sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Do politicamente correcto ocidente e do infinito receio de tudo e mais alguma coisa


O que falta para nos despenharmos no "precipício" já não se mede pela distância ao abismo mas pela dimensão do grupelho capaz de nos fazer cair nele.
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3 comentários:

Anónimo disse...

Você já está em queda. Só ainda não percebeu como vai cair.

Anónimo disse...

nem como vai aterrar

Nausícaa, São Paulo, Brasil disse...

Eu acabei de ler do Olavo de Carvalho a respeito do Brasil, mas, eu creio, dá conta para onde vai aí o mundo:

"Quando, por indolência seguida de covardia, os inocentes se tornam cúmplices ex post facto, já não sobra ninguém para julgar o crime: todos, agora, estão unidos na busca comum de um subterfúgio anestésico que o suprima da memória geral.

Não, não se trata de "degradação dos costumes", como nos Estados Unidos, na França, na Espanha ou em tantos outros países: trata-se, isto sim, da perda completa do senso moral, o que faz deste País uma bela imagem do inferno. No inferno não existe degradação, porque não há a presença do bem para graduá-la."

Em: http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/11410-o-inferno-brasileiro.html

Tanto para o pastor e seus cinco minutos de fama, quanto ao resto. Por ex.: se o presidente dos EUA fosse sério, esse pastor seria calado nos bastidores sem qualquer manchete, mas, ao contrário, foi dos primeiros a levantar a bandeira islâmica, justamente nos EUA, onde a definição de homem-massa ainda não existe.