deste processo é a mentira permanente. Até mete nojo!

Anónimo disse...

(“Voltar à Índia 500 anos depois de lá terem saído? Acha que os indianos partilhavam voluntariamente as terras com eles? Aceitavam quietos e calados?”)

Era um problema a discutir, mas mais complicado porque a india já é um pais independente soberano e não uma região sob administração estrangeira e pronto a ser partilhado como era o caso da palestina, mas a precisarem de terra e se a comunidade internacional decidisse criar um pais, um estado, e não tendo terra, seria um problema a discutir na região e com o povo de onde saíram os seus ancestrais, onde estavam as suas raízes e ancestralidade, não era um problema a discutir com o povo de um outro qualquer pais ou estado africano, sul-americano, ou europeu. Mas o caso dos israelitas e palestinos é muito diferente, na altura a palestina era um território sem qualquer divisão política administrativa, estava administrada sob mandato, e havia reinvindicações para a formação de dois estados, por isso não se tratava de um regresso de uma população a um pais já formado e com soberania existente e fronteiras definidas, não existia tal. Por outro lado os exemplos da America, Canadá ou Austrália, não preenchem os requisitos de autodeterminação precisamente porque nestes casos não havia colonização, mas eram já estados independentes, as populações destes estados, eram de origem emigrante, mas a partir do momento da independência tornaram-se autóctones. A invocar tal principio significaria que se criaria populações autóctones ou povos sem terra novamente ou que seria um absurdo e totalmente contrário ao espírito da autodeterminação, que era precisamente acabar com o colonialismo. Quanto aos bascos, leoneses, irlandeses, como disse trata-se de regionalismos que sempre houve e que levaram e levam politicamente as vezes a guerras e rearranjos político administrativos, mas a meu ver não tem esta comparação nem dimensão, não se esta a procura de um pais.


(“Vamos lá a ver se acertamos de vez nas décadas que discutimos: não as terras atribuídas pela ONU mas as terras que vêm roubando sistematicamente há 50 anos e cuja devolução a mesma ONU exige. Ou será que a ONU só serviu para dar e agora pode ir à vida e fechar os olhos?

Tem razão, eu estava a falar da fase inicial da ocupação da palestina, vejamos então: Numa guerra, a ocupação de terras pode ser uma táctica para futuras negociações, Hoje em dia não é aceite, e é condenada a aquisição de território por meio de guerras, a anexação é condenada. Assim Israel aceitou a determinação da ONU para a criação de dois estados. Acontece que os arabes não estiveram de modas, e decidiram atacar Israel que se defendeu, nesta defesa manteve o que lhe cabia por determinação legal e ampliou o seu território,

Anónimo disse...

Na guerra dos seis dias que marcou praticamente uma reviravolta e toda esta polémica no médio oriente israel triplicou o seu territorio. As forças israelenses capturaram também o sinai, as colinas de golan, a faixa de gaza e a cisjordânia.No fim desta guerra e em posição de força para negociar os israelitas esperavam encetar negociações com os arabes para resolver o arranjo territorial, negociando os territorios e o reconhecimento.

Mas essas esperanças foram frustradas , quando em 1967, os chefes dos países árabes, reunidos em cartum, decidiram sobre os três nãos, não à paz com israel, não ao reconhecimento de israel, não a negociações com israel, e a crença de que a guerra havia chegado ao fim dissipou-se logo. Ou seja a guerra chegou ao fim, de um lado com os vencidos pedindo a rendição incondicional, e do outro o vencedor esperando negociar para obter o reconhecimento e a paz. e então podemos ver a questão da anexação ou ocupação dos territorios alem do que lhe cabia.

Em 22 de novembro de 1967, o Conselho de Segurança das Nações Unidas adoptou unanimemente a Resolução 242, definindo as bases das negociações para um acordo de paz árabe-israelense. Essa resolução foi um acordo negociado entre propostas rivais. Num primeiro ponto abordado pela resolução é a “inadmissibilidade da ocupação de território pela guerra”. Algumas pessoas interpretaram isso como se Israel tivesse que se retirar de todos os territórios que capturou. Pelo contrário, a referência aplicava-se a uma guerra ofensiva. Caso contrário, a resolução incentivaria a agressão. Se um país ataca outro, e o agredido repele o ataque e ocupa território nesse processo, a primeira interpretação exigiria que o defensor devolvesse o que ocupou. Portanto, os agressores pouco teriam a perder, pois estariam assegurados contra a principal consequência da derrota. O objectivo final da Resolução 242, é que se obtenha um acordo pacífico e aceite, mais um acordo negociado com base nos princípios da resolução do que uma imposição sobre as partes. Essa é também a implicação da Resolução 338, segundo essa resolução, adoptada após a Guerra de 1973, pedia que as negociações entre as partes começassem imediatamente e ao mesmo tempo em que o cessar-fogo.

Depois mais tarde Israel devolveu todo o sinai ao egipto, o território reclamado pela jordânia foi devolvido e quase toda a faixa de gaza e mais de 40% da Cisjordânia foram entregues aos palestinos para o estabelecimentoda autoridade palestina. . Por isso a maior parte dos territórios conquistados na guerra defensiva ja foram entregues por Israel aos seus vizinhos árabes como resultado de negociações. Em declaração na assembleia geral, a OLP,rejeitando a resolução 242, afirmou que “a implementação da dita resolução levará à perda de toda esperança para o estabelecimento de paz e segurança na Palestina e na região do médio oriente”, mas finalmente a OLP concordou com o facto de que as resoluções 242 e 338 deveriam ser as bases para as negociações com Israel, quando assinou a declaração de princípios em setembro de 1993.

E é entre estes avanços e recuos com mais ou menos prepotencia que se vive.

Carmo da Rosa disse...

@ Paulo Porto: Prefiro antes perguntar-lhe se se rendeu à teoria do bom selvagem ou se se converteu ao cristianismo.

Receio que nem uma coisa nem outra!

Os bons selvagens não são a minha taça de chá e por isso dirijo-os normalmente para as amigas, mas uma boa selvagem já é outra conversa. Lavadinha, toda nua, não desgosto, mas gosto mais de loiras, sabem normalmente ler um mapa, preencher a papelada dos impostos, não fazem cenas de ciúmes, enfim, gosto…

É verdade que o Islão, com a sua intolerância congénita e os seus crimes diários, torna o Vaticano cada vez mais atraente, mas por muita boa vontade que tenha, há ainda umas coisas que me custam a engolir: o espírito santo; um pai que deixa o filho morrer na cruz; um filho que é Deus e se deixa maltratar daquela maneira, quando poderia facilmente virar tudo geleia (como dizem os brasileiros); o aparecimento de Nossa Senhora em Portugal (tudo bem, mas porquê ter escolhido um local tão enfadonho como Fátima? E porquê um ‘close-encounter’ com pastores meios atrasados mentais? Valha-me nossa senhora, com tanta gente interessante (e católica) que havia no país naquela altura!

Como vê, ninharias, isto para dizer que já estive mais longe de fazer a comunhão solene…

Anónimo disse...

goza, goza, parvalhão

Carmo da Rosa disse...

Aqui temos finalmente um Talibão (taliban versão tuga), não tarda e também tenho uma fatwa às costas...

LGF Lizard disse...

Quem acredita numa Palestina única (juntando a Palestina e Israel), democrática, multi-confessional, respeitadora dos direitos humanos, com amplas liberdade (religiosa, política, económica) e com os palestinianos (leia-se Hamas, Fatah ou outro qualquer) a liderar o tal estado, precisa de ir urgentemente ao psiquiatra.
É que nenhum grupo palestiniano apoia tal utopia. Isso é só conversa islâmica para enganar esquerdistas tolinhos do Ocidente.