Melhoria das condições sociais, dirão uns. O fim da guerra movida por um afloramento sulfuroso de Bush, dirão outros. O que ouvi referia o aparecimento de umas “equipas” de polícias que perante insistentes queixas, procuram saber quem espalha a confusão e executam, sumariamente, os maus da fita.
Que cada nova política imbuída em perfumes de compreensão só resulta na necessidade de novas e mais arrojadas políticas, é coisa que não espanta dos nossos sapientes governantes.
Que a jusante, a montagem de videovigilância nas escolas, de matrículas electrónicas nos carros, etc, etc, que resultam, quando muito, no enxotar da criminalidade para o quintal do vizinho, são vistas, pela sapiência multiculturalista, como medidas para “resolver” pequenos efeitos secundários não resultantes da sua absoluta e total incapacidade em perceber o mundo, mas de uma fatal tendência que leva a que não se compreenda a superior bondade da própria “compreensão”. Enfim, os meus gatos, quando são pequenos, tendem, igualmente, a perseguir a sua própria cauda.
A “compreensão”, transforma o pináculo da estupidez no palácio de se considerar cultura à negação de aprender a ler e a escrever.
Evidentemente que as “culturas” em causa têm que ser “integradas” mas, para não violentar o nicho ecológico da pós-modernidade, percebe-se que a “integração” só poderá ser alcançada caso quem saiba ler e escrever esqueça todo o que aprendeu.
O mundo da analfabeta alter-cultura requer um mundo alternativo e correspondente modo de vida. Dizem aqueles a quem os iluminados tendem a chamar velhos do Restelo que modo de vida alternativo é eufemismo para criminalidade. Mas não, criminalidade é outra coisa. O comportamento que resulta na necessidade de videovigilância, alarmes, localização por GPS, matrículas electrónicas, é resultante da incapacidade da sociedade bushista em não encontrar ocupação condigna que os cientistas em analfabetismo possam exercer.
Estará o estado a privatizar a vigilância policial? Irá criar alter-esquadras especializadas em alter-criminalidade? E alter-tribunais condignos ao julgamento de potenciais prevaricadores em alter-criminalidade?
Mas ... não parece passar-se o mesmo em Luanda? Terá o nosso radioso primeiro-ministro ido a Angola fazer formação em alter-governação para alter-cidadãos?
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* ou, diria um amigo meu, são estúpidos que nem um comboio de putas.
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3 comentários:
Uma vez mais a "bugalhada" foi escrita por si.
«Que a jusante, a montagem de videovigilância nas escolas, de matrículas electrónicas nos carros, etc, etc, que resultam, quando muito, no enxotar da criminalidade para o quintal do vizinho, são vistas, pela sapiência multiculturalista»
Então, o pretexto para o totalitarismo e "capitalismo de Estado" começa assim; ora com chips que facilitam, ora com câmaras que começam na via pública, ora com um Bilhete que identifique a carneiragem, ora tudo o que controle uma sociedade já de si frágil.
Não percebo é o que "BUSH" ou o conceito das escutas dos Estados Unidos tenham que ver com o nosso controlo social.
Temos um risco menor em questões de ataques terroristas, justifica-se um controlo estrito dos cidadãos?!
Temos uma violência 400 vezes menor que os subúrbios dos States, justifica-se o controlo?
Temos uma pobreza institucional que amamenta milhares e deixa ao abandono idosos que descontaram, justifica-se o controlo?
Oh migo RB, eu digo-lhe o que é, é um centrão que sempre pairou como "partido político" e controla o aparelho de Estado, ajusta a manutenção à "pobreza" para justificar a sua "ideologia" e nunca sair do poder.
«Pobrezinhos há muitos e é necessário criar igualdade para todos»
Essa conversa serviu no PREC, e em toda a "modernidade" e abertura de Portugal... mas está a dar de si...
Vicissitudes,
Vou de frosques por uns dias e tenho pouca pachorra para conversa de robot.
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Tenha cuidado na estrada amigo range-o-caniço.
Boa estadia no Algarve...
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