terça-feira, 27 de outubro de 2009

Dos iluminados do costume

Porque se anda a tentar salvar o Lince?

Segundo os iluminados do costume, para salvar o planeta Terra deve abdicar-se de comer carne.

Desta vez os africanos que nunca vêm um bife passar pelos dentes ficarão eternamente felizes.

Actualização:

Adopte uma alface.

.

18 comentários:

Anónimo disse...

e continuam burros

Eurico Moura disse...

Não, não! Os burros já não se comem.
Dantes eram as vitelas orelhudas.

Eurico Moura disse...

Aqui vai mais luz, dos iluminados do costume:
http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=does-economics-violate-th&sc=WR_20091027

Zéi disse...

Salvem as girafas
salvem os caracois
salvem os leoes
salvem os rissois...
toda a gente quer salvar alguma coisa... e depois ainda veem uns tipos, com todo o descaramento pedir "salvem o planeta".
Salvem o planeta?
O planeta está bem, não tem problemas.
4,6 mil milhoes de anos meus amigos.
Sobreviveu a meteoros, cometas imundações, terramotos, vulcões, e esta gente acha que seriam umas latinhas de cocacola e uns sacos plasticos que seriam um problema?
Salvem o planeta?
Eles nem sabem como salvar-se a eles proprios.
Nós sim estamos lixados, o planeta está bem.
Como dizia o outro " estranhos tempos estes em que um bando de idiotas conduzem uns cegos"

ejsantos disse...

Ena Pá! Salvem o bacalhau. E as sardinhas.

Range-o-Dente disse...

ejsantos:

"Ena Pá! Salvem o bacalhau. E as sardinhas. "

Assim é que é falar.

E a petinga e os caracóis.

Eurico Moura disse...

Salve-se quem puder, que a estupidez humana é infinita.
Tantas civilizações se extinguiram, vítimas da estupidez, e esta vai pelo mesmo caminho.
Ainda me admiro quando vou de comboio ao Norte e vejo lixeiras à porta das casas, perdidas no campo. A malta gosta mesmo é de esterco e nem a cultura muda isso, nalgumas cabeças.

ejsantos disse...

"... quando vou de comboio ao Norte e vejo lixeiras à porta das casas,..."
Essa é que é essa. Tanta conversa, tanto paleio tonto, tantos ideias apalermados, e ninguém (desses alucinados)liga às porcarias e atentados ambientais perpretados aqui em Portugal.

ml disse...

Parece que o dodo – ‘doido’, como lhe chamaram os portugueses – só se apercebeu que estava no fim quando a marujada holandesa apertou o papo ao último sobrevivente.
Vamos alindar um pouco este manual de crueldades e acreditar que os dodos se afogaram num mar de amores numa noite de S. João.

Quando os investigadores começaram a cocabichar onde seria Tróia (não é essa, é a outra), encontraram 9 cidades sobrepostas, oito reduzidas a pó por estupidez humana e apenas uma por terramoto.


Salve-se quem puder, que a estupidez humana é infinita.

E que o façam rapidamente, o underworld chega dentro de dois dias e esses são os primeiros.
Darwin, sei lá.

ejsantos disse...

"...encontraram 9 cidades sobrepostas, oito reduzidas a pó por estupidez humana..."
Talvez não, cara ML. Pelo que li, podem ter ido abaixo por causa de guerras.

ml disse...

Pelo que li, podem ter ido abaixo por causa de guerras.

Meu caro ejsantos, e para si as guerras são uma catástrofe natural, um acto de estupidez divina, ou o quê?

ejsantos disse...

Cara ML
As guerras são o que são. Apesar de ser uma catastrofe provocada pelo ser humano, apesar de as detestar e detestar as suas consequências. Mas acontecem.
MAs falando da época pré-clássica (e classica), as guerras eram endémicas. Acabavam por ser uma forma de vida. Quando leio alguma coisa sobre Grécia e Roma clássicas, tenho sempre que me lembrar que aquela época era radicalmente diferente da nossa.
Por isso refereiu-se a Troia. Não surpreende que tenho sido invadida e saqueada tantas vezes. O que me surpreende é que tenha conseguido ser reconstruida tantas vezes.
Cumprimentos

O-Lidador disse...

"As guerras são o que são."

Nem boas nem más...meros instrumentos para resolver conflitos,dizia Gasset, por vezes, decididas abaixo da cintura, outras vezes, parteiras de História, segundo Marx,instrumento de domínio sobre a classe operária, segundo Rosa Luxembourg, característica das dinâmicas colectivas da espécie humana,para outros, teste do sucesso de uma sociedade, para Fukuyama, um dos principais factores de mudança, dizia Gilpin, causa de grandes desenvolvimentos, no sentido da eficácia segundo Herbert Spencer, presença constante, essencial mesmo, no processo de definição dos rumos que se foram formando ao longo da história, ou um domínio extremamente importante do trajecto humano, garante Luis Bebiano, geradora da memória histórica, diz Bouthoul....enfim, parece que nada é tão simples como as simples mentes gostariam que fosse.
E muito menos redutível aos primários maniqueísmos morais dos aspirantes a esquerda caviar que aqui nos visitam, abençoados sejam.

Oremos!

O-Lidador disse...

Ah, Troia...uma guerra cujo pretexto nasceu nos ardores das hormonas e na sacana natureza humana.
Teria sido tão bom que Menelau partilhasse a Helena com o Páris, porque não?
Ora leva-a, desfruta lá e depois devolve..

Uns anjos...se fôssemos anjos não haveria guerras, e as Helenas seriam de todos, ui, ui.

ml disse...

As guerras são o que são. Apesar de ser uma catastrofe provocada pelo ser humano, apesar de as detestar e detestar as suas consequências. Mas acontecem.

E isso colide onde com o que eu disse?
São uma catástrofe natural?
São estupidez divina?
Não?
Ok, estamos conversados.

Range-o-Dente disse...

... de vez em quando chove.

Estamos conversados.

ml disse...

Ah, Troia...uma guerra cujo pretexto nasceu nos ardores das hormonas e na sacana natureza humana.

Ah sim? Além de aldrabão e adivinho é mais o quê?

ml disse...

... de vez em quando chove.

Mas continua um calorão.

Estamos conversados.