As acusações de fascismo, abjecção em corpo vinte nas paginas do publico, é pura desonestidade, o desrespeito total pelo que vem nas sebentas, ou algo pior. Talvez sinal da (i)literacia que floresce triunfante e impante tanto nos casebres como nos palácios. Que o autor da peça seja incapaz de distinguir um fascista de um libertário é uma coisa, um erro pessoal, que toda uma sociedade alinhe no delírio é outra mas nada a que nao estejamos habituados. O corao é "censurável", ponho entre aspas porque não fará sentido impor lhe o açaime da censura, mas muito menos o açaime da correcção politica, esquecer as suras do ódio, os apelos ao fanatismo, é um exercício tão irresponsável como lhe impor o silencio da clandestinidade, e é para isso que correm os tempos, tanto no publico como no arrastão, entre gritos que “vem ai os fascistas” o que interessa é defender uma visão arcaica do mundo: “nós seremos sempre os maus”.
PS O fanatismo dispensa bem os formalismos, há fanaticos tanto à esquerda, ao centro e à direita.
3 comentários:
O jornalista faz o papel dele, que é vender o jornal ao públicuzinho, como dizia o serafim saudade.
"O jorrnalisat é um bom jorrnalista, o jorrnalista esforrrça-se, o público aplaude... E agora vou contar uma muito girrra sobre o libertário fachista de extrema-direita... Gostarrrram, querrrem mais!??!?"
E já agora, não ao nuclear, não às bombas antónias!
Esta estória da esquerda chamar fascista a tudo e todos que não lhes enchem as medidas, faz-me lembrar as mulheres que andam sempre mal amanhadas e chamam p**a à vizinha que vai ao cabeleireiro.
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