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terça-feira, 24 de agosto de 2010

COMPARAÇÕES ENTRE 'ISMOS'....



Uma amiga minha achou injusta a comparação entre Hitler e Maomé feita neste post.

”Li atentamente o artigo e voltei a reler. Dá que pensar..... Mas sinceramente pôr no mesmo nível Hitler e Maomé é injusto na minha modesta opinião.
Hitler não fez nada de nada, acho até que foi um ser muito animalesco, sem querer ofender os animais, (…). Maomé, por sua vez, pelo menos preocupou-se em parte com o estatuto das mulheres de então. As suas mensagens ou os seus ensinamentos, como queiras, têm sentido na sua essência, agora se os seus seguidores fizeram um aproveitamento diverso e desfasado da sua mensagem isso já é outra coisa..... O mesmo não aconteceu com o cristianismo?

Bom isto nos levaria a uma longa e profunda discussão, não? Quero que saibas que não sou católica nem islamita mas é preciso ver com clareza e isenção as diferenças. Tenho muito receio de tudo que contem um “ismo”, devemos estar atentos aos fundamentalismos, seja qual for a ideologia.....

O fiel Inimigo tem assuntos interessantes, mas não me pareceu que os intervenientes estejam com seriedade no debate, e é pena, porque quanto a mim perde por isso, mas a minha opinião gratuita vale o que vale.....nada.”

Como todas as opiniões são válidas, logo que sejam sinceras, e esta é, aqui vai uma tentativa de longa e profunda discussão:

É evidente que é difícil comparar Hitler com Maomé, há entre eles uma distância de 1350 anos. Além disso Hitler é uma figura histórica vastamente documentada, em que se sabe praticamente tudo sobre a vida dele. Enquanto que Maomé é apenas uma figura histórica para os crentes, tendo sido a sua biografia e o Alcorão fabricados, segundo a ortodoxia, muito tempo depois da sua suposta morte com base em testemunhos por via oral!

Há revisionistas (especialistas que divergem da versão ortodoxa sobre Maomé, o Alcorão e o aparecimento do Islão) que a partir de uma moderna análise de textos do século VII afirmam que o Alcorão, ao contrário do que conta a versão ortodoxa, não foi escrito pela mesma pessoa, nem sequer na mesma época e tampouco em árabe clássico (actual). Outros, com base noutros elementos, vão mais longe e dizem que o Alcorão é uma espécie de missal cristão que foi progressivamente adaptado a uma nova religião ou que, com o decorrer dos tempos, uma velha doutrina se desviou aqui e ali da versão original. Estes últimos afirmam mesmo que o Maomé do Alcorão não é um nome próprio mas sim um adjectivo, um título (amado/querido/prezado) para Jesus Cristo….

Seja como for, para um não-crente comparar Hitler com Maomé equivale (quase) a comparar Salazar com o Pai Natal. Digo ‘quase’ porque no caso de Hitler vs Maomé, e apesar de não ser possível comparar os personagens, sempre se pode comparar alguma coisa: a ideologia, os ensinamentos e o comportamento dos crentes.

De Hitler sabe-se que devido às suas taras de estimação, descritas no seu livro Mein Kampf (A Minha Luta): a raça pura, anti-semitismo e o espaço vital, foi um assassino patológico que concebeu uma ideologia socializante em que não havia margem para dissidentes e que deu origem ao holocausto e a uma Guerra Mundial com as graves consequências que todos nós sabemos.

Mas o Maomé da versão islamo-ortodoxa é pior. E é pior porque ao contrário de Hitler, que escreveu o Mein Kampf de sua própria mão, Maomé nem imaginou nem escreveu o Alcorão! Foi-lhe ditado por Alá através do anjo Gabriel em árabe clássico. Isto é muito importante! Significa que para os muçulmanos Maomé é o eleito de Deus e os árabes o povo escolhido. Doravante o Profeta e mais tarde os seus seguidores, agora com uma forte base ideológica fundamentada no Alcorão (na palavra de Deus), vão ‘convencer’ todos os outros povos que só há um Deus, Alá, e que Maomé é o seu profeta… E como a mensagem é divina, não há mesmo muita margem para divergir, quanto mais para discordar!

De aqui facilmente se depreende que os outros povos, que no início tinham outras crenças e costumes, não foram convertidos ao Islão (do Algarve até ao Hindus) em amena cavaqueira à volta de uma chichá. O meio de persuasão era sempre o mesmo: a cimitarra (espada oriental curva). Alguns dirão: precisamente como os cristãos faziam na idade-média! Mas a diferença é precisamente essa: a idade-média. Porque, enquanto a cristandade actualmente já aceita crítica e regras democráticas, o Islão ainda se encontra (e cada vez mais) a remoer a sua idade-média, não se avistando a curto prazo sinais de renascimento… Assim é que o Islão continua a fazer a vida negra a todo (sobretudo a toda) aquele que tem a pouca sorte de nascer num país em que é religião de estado e, com o seu enorme apetite de conquista, de lebensraum, por tabela também ao resto do mundo.

Com todas as suas proibições, imposições, regras de vida, vinganças, ameaças e castigos divinos - imediatamente levados a cabo pelos crentes, porque geralmente não têm paciência para esperar pelo Todo-poderoso – o Islão é bem mais coercivo que qualquer ideologia laica. E a prova é que todos os dias que Deus nos dá (passe a expressão) assistimos algures no mundo a gente a ser maltratada ou mesmo assassinada em nome do Islão pelas razões mais diversas: por comer durante o Ramadão; por não se vestir conforme as regras; por beber álcool; por comer carne de porco; por dar uma queca fora dos trâmites conjugais; por tendência homossexual; por querer casar fora da família; ou fora da religião; por ser muçulmano sunita; ou chiita; ou alevita; por escolher outra religião; por não acreditar em Alá; por criticar o profeta; por desenhar o profeta. A lista é infinita…

De qualquer forma é mais prático e mais fácil comparar Hitler por exemplo com Estaline. São contemporâneos, ambos socialistas, ambos anti-semitas, ambos anti-democráticos e ambos se fartaram de matar gente…

Fora a matança, em que ambos eram exímios, uma coisa que salta imediatamente à vista, é que Hitler era bem mais socialista de que o Pai dos Povos. No curto espaço de tempo em que esteve no poder foram implementadas mais medidas socialistas na Alemanha Hitleriana do que na União Soviética e na China durante os restantes 80 anos:

• Duplicaram os dias feriados dos trabalhadores.

• Introduziram subsídios para proteger os agricultores contra riscos climáticos e flutuações dos preços no mercado internacional.

• Os preços dos géneros alimentícios eram estipulados pelo estado.

• Introduziram o imposto (IRS) progressivo (que ainda hoje é intocável para os partidos de esquerda).

• Os nazis não só eram de esquerda como ainda por cima eram verdes: foram os primeiros a transformar o meio-ambiente em política estatal.

• Os senhorios eram obrigados a ter rendas acessíveis e a posição jurídica dos locatários foi fortalecida.

• Foi introduzido o abono de família e as reformas foram aumentadas.

• Os custos da saúde eram pagos pelo estado. Foram os nazis que introduziram o sistema de saúde (Ziekenfonds) na Holanda.

• Pela primeira vez na história um carro (Volkswagen) ao alcance da classe operária.

• O único imposto que atingia severamente as classes populares foram os 50% de imposto sobre o tabaco e o álcool (o cabrão do Adolfo não fumava e ainda por cima era abstémio, raios partam o homem!)

Não tenho bem a certeza, mas no que se refere a medidas socialistas creio que nem o Sócrates consegue fazer melhor. Mas ao contrário do Hitler, Estaline ou Mao Tse Tung, a gente contra o Eng. Sócrates pelo menos pode resmungar à vontade – é também a única coisa que nos vale, mas talvez seja a mais importante….

43 comentários:

Anónimo disse...

Comparar hitler com josé socrates é o mesmo que compar merda com erva-de-cheiro.

Carmo da Rosa disse...

Comparar comentários anónimos com comentários sérios é o mesmo que comparar uma piroca com uma bigorna…

Anónimo disse...

mais merda...

Diogo disse...

Carmo da Rosa,

Considero a comparação entre Hitler e Maomé redutora. O painel não será suficientemente abrangente se não abarcar as figuras do Super-Homem, o Divino Espírito Santo, o Paulo Portas e o Cardozo do Benfica.

EJSantos disse...

Olá Carmo da Rosa.
Excelente texto.
Cumprimentos

Anónimo disse...

Cá está um que gosta de ler merda.

Semisovereign People at Large disse...

sempre se pode comparar o Fiel Inimigo a alguma coisa: a ideologia, os ensinamentos e o comportamento dos crentes

se vamos nisso comparamos o T-rex ao conteúdo de uma lata de sardinhas estão mortos e compactados e fossilizados
(fossilização em óleo vegetal ou em alcatrão dá no mesmo)

Maomé foi um líder de massas em combate
Hitler foi um lider de bancada
e isto de meter os filhos de Shem e chamar-lhe semitas e os de Ham (presuntos) hamitas
é estupidez genéticamente os povos do médio oriente tem fundos genéticos e doenças genéticas comuns
anti-judaicos foram-no pois expulsar ou converter corpos estranhos que não se identificam com a ideologia do estado são comuns a todas as eras
Torquemada não é comparável a Maomé
nem Luis XIII ou Carlos Magno a hitler
o massacre de populações germânicas, checas, polacas foi praticado durante 9 séculos
inicialmente por serem pagãos uns anos mais tarde por serem demasiado crentes
se quiser comparar cebolas a berlindes compare
não jogue é com as cebolas

Semisovereign People at Large disse...

algures no mundo a gente a ser maltratada ou mesmo assassinada em nome cristianismo
foi só há uns 70 anitos
e na irlanda
em muitos países africanos e sul-americanos é chão que ainda dá

pelas razões mais diversas: por comer carne durante a sexta-feira; por não se vestir conforme as regras;cidade do Vaticano
igrejas irlandesas
viúvas portuguesas há 40 anos
quando não vestiam de preto e não usavam lenço e xaile


por beber álcool, isso de facto é uma grande intolerância
enforquem os cabrões da lei seca fundamentalistas do bible belt e os islamitas junto

por comer carne de porco
os judeus ortodoxos têm o mesmo insulto para quem come:
filhos de porcos e macacos
(convergência evolutiva de insultos?)
por dar uma queca fora dos trâmites conjugais;
os portugueses nos anos 20 vingavam a honra à naifada e a tiro de revólver
os últimos foram à pedrada e à caçadeira..Correio da manhã
e Público (aqui apareceu notícia +pequenina)

por tendência homossexual;


por querer casar fora da família;
hindus, judeus,ciganos, etc
ou fora da religião;
idem...
e admitem conversão
nem todos os judeus e nenhum hindu de casta (varna=cor)admite isto ainda hoje

por ser católico no Ulster tive duas bordoadas dos RUC's e nem sequer sou crente
e excepto na irlanda nunca frequentei igrejas


ou chiita;xhia que assi mais parece ill gatopardo

ou alevita? sinceramente não sei o que é

por escolher outra religião;
convertidos são herejes e a purificação é pelo fogo....isto não foi escrito em árabe?

por não acreditar em Alá;DEus yaveeh,
por criticar Jesus; por fazer ícones A lista é infinita pois é como deus
se não usar GOD em maiusculas será apagado

Semisovereign People at Large disse...

algures no mundo a gente a ser maltratada ou mesmo assassinada em nome cristianismo
foi só há uns 70 anitos
e na irlanda
em muitos países africanos e sul-americanos é chão que ainda dá

pelas razões mais diversas: por comer carne durante a sexta-feira; por não se vestir conforme as regras;cidade do Vaticano
igrejas irlandesas
viúvas portuguesas há 40 anos
quando não vestiam de preto e não usavam lenço e xaile


por beber álcool, isso de facto é uma grande intolerância
enforquem os cabrões da lei seca fundamentalistas do bible belt e os islamitas junto

por comer carne de porco
os judeus ortodoxos têm o mesmo insulto para quem come:
filhos de porcos e macacos
(convergência evolutiva de insultos?)
por dar uma queca fora dos trâmites conjugais;
os portugueses nos anos 20 vingavam a honra à naifada e a tiro de revólver
os últimos foram à pedrada e à caçadeira..Correio da manhã
e Público (aqui apareceu notícia +pequenina)

por tendência homossexual;


por querer casar fora da família;
hindus, judeus,ciganos, etc
ou fora da religião;
idem...
e admitem conversão
nem todos os judeus e nenhum hindu de casta (varna=cor)admite isto ainda hoje

por ser católico no Ulster tive duas bordoadas dos RUC's e nem sequer sou crente
e excepto na irlanda nunca frequentei igrejas


ou chiita;xhia que assi mais parece ill gatopardo

ou alevita? sinceramente não sei o que é

por escolher outra religião;
convertidos são herejes e a purificação é pelo fogo....isto não foi escrito em árabe?

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por criticar Jesus; por fazer ícones A lista é infinita pois é como deus
se não usar GOD em maiusculas será apagado

Semisovereign People at Large disse...

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foi só há uns 70 anitos
e na irlanda
em muitos países africanos e sul-americanos é chão que ainda dá

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quando não vestiam de preto e não usavam lenço e xaile


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por comer carne de porco
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(convergência evolutiva de insultos?)
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os portugueses nos anos 20 vingavam a honra à naifada e a tiro de revólver
os últimos foram à pedrada e à caçadeira..Correio da manhã
e Público (aqui apareceu notícia +pequenina)

por tendência homossexual;


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ou fora da religião;
idem...
e admitem conversão
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e excepto na irlanda nunca frequentei igrejas


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os judeus ortodoxos têm o mesmo insulto para quem come:
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os portugueses nos anos 20 vingavam a honra à naifada e a tiro de revólver
os últimos foram à pedrada e à caçadeira..Correio da manhã
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por querer casar fora da família;
hindus, judeus,ciganos, etc
ou fora da religião;
idem...
e admitem conversão
nem todos os judeus e nenhum hindu de casta (varna=cor)admite isto ainda hoje

por ser católico no Ulster tive duas bordoadas dos RUC's e nem sequer sou crente
e excepto na irlanda nunca frequentei igrejas


ou chiita;xhia que assi mais parece ill gatopardo

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convertidos são herejes e a purificação é pelo fogo....isto não foi escrito em árabe?

por não acreditar em Alá;DEus yaveeh,
por criticar Jesus; por fazer ícones A lista é infinita pois é como deus
se não usar GOD em maiusculas será apagado

Semisovereign People at Large disse...

houve duplicação de comentários
acontece quando há intrusão via html

Semisovereign People at Large disse...

todas as fés são construtoras de civilização

tem de haver um cimento que obrigue as formigas a trabalharem por frutos que nunca comerão

a anarquia destrói civilizações não as constrói

é um curioso fraco argumento

Carmo da Rosa disse...

@ Diogo: ”Considero a comparação entre Hitler e Maomé redutora.”

Diogo,

ainda não tive o prazer de ler um comentário seu, um único sequer, em que diga realmente alguma coisa, e isso é que é bastante redutor! Se não fosse pelos links do Jon Stewart, que você de vez em quando aqui deixa, dir-lhe-ia para ir brincar com a sua redutora pilinha para outro sítio…

Curioso disse...

Mas o Islão constrói civilizações da barbárie.
No inicio maomé já queria o poder todo, como roubar e assassinar cruelmente pessoas inocentes e indefesas, e nem corão tinha ou pedia.
Já agora, o islão não tem apenas um livro, tem uma biblioteca, a da maldade, com os "livros" do engano, da cobardia, da ganância e todos os outros livros do crime úteis às várias estruturas ditatoriais e maléficas que o islão inspira.

Anónimo disse...

O islão é o capeta, tudo o resto são capetinhas.
Parece que o rosa tem uma fixação doentia por falos: ele é pilinhas para aqui, pirocas para acolá...simplesmente ridículo o homito.

o holandês voador disse...

CdR,
"Os custos da saúde eram pagos pelo estado. Foram os nazis que introduziram o sistema de saúde (Ziekenfonds) na Holanda".

Os nazis não introduziram o "Ziekenfonds" (Fundo de Doença) na Holanda. Os "Fundos de Doença" na Holanda datam de finais do século XVIII, inícios do século XIX!
Em 1940 (antes da invasão alemã) existiam 658 "Fundos de Doença" na Holanda que, originalmente, pertenciam a seguradoras privadas e abrangiam maioritariamente os trabalhadores assalariados. Contra um prémio estabelecido, os segurados recebiam tratamento directo. Inicialmente, os "Fundos de Doença" ofereciam contratos colectivos aos grupos menos abastados da sociedade.
O "Decreto-Lei da Doença" de 1941, imposto pelos nazis, destinava-se a submeter a economia holandesa à economia alemã, que tinha uma lei diferente e não previa o seguro voluntário. A adaptação da Lei Holandesa da Doença nunca foi igual à alemã (de resto, criada na República de Bismark e não por Hitler como se pretende crer!).
A Lei holandesa ainda hoje mantém um sistema misto, onde os segurados, com um rendimento abaixo de uma fasquia determinada pelo estado, têm direito a um seguro médico e os restantes devem fazer um seguro privado. No primeiro caso, o seguro é dividido entre o empregador e o empregado e, no segundo, o empregado paga o seguro.
Ou seja, o "modelo holandês" separa o "Ziektewet" (Lei da Doença) do "Ziektezorg" (Cuidados na Doença) o que não acontecia no "modelo nazi" que previa uma única Lei, apoiada num único "Fundo", pois dessa forma o estado cobrava mais impostos, o que convinha ao sistema alemão. Por isso, os alemães tentaram uniformizar os dois sistemas, o que nunca conseguiram, de resto.
Ler História faz bem e exercita o espírito. Estamos sempre a aprender...

Anónimo disse...

Estou curioso, para ler a merda de resposta que o rosinha está neste momento a engendrar. O pobre pode ir sem esmola, mas nunca sem resposta, nem que seja um simples mandar para o c..., como é seu timbre.

Carmo da Rosa disse...

HV,

Tanta coisa dita, e algumas bastante controversas, e nada, nem sequer um comentário! Como de costume, preferiste andar de lupa na mão à procura de um pequeno detalhe, que conheces, para poder criticar! Ik vind dit zielig hoor! E o que é que foste encontrar? Sim senhora, não foram os Nazis que introduziram o Ziekenfonds! Parto do princípio que o resto está tudo O.K.

Ficou-te atravessado na garganta que, bem vistas as coisas, o tio Adolfo em socialismo foi de longe (met kop en schouders) superior a todos os outros grandes educadores da classe operária juntos! Não tenho culpa nenhuma, que fizessem melhor…

E precisamente porque leio muito pouco, confesso que só soube disto há muito pouco tempo! Mas tu que lês tanto, tampouco sabias, ou então sabias mas nunca quiseste botar cá para fora, o que é bem mais grave: fazes caixinha, não informas convenientemente a classe operária, ou seja, continuas a ser um funcionário do partido em vez de um intelectual…

Mas voltando ao importantíssimo detalhe off-topic: o sistema de saúde na Holanda. Tenho a dizer que há precisamente um ano, e para o poder comparar ao sistema americano, escrevi detalhadamente como funciona:
(http://fiel-inimigo.blogspot.com/2009/08/e-so-saude.html)

“Na Holanda, e ao contrário dos EUA, ter um seguro de saúde é obrigatório. Assim é que na Holanda toda a gente tem um seguro que é custeado a partir de duas fontes. Uma parte (igual para toda a gente) é paga pelo próprio utente directamente à companhia de seguros da sua escolha. Trata-se de uma quantia de ± 1000 euros por ano. A outra parte, 6,9%, é proporcional e é descontada mensalmente do salário (ou do subsídio de desemprego) de cada cidadão” etc etc.

Por isso, se não te importas, não vou voltar a fazê-lo. Só te queria pedir que quando fores à Wikipédia retirar textos traduz a coisa convenientemente e sobretudo não apenas o que te convém:

Oorspronkelijk boden ziekenfondsen een vrijwillig collectief verzekeringsarrangement aan voor de minvermogende bevolkingsgroepen. Met de afkondiging van het Ziekenfondsenbesluit in 1941 werd er een verplichte ziektekostenverzekering voor loontrekkers met een inkomen onder een bepaalde bedrag in het leven geroepen die door erkende ziekenfondsen moest worden uitgevoerd.

O texto fala claramente de uma mudança radical do sistema de saúde em 1941. Passa-se de um VERZEKERINGSARRANGEMENT para um VERPLICHTE ZIEKTEKOSTENVERZEKERING.

Quem dera que o Obama nos EUA conseguisse os mesmos resultados…

Anónimo disse...

Parabéns rosinha, destes só uma picadinha, mas sem tomates ou pilinhas pelo meio. Sim senhor é de intelectual. Vai uma chapelada.

Anónimo disse...

O Hitler era de facto um nacional-socialista do melhor, tratou da "saúde" a milhões e no final deu um tiro nos cornos.

o holandês voador disse...

CdR,
Eu só comento o que me interessa. É o meu privilégio. Não vou comentar comparações disparatadas entre Hitler e Maomé, que são coisas incomparáveis. É como comparar batatas com cebolas. Se para ti é tudo igual, não é para mim. Uma questão de treino académico.
Se falei no "Ziekenfonds" é porque me interesso pela problemática (trabalhei no "ramo" entre 1982 e 1992) e pareceu-me que havia aí alguma "confusão".
Vamos lá ver: Os holandeses (como os alemães, de resto) já tinham sistemas de saúde nos séculos XIX. No caso da Alemanha, foram criados pelo Bismark, o criador do "Estado de Protecçao Social" (Welzijnstaat) "avant la lettre". Isto não tem nada a ver com Hitler e muito menos com socialismo. Também nos países escandinavos existiam sistemas de protecção social, desde os anos 30.
Segunda questão: quando a Holanda foi invadida pelos nazis (1940), os holandeses passaram a fazer parte da zona económica do III Reich (passaram a trabalhar para a economia alemá). Como na Holanda existiam "Fundos de Doença" privados, e o Hitler necessitava de fundos para a sua expansão, forçou a criação de um Fundo de Doença centralizado para, dessa forma, obter mais dinheiro através dos impostos. Isto é completamente diferente de ser uma medida benéfica ou uma opção individual dos segurados. É verdade que houve uma redução drástica dos "Fundos"(que passaram de 658 para 400 em menos de dois anos). Mas, o sistema holandês nunca foi igual ao alemão e muito menos socialista. Um disparate completo. Ainda hoje existe um sistema dualista na Holanda e mais de 20 "Fundos" diferentes (dados de 2006).
Portanto, trata-se de um sistema social (mutualista se quiseres), mas isso não é sinónimo de uma sociedade socialista. Até os muçulmanos têm sistemas de ajuda social (veja-se o caso do Paquistão) e não consta que sejam socialistas por causa disso.
Portanto, amassar tudo sob uma mesma designação (os tais "ismos") dá jeito, mas é muito pouco científico. É curioso, pois esse costuma ser um argumento estalinista. Ou seja, mudaste de igreja, mas continuas a ser crente. Esperava melhor, francamente.

o holandês voador disse...

CdR,
Eu só comento o que me interessa. É o meu privilégio. Não vou comentar comparações disparatadas entre Hitler e Maomé, que são coisas incomparáveis. É como comparar batatas com cebolas. Se para ti é tudo igual, não é para mim.
Se falei no "Ziekenfonds" é porque me interesso pela problemática (trabalhei no "ramo" entre 1982 e 1992) e pareceu-me que havia aí alguma "confusão".
Vamos lá ver: Os holandeses (como os alemães, de resto) já tinham sistemas de saúde nos séculos XIX. No caso da Alemanha, foram criados por Bismark, o criador do "Estado de Protecçao Social" (Welzijnstaat) "avant la lettre". Isto não tem nada a ver com Hitler e muito menos com socialismo. Também nos países escandinavos existiam sistemas de protecção social desde os anos 30.
Segunda questão: quando a Holanda foi invadida pelos nazis (1940), os holandeses passaram a fazer parte da zona económica do III Reich (passaram a trabalhar para a economia alemá). Como na Holanda existiam "Fundos de Doença" privados e o Hitler necessitava de fundos para a sua expansão forçou a criação de um Fundo de Doença centralizado para, dessa forma, obter mais dinheiro através de impostos. Isto é completamente diferente de ser uma medida benéfica ou uma opção individual dos segurados. Mas, o sistema holandês nunca foi igual ao alemão e muito menos socialista. Um disparate completo. Ainda hoje existe um sistema dualista na Holanda e mais de 20 "Fundos" diferentes (dados de 2006).
Portanto, trata-se de um sistema social (mutualista se quiseres), mas isso não é sinónimo de um sistema socialista. Até os muçulmanos têm sistemas de ajuda social (veja-se o caso recente das cheias no Paquistão) e não consta que sejam socialistas por causa disso.
Portanto, amassar tudo sob uma mesma designação (os tais "ismos") dá jeito, mas é muito pouco científico. É curioso, pois esse costuma ser um argumento estalinista. Ou seja, mudaste de igreja, mas continuas a ser crente. Esperava melhor, francamente.

Anónimo disse...

Gostei: intelectual contra pretenso...

Unknown disse...

Na verdade a comparação entre Maomé e Hitler nada tem de disparatado.
Passemos por alto os indivíduos em si.
Quanto às suas heranças em termos de ideias, a verdadeira diferença é que Hitler escreveu as suas ( e aplicou-as) e Maomé alegou que as ideias vinham de Deus.

Se Hitler tivesse dito que aquilo que escreveu era uma "Revelação", provavelmente seria hoje ainda venerado como um Deus.

Se Maomé não tivesse invocado a "Revelação Divina", as suas ideias seriam consideradas simplesmente fascistas.
Tais como as do Hitler, do Estaline, do Mao, do Fidel, do Cunhal,do Mussolini, etc.

As ideias em si são perturbantemente parecidas e, nesse sentido, tem toda a lógica comparar Hitler com Maomé.
De resto, Maomé já foi comparado com outros personagens históricos, como Carlos Magno, por exemplo (Henry Pirenne).

Carmo da Rosa disse...

@ HV: ” Eu só comento o que me interessa. É o meu privilégio.”

Tens razão. Mas eu também posso comentar que tenho a impressão, com base em todos os teus comentários, que só comentas quando julgas encontrar asneiras ou contradições. E só focas precisamente esse pormenor! Mas tudo bem, continua a ser o teu privilégio… E bem haja, pelo menos não és mal-educado, está bem escrito e, segundo a tua perspectiva, os argumentos são lógicos…

@ HV: ”Não vou comentar comparações disparatadas entre Hitler e Maomé, que são coisas incomparáveis.”

Não digo eu que andas de lupa só à procura de contradições! E o resultado é que passas por cima do evidente - não lês o que lá está!
Não houve nenhuma comparação, em todo o caso não como um ensaio científico entre os dois personagens. Já aqui o disse, tratava-se de uma paródia,

http://fiel-inimigo.blogspot.com/2010/08/hitler-maome-e-arte.html

de uma hipotética entrevista na TV-holandesa em que o autor glosava com a DIFERENÇA DE TOLERÂNCIA que existe em relação ao Nacional-Socialismo vs Islamismo. O autor poderia ter feito o mesmo em relação ao Comunismo, e assim talvez a festa do Avante ficasse imediatamente colocada noutra perspectiva…

Além disso eu escrevi no post: “Seja como for, para um não-crente comparar Hitler com Maomé equivale (quase) a comparar Salazar com o Pai Natal.(...)

Como se te lembra responder desta forma?

“Não vou comentar comparações disparatadas entre Hitler e Maomé, que são coisas incomparáveis. É como comparar batatas com cebolas. Se para ti é tudo igual, não é para mim. Uma questão de treino académico."

Pergunto-me para que serve o treino académico quando um gajo não lê o que está escrito!?

@ HV: ”Se falei no "Ziekenfonds" é porque me interesso pela problemática”

Sim, mas o sistema de saúde holandês já foi aqui discutido há um ano – e tu também participaste -, onde descrevi detalhadamente como funciona, coloquei o link no comentário anterior, por isso, não vejo interesse em repetir a história! Sobretudo quando neste artigo isto é apenas um detalhe…

continua....

Carmo da Rosa disse...

HV,

É indiscutível que os alemães em 1941, com o Adolfo em pleno poder, alteraram consideravelmente o sistema de saúde na Holanda (Ziekenfonds) – todos os holandeses admitem isso, mesmo a minha mulher que vota no Groen-Links (esquerda-verde) e é uma especialista neste assunto. E não foi para pior, de outra forma a Wikipédia não concluiria:

”De Duitse bezetting na 10 mei 1940 bracht de wettelijke regeling van het ziekenfondswezen in Nederland in een stroomversnelling. [ACELERARAM O PROCESSO] Om de Nederlandse economie gelijk te schakelen en dienstbaar te maken aan de Duitse economie, [EQUIPARARAM O SISTEMA HOLANDÊS AO ALEMÃO, O QUE TU DIZES E MUITO BEM] was het onder andere noodzakelijk dat het concurrentievoordeel verkregen door het feit dat Nederlandse arbeiders geen verplichte ziektekostenverzekering en daardoor ook geen verplichte premieafdracht hadden, op te heffen. Daarnaast paste de regeling van het maatschappelijk zwaar beladen vraagstuk van de ziekenfondsverzekering binnen het Duitse charmeoffensief [A MEDIDA INCERE-SE NUMA CAMPANHA DE CHARME ALEMÃ DO PRIMEIRO ANO DA OCUPAÇÃO] van het eerste jaar van de bezetting.”

@ HV: ”Isto não tem nada a ver com Hitler e muito menos com socialismo. Também nos países escandinavos existiam sistemas de protecção social, desde os anos 30.”

Sobre socialismo e comparações não tem qualquer sentido NEGAR o que eu NÃO disse! Eu escrevi algo bem diferente: ”De qualquer forma é mais prático e mais fácil comparar Hitler por exemplo com Estaline. São contemporâneos, ambos socialistas, ambos anti-semitas, ambos anti-democráticos e ambos se fartaram de matar gente…”

Lógico, e mais académico, teria sido por exemplo dizer que por esta razão ou por outra Hitler não se pode comparar com Estaline. Ou então que um é socialista e o outro não. Ou que um é mau como as cobras e o outro um gajo porreiro, etc etc.

Anónimo disse...

O Mundo já está mais aliviado.

Carmo da Rosa disse...

@ O-Lidador: ”Quanto às suas heranças em termos de ideias, a verdadeira diferença é que Hitler escreveu as suas ( e aplicou-as) e Maomé alegou que as ideias vinham de Deus..”

Precisamente.

Por isso é que eu escrevi:

“no caso de Hitler vs Maomé, e apesar de não ser possível comparar os personagens, sempre se pode comparar alguma coisa: a ideologia, os ensinamentos e o comportamento dos crentes.” (e isto já dá pano para mangas)

E sobre a verdadeira diferença:

“(…) ao contrário de Hitler, que escreveu o Mein Kampf de sua própria mão, Maomé nem imaginou nem escreveu o Alcorão! Foi-lhe ditado por Alá através do anjo Gabriel em árabe clássico. Isto é muito importante!”

E é por isso que na paródia o artista dá a resposta perfeita:

Pauw: O Islão é uma religião. É uma questão completamente diferente.

Artista: Essa é boa! Então nesse caso se o Hitler tivesse dito que recebeu ordem do Altíssimo para matar judeus já a coisa era aceitável?

Unknown disse...

"Lógico, e mais académico, teria sido por exemplo dizer que por esta razão ou por outra Hitler não se pode comparar com Estaline. Ou então que um é socialista e o outro não. Ou que um é mau como as cobras e o outro um gajo porreiro, etc etc."


Quando se colocam estas personagens em paralelo ( e os FACTOS, são compulsivos), aqueles que acham que "não são bem a mesma coisa", têm razão.
Uma razão estranha, mas que, na lógica estranha em que se apoiam, faz todo o sentido:

É que, para eles, um tinha BOAS intenções e o outro MÁS intenções.

Tudo se joga neste campo.
Os factos não importam a quem acredita firmemente na pureza das intenções.
É a mesma mentalidade que esteve na base da Inquisição. Se o que se pretende é BOM, então tudo se justifica.

Para mim, pelo contrário.
Fazer o MAL em nome do BEM, é bem pior do que fazer o MAL em nome do MAL.

Porque com estes, todos sabemos com o que contamos...

Anónimo disse...

Vade retro...

o holandês voador disse...

Lidador,
Não seja demagógico. De boas intenções está o Mundo cheio. O Hitler como Estaline foram ambos maus e os seus seguidores também ajudaram. O mal é absoluto. O Maomé não entra neste filme, porque nem sequer há provas de que teria existido. Como comparar um sistema político com uma crença?

Unknown disse...

"Como comparar um sistema político com uma crença?"

A pergunta não é essa.
A pergunta que deve ser feita é: pode-se comparar uma religião com uma ideologia?

A resposta é óbvia e afirmativa.
Ambas definem uma ética, uma moral,um sistema e crenças, um objectivo BOM que passa, normalmente, por alcançar um estado de coisas mais perfeito. Na terra ou no céu.

A diferença é que uma vem de Deus ( garantem os crentes) e a outra vem da cabeça de pensadores.
No fundo, são sempre os profetas.
Marx não era um profeta? Aquela barba, aquela pose patriarcal, aquela certeza de quem sabe o que aí vem...

Não me parece que, no osso, se trate de coisas diferentes. A religião do Maomé, particularmente, visto que é todo um sistema de vida e é indissociável da política.

Não sou eu que o digo, são os próprios pensadores muçulmanos.

Ah, e é A fonte da lei.

Carmo da Rosa disse...

@ O-Lidador: ”Fazer o MAL em nome do BEM, é bem pior do que fazer o MAL em nome do MAL.”

Absolutamente de acordo. Pior do que cuspir na sopa.

São os padres a ir ao pacote aos putos porque o Cristo disse algures “venham a mim as criancinhas”, ou o Profeta que pediu a mão de Aisha (9 anos) ao seu melhor amigo Abu Bakr, o pai da rapariga que em primeira instância rejeitou. Mas o Profeta, que nesse momento tinha 54 anos, fez-lhe uma proposta que ele não pode recusar: foi Alá quem mandou… (isto tudo segundo a ortodoxia)


@ HV: ”O Maomé não entra neste filme, porque nem sequer há provas de que teria existido. Como comparar um sistema político com uma crença?”

Tens razão, o Maomé não entra neste filme (por falta de provas da sua existência) mas os seguidores entram – e de que maneira! e isso já se pode comparar.

De qualquer forma, a essência de toda esta discussão é precisamente saber até que ponto o Islão deixa de ser uma crença para ser um sistema político. O engraçado é que mesmo um fundi como o pregador muçulmano afro-americano
Khalid Yassin não chama ao Islão uma religião, mas sim um ‘faith-based system’.

O YouTube está cheio de vídeos do bacano (preto mas com uma perinha ruiva) a discursar, também na Holanda, em Almere…

Carmo da Rosa disse...

Juro que ainda não tinha lido o anterior comentário do Lidador, mas parece que Deus nosso Senhor nos guia o pensamento: Faith-based system...

o holandês voador disse...

Lidador,
Essa da barba do Marx fazer dele um profeta é um argumento imbatível. Que dizer do Pai Natal?

Unknown disse...

A barba é um aparte coreográfico...parece que o Carmo da Rosa tem razão...o meu caro amigo agarra-se aos acessórios como náufrago a uma bóia...

Parece-me suficientemente inteligente para perceber o meu argumento....e todavia aí o temos a comentar o estado da unha do dedo que lhe aponta a lua...

Anónimo disse...

O Burralho não pára.
heiaaaaaa...

Carmo da Rosa disse...

…até que ponto o Islão deixa de ser uma crença para ser um sistema político, uma ideologia. Estávamos nós há pouco aqui a discutir.

Pois bem, no telejornal holandês e programas de opinião que se seguiram, e no âmbito de uma possível formação de um governo - VVD (direita liberal) + CDA (católicos e protestantes) + tolerância no parlamento do PVV (partido de Wilders) – não se fala aqui de outra coisa….

Este é o ponto nevrálgico que divide as opiniões, os partidos, os blogues, os amigos e a família.

Anónimo disse...

Viva o sectarismo...

Carmo da Rosa disse...

Viva

Anónimo disse...

Eu amo você... eu amo voc<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<